EDITORIAL: A esperança está chegando!


Carlo Bandeira

18/08/2017 12h21

Sobrevivente de uma terra e pés rachados, filho das migrações em massa, que ocorriam tempos atrás, Luís Inácio da Silva, partiu. Mesmo não sabendo o que estava acontecendo.

São Paulo foi o seu palco. O sofrimento, companheira inseparável de sua família. O que parecia ser mais um, tornou-se, um, dentre tantos.

São esses milagres da vida, segundo a elite, que vez ou outra causam notoriedade.

Agora, Luís Inácio Lula da Silva, trouxe pra sua vida, não o “sofrimento que sofrera”. Porém, carregou para a sua zona de “Poder”, quando a conseguiu, as soluções pra os muitos, milhares, milhões de sofrimentos das gentes daquela terra de pés rachados, e muitas outras terras deste País.

Na luta, muita perda, transformada em conquistas. Nas mãos, um dedo a menos. Contudo, habilidade não faltou, nessas mãos, para esculpir um modelo que agregou  e incluiu.

Portanto, uma classe que sempre desuniu e desincluiu, não permite a mitificação de uma personalidade política. Claro, que são poucos os da lista de mitificados.

Aí vem um nordestino, subnutrido, sem estudo, de barriga grande e faz uma miséria dessas; ovacionado, glorificado, não só pelos conterrâneos, mas por quem já passou fome, desprezo e engodos de um sistema voltado para bancos, grandes cooperações e capital financeiro.

Aí vem um cara barbudo, com sotaque de matuto, que “engolia os plural”, e causa o maior furdunço na cena política deste Brasil. É acusado, aviltado, e o efeito degradador das acusações, revelam-se capa invisível aos olhos “mendicantes” do povo que a cada dia, mais o considera, mais o deseja na cabeceira da mesa do Planalto.

Se a culpa lhe couber, cabe a uns poucos. Pois seu nome parece ter ressurgido das praguejantes denúncias, que mesmo que lhe caiba a autoria, não mudará o rumo desses olhares apaixonados quando da sua passagem ou fala.

As opiniões não mostram outra coisa, a não ser, Lula presidente de novo, para um povo que precisa da esperança dele, outra vez.

Não se sabe se tem culpa ou é inocente. Só se sabe que nada disso vai determinar o desamor desse povo marcado, ê.

O futuro a Deus pertence, e a esperança, só se sabe que não morreu...

Ela está chegando!

 



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Diferenças políticas não impedem harmonia na Câmara de Arapiraca


Carlo Bandeira

04/08/2017 13h42

A Câmara de Vereadores de Arapiraca completou sete meses na legislatura de 2017. Começa a se delinear as divisões em grupos distintos pró-Rogério e os pró-governo estadual.Mas  se observa que não influi nos resultados das votações, esta divisão política.Quando a matéria é para o benefício dos arapiraquenses, todos quase são unânimes, nas votações, e sempre ganha a maioria, beneficiando o município.

A votação do REFIZ, que concede descontos de até 100% nas multas e juros, para os contribuintes inadimplentes, foi aprovado por unanimidade, mesmo sendo um projeto elaborado pelo Poder Executivo.Na sessão de terça feira(1º de agosto), tivemos uma mostra da responsabilidade e compromisso dessa turma.

O vereador Sérgio do Sindicato fez um requerimento pedindo ao executivo a relação dos contratados do primeiro, segundo e terceiro escalões. O requerimento foi rejeitado por sete vereadores e aceito por seis. Porém o Pastor Marcos Caetano, que votou a favor, explicou que estes nomes deveriam constar no portal. Já o vereador Sérgio alegou que não estavam no portal da transparência e por isso, solicitou em seu nome a tal relação.

Enquanto não constar no portal, eu, vereador Sérgio do Sindicato irei enviar, direto do meu gabinete as relações de contratados; e o fez.Outro fato que ressaltou ao olhos foi a indicação do Vereador Leo Saturnino, que em requerimento, solicitou, ao governador Renan Filho, a construção de um hospital pediátrico em Arapiraca, o que foi aprovado por unanimidade pela casa legislativa. Destacada foi a postura da presidente da casa, Graça Lisboa, que pediu a palavra e parabenizou o vereador Leo Saturnino pela iniciativa.Em sua justificativa, Léo Saturnino, disse que sugeriu ao subsecretário de Saúde do Estado, Dr. Edberto, que fosse utilizada a estrutura do Hospital Santa Maria, fechado há vários anos.Segundo ele, o próprio subsecretário de Saúde, já determinou um estudo por uma equipe técnica para ver a possibilidade nesse sentido, cujo objetivo, também seria, desafogar o Hospital Regional de Arapiraca(HE).

A indicação do vereador Léo Saturnino, recebeu o apoio do vereador Willomaks da Saúde, que falou da importância de um Hospital Pediátrico em Arapiraca.Terminando a sessão com o agradecimento do Vereador Melquisedec, da tribuna, aos professores que atendeu ao seu pedido de voltarem a sala de aula. Anunciou que os professores atenderam ao pedido feito por ele e seus pares, perfazendo um total de 75%  de professores em sala de aula.Dentro das adversidades políticas se tem a nítida impressão de coesão no que diz respeito aos interessas de Arapiraca, tratados pelos legisladores do Município.Que haja a diferença, porém, o compromisso determina a união por nossa cidade. Que assim seja!



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A Justiça desfaz injustiça!


Carlo Bandeira

02/06/2017 12h46

Mesmo com todas as licenças em mãos e em dia, Fiscalização Preventiva Integrada do Rio São Francisco (FPI), age com truculência, na vistoria realizada no dia 16 passado, nas instalações da Frutigutti, em Arapiraca.

“Fui levar a minha filha para a escola, quando me deparei com um aparato de carros à frente da empresa. Polícia Rodoviária Federal, IMA, Polícia Ambiental, Ministério Público, que fecharam a rua como se estivéssemos em uma perseguição policial, em busca de bandidos. Foi a impressão que tive”, afirmou constrangido, Claudio Paiva, 37, diretor químico da empresa da Frutigutti, “onde se realizou, com uma truculência descabida, a operação da FPI”, revelou.

“Somos uma empresa com 25 anos no mercado, são 250 famílias que vivem dos empregos diretos e indiretos. Fui antes mesmo de entrar na fábrica e da unidade iniciar o seu funcionamento. Fui tratado como um delinquente, como se já houvesse praticado algum delito. Os funcionários iriam, ainda, iniciar a manutenção e a higienização que fazemos todos os dias após um dia normal de funcionamento. Fomos injustamente autuados e interditados em alguns produtos e sem prévia comunicação, o que é necessário, e ainda interpelados por uma fiscal do IMA que fez questão de formular a autuação sentada na minha cadeira e o pior, ela não é funcionária de carreira. Temos a Certidão de funcionamento, lavrada pela Prefeitura de Arapiraca, parece-me que é o único município alagoano, desde 2014, autorizado pelo IMA a expedir tal certidão. Tudo dentro da legalidade e moralidade, onde fazemos questão de nos pautar. Porém, a certidão não foi levada em conta e ainda, questionaram a autorização, com uma multa de R$ 274 mil, um absurdo.”

“O outro absurdo foi a apreensão, pela ADEAL  de mais de três toneladas de bebida láctea fermentada, sem nenhum exame prévio para poder se constatar a impropriedade do produto. Mas garanto, como profissional químico que sou, que o produto não estava deteriorado. Não trabalhamos enganando os nossos clientes, conquistados durante os nossos 25 anos de funcionamento”.

“Como nossa atuação é pautada pelo compromisso com a segurança alimentar de nossos consumidores, a própria Justiça reconheceu e nos deu uma liminar em mandado de segurança que reconhece os nossos direitos e a retidão dos nossos atos”, completou Claudio Paiva.

A liminar decreta a devolução do produto apreendido e a suspensão do termo de interdição, habilitando a Frutigutti voltar às suas atividades. “Temos o Sistema de Inspeção Estadual, que possivelmente vamos cancelar, pois somos certificados pelo Sistema de Inspeção Federal, que nos dá a condição de comercializar nossos produtos em todo o território nacional. Essa é outra empresa, a LATICÍNIO LETA, que temos em Bom Conselho [PE]. Estamos habilitados e reconhecidos como uma empresa séria. Uma empresa que tem biólogos, químicos, veterinários entre outros, nos seus quadros profissionais ligados a área de alimentos, e que nesse tempo todo, passou por todas as inspeções, sem nenhuma contravenção ou procedimento irregular”, tem o reconhecimento do nosso público. “Garantimos e estamos aptos a continuar a produção e a comercialização, com a mesma pureza que confeccionamos os produtos FRUTIGUTTI”.

“Garantimos o que produzimos e a justiça está do nosso lado. Porque estamos absolutamente corretos e tranquilos quanto ao valor do nosso produto, que já se tornou referência em toda Alagoas, e agora começamos conquistar o Brasil”, finalizou o diretor industrial Claudio Paiva.



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13 de Maio Dia da liberdade de quem?


Carlo Bandeira

12/05/2017 11h36

A luta, no Brasil, pela liberdade, é notória, plausível e verdadeiríssima. Morro dos Macacos, Zumbi, Quilombos, fugas de índios, mortes, perseguições, tudo isso, capitula a saga em busca da liberdade de um povo subscrito e subjugado à revelia da sua importância, da sua legitimidade. Contudo, verifica-se que a ferida ainda está aberta, pior, alastrando-se até os dias de hoje.Não podemos esquecer Canudos, marco da perseguição de uma sociedade oligárquica, a uma sociedade democrática e solidária, efetivada e dirigida por um louco, por um Antônio Conselheiro.À época, “a  imprensa dos primeiros anos da República e muitos historiadores, para justificar esse genocídio, retrataram o Antônio Conselheiro como um louco, fanático religioso e contrarrevolucionário monarquista perigoso”, texto extraído da Internet. Nada atual, parece-nos este texto!Nosso povo é uma pintura dantesca. Sempre foi, é e sempre será, enquanto as raízes desta nação brasileira não brotar de fato.Com tantos exemplos de luta, mortes e extermínios, como a dos Caetés, fazem da nossa consciência, um corredor de memórias

apagadas.A robustez do povo brasileiro padece nas afirmações de uma elite, que teima em não valorizar o que é de Brasil, o que é brasileiro, o que resulta da nossa mistura de raças e culturas.Somos um povo de lutas perdidas, mas um povo de lutas, de louco, de insanos portadores da liberdade, que vislumbram, em sonhos, em devaneios, o valor  que ainda perseguimos, bem aqui, na realidade que vivemos acordados.Vê-se que a liberdade de um povo, não decorre de projetos de lei, tampouco das leis efetivas. 13 de maio é uma prova viva e real desta assertiva. Lei não liberta.O que liberta são as convicções. As mesmas convicções que nos levam ao sacrifício. Sacrifícios que levaram em suas convicções; os Tupis, os Kariris,  o Zumbi, Frei Caneca, Tiradentes, Antônio Conselheiro, os operários, os passageiros dos ônibus e trens lotados.Temos tantas datas de lutas. Contudo, data de consciência temos poucas; a consciência negra, em 20 de novembro; e a consciência indígena, 25 de Abril e mais algumas outras poucas datas que comemoramos alguma consciência.Não às reformas de Temer, veremos em que data vai cair!



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A cura pelo Espirito e a força da Fé


Carlo Bandeira

18/04/2017 09h27

Dr Fritz!

A cura pelo Espirito e a força da Fé

Irmão Braga
Dr. Fritz

Irmão Braga, espirita Kardecista, sobrevive de uma pequena empresa de dedetização. Vive sem luxo, na capital do Rio Grande do Norte, Natal. Pessoa simples, gente da gente. É assim, o médium que incorpora o Dr. Fritz, famoso por suas intervenções que ajudam pessoas com problemas da  saúde do corpo e do espirito.
Irmão Braga nos explica que essa missão divina, que recebeu, não pode ficar para ele, guardado a sete chaves; “Eu me sinto bem, ajudando a quem precisa de cuidados corporais e espirituais, e principalmente, de quem precise do amor de nosso Senhor Jesus Cristo, filho do nosso Deus Pai,

São Germano

que, é quem comanda nossas vidas”. “Isto é o que todo mundo precisa querer, o amor de quem nos dá de tudo, o amor de nosso Pai maior”, lembra o irmão Braga.

São Germano é outra entidade que o irmão conduz para este plano, com muita mensagem de fé, esperança, e principalmente, muito amor e fraternidade ao próximo.

“Não existe distância que me separe de alguém que  precisa de ajuda, por isso a minha vida é na estrada. Cada semana estamos em cidades diferentes. Mas é a nossa missão! A minha, a da minha família e a do Dr Fritz, e São Germano  também”, completa o irmão Braga.
Este Blog acompanhará por algumas cidades, a peregrinação do irmão Braga, e do Dr. Fritz, por esse mundo afora, que juntos levam esperança e cura para muitos problemas. Vamos mostrar, também, como se vive pra servi. Como o Irmão Braga, prega; pois já somos servidos da Graça Divina da Santíssima Trindade.
Assista algumas sessões do Dr. Fritz, desta vez em Cabedelo na Paraíba.



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Uma estrela que sobe!


Carlo Bandeira

01/04/2017 11h13

Hannah Vanessa Garcia Santos é uma cantora em ascensão, uma menina que transformou um conto de fadas em canto de uma verdadeira rainha, e bem real.

Nascida em São Bento na Paraíba, filha de Dona Idelânia Garcia Filgueiras Santos e Seu João Deon Santos, escutava muita música quando criança, Junto com os irmãos Allan e Huan.

Percebeu cedo a sua vocação, e a sua família também, quando foi convidada pelo padre de sua cidade, para cantar. Ela conta a sua vida em uma entrevista concedida a este colunista.

 

Carlo Bandeira – Sua infância, quais são as suas recordações?

Hannah - Foi maravilhosa, sempre recebi muito carinho de todos. Adorava Brincar com minhas  bonecas. Falar da minha infância me traz recordações maravilhosas. Até uma surpresa que meus pais me fizeram, quando ganhei a primeira bicicleta, lembro-me até hoje.

Carlo Bandeira – Quando apareceu o dom da música, do canto?

Hannah -Na verdade, descobri que tinha esse dom aos 9 anos de idade, quando o Padre Nicodemos , lá da minha cidade, chamou-me pra cantar na coroação de Nossa Senhora, no mês de maio. A apresentação foi linda e emocionou a todos. Desde então a música não saiu mais de mim.

Carlo Bandeira - O que lhe influenciou mais?

Hannah -Minha avó cantava nas missas, mas acho que minha influência maior foi meu pai, que gostava de ouvir musicas em casa, no carro, em todo lugar. E Isso, acredito, tenha me influenciado mais.

Carlo Bandeira - Quem acreditou na sua veia artística?

Hannah -Meus pais sempre foram meus maiores fãs, então posso dizer que eles foram os quem mais acreditaram, até hoje.

Carlo Bandeira - O que vc sente quando sobe no palco?

Hannah - Quando subo no palco, é uma emoção única mesclada com gratidão por ver todas aquelas pessoas assistindo o dom que Deus me presenteou, e me acolhendo com tanto carinho. A música me motiva, me faz sonhar.

Carlo Bandeira – Vc já se sente realizada?

Hannah - Já sou muito grata, com certeza. Mas estarei realizada quando puder proporcionar uma vida melhor pra minha família.

Carlo Bandeira – Qual o seu maior sonho?

Hannah -Ver minha família tranquila, ter minha casa, estabilidade no trabalho e construir a minha própria família.

 

     Nem tudo são flores no mundo da música. Annah enfrentou muitos contratemos desde os 15 anos, quando se mudou com a família para fortaleza para estudar e dar os primeiros passos na carreia artística, que promete ser radiante, e que com certeza, já está se revelando uma grande estrela da música nordestina. 

Annah, você buscou o seu sonho la dentro da sua alma. E é ela que o seu público vê quando lhe assiste, conseguindo enxergar os mais puros sentimentos que você carrega no coração; muito amor, gratidão e fé no futuro. Isso, com certeza, é o seu maior sucesso. Aguardamos você e sua banda,  aqui em Alagoas.

Você é uma estrela que brilha e doa a própria luz, uma estrela que sobe, a estrela Annah!

Muito sucesso. Parabéns!

 

Olho: Venci as barreiras que apareceram, com a minha família bem perto de mim, sempre!



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Tem carne podre? Tem sim senhor!


Carlo Bandeira

24/03/2017 09h45

Essas são as manchetes que nos rodeiam, e nos faze seres maus  e os males dos seres.

Porém, na verdade, de escândalo em escândalo, ora somos atores ora coadjuvantes.

A degeneração da equidade é antiga e também muito profícua. Há relatos que nos impõe à retrospectiva do nosso raciocínio lógico. E não duvidemos disto.

Tem carne podre? tem! Porém, há mais, muito mais.

tem papelão no frango;

tem mercúrio no peixe;

tem linguiça feita com carcaça de frango;

tem agrotóxico proibido nas verduras;

tem coliformes fecais na água de beber;

tem soda cáustica no leite;

tem propinoduto;

tem mensalão;

tem Lava-Jato;

tem Internet  3G que não funciona, e já vamos no 4G;

tem merenda escolar roubada;

tem água de poço contaminada e engarrafada;

tem medicamento genérico faltando nas farmácias públicas, e ainda,

sem controle de qualidade;

tem bomba de combustível fraudada;

tem gasolina adulterada;

tem cartão de crédito clonado;

tem uso de celular na cadeia;

tem médico que falta no emprego e falsifica o ponto;

tem superfaturamento nas obras públicas;

tem empregador que não respeita o funcionário;

tem saques em lojas na greve da polícia;

tem juiz que não respeita as regras de convivência comuns;

tem saque de carga de caminhões acidentados;

tem desrespeito às vagas de estacionamento;

tem reunião de políticos formando  quadrilhas;

tem o bandido que manda na polícia;

tem ministros da suprema corte que julga além do interesse público;

tem aquele que atropela e foge;

tem o Estado que te rouba;

tem o Estado que exige coisas que ele mesmo não cumpre;

tem a falta de profissionalismo;

tem o parasitismo;

tem falência ética da classe política;

tem falência ética de funcionários públicos;

tem falência ética do cidadão comum;

Você ainda acha que o problema é a carne adulterada?

Sistemicamente adulterado está o nosso pobre senso comum. Com tantas e tantas digressões da moral cívica, da reciprocidade, do bem comum, da noção de Nação, ou ainda, sobretudo, de sociedade comunitária.

Qual vai ser o próximo escândalo?

Um dos nossos velhos mestres, bem brasileiro, disse-nos um dia:

“De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto”, Soou-nos em prosa,  Ruy Barbosa. 

Agradecemos a Pedro Luiz Lisboa, que nos enviou este tema e grande parte desta constatação.

E temos o dito!


 

 



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Manchetes que esquecemos na hora de votar.


Carlo Bandeira
Fonte: Jornal de Arapiraca - Coluna

24/03/2017 06h33



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O Dia que Alagoas Quebrou!


Carlo Bandeira
Fonte: Blogg - Carlo Bandeira

03/03/2017 12h15

                                 O Dia que Alagoas Quebrou!

Há 472 Anos Nascera a Alma Alagoana!

Capítulo III - O Dia que alagoas Quebrou

Tela de Mestre ZumbaTela de Mestre Zumba

1 de Fevereiro de 1912, portanto, há 105 anos do Quebra.
Aqui, dois fatores interviram no processo desse fato; o Político e a intolerância religiosa.
A elite abastada da sociedade, em disputa pelo controle político, exacerbou o preconceito seguido da intolerância, e promoveu como conta a história, a violência desatinada daqueles dias.
Governador Euclides Vieira Malta
O que se seguiu foi uma perseguição a sacerdotes e seguidores junto à destruição das casas de culto de matiz africana.
Segundo relatos, a pretexto de beneficiar o governo vigente  àquela época, os terreiros foram destruídos pela Liga Republicana Combatente, com matança de seus seguidores, patrocinada por poderosos oposicionistas daquele Governador que mantinha proximidade com os terreiros, e que por isso mesmo, protegia o Euclides Vieira Malta, chefe do executivo alagoano. Insuflada, a população apoiou os ataques.
babalorixá Artur Rosendo Pereira                                            Nação Xambá - Comunidade - Olinda
De formação religiosa cristã a sociedade seguia devotadamente os ensinamentos daquela Igreja católica.
O babalorixá Artur Rosendo Pereira migra de Maceió para o Recife, fugindo à perseguição aos terreiros; por volta de 1923. Está fundada a Nação Xambá de Alagoas, em Pernambuco. Contudo, lá em Recife também existia a tal perseguição religiosa, o que motivou o retorno do Babalorixá  Artur Rosendo à Maceió.
A Nação Xambá de Alagoas, hoje é o Terreiro Portão do Gelo ou Quilombo urbano do Portão do Gelo, em Olinda Pernambuco.
Jose Mendes Ferreira Geleju Adelabu III Tataraneto de ZUMBI dos Palmares
Jose Mendes Ferreira Geleju Adelabu III, Rei por dinastia, tetraneto de Zumbi dos Palmares, Sumo sacerdote do Candomblé do Brasil, falou-me a trajetória da sua família, naqueles idos de 1912; Conseguiram escapar pela mata, saindo de União dos Palmares chegando em Rio Largo, fugindo da morte certa, em consequência do Quebra. 
Jose Mendes Ferreira Geleju Adelabu III Tataraneto de ZUMBI dos Palmares - E Carlo Bandeira
O Rei Negro Brasileiro, José Mendes, vive atualmente, em São Paulo, capital, vivendo o seu sacerdócio.
Um século após o quebra, mais precisamente, 01 de fevereiro de 2012, o então Governador Teotonio Brandão Vilela Filho, o filho do Menestrel das alagoas Teotônio Vilela, pede perdão, em nome do povo de Alagoas e do Governo do Estado, à toda comunidade Afrodescendente e os seguidores das religiões de matriz africana, no evento que registrou o centenário do Quebra de Xangô.
Governador Teotonio Vilela Pede Perdão Pelo Quebra de Xangô -01/02/2012                               Governador Teotonio Vilela Pede Perdão Pelo Quebra de Xangô -01/02/2012
Pedido de Perdão: “Assim, no dia de hoje, 01 de Fevereiro de 2012, ao realizar o pedido público de perdão aos religiosos de matriz africana, o faço principalmente como alagoano e em nome de toda essa sociedade. O faço com o objetivo de, ao olharmos para trás despojados de quaisquer preconceitos, reconheçamos as responsabilidades, enquanto poder público, frente ao terrível período do Quebra”; disse Teo Vilela.
Nossas raízes foram recuperadas após o reconhecimento público do governo do estado e o pedido de perdão aos integrantes das religiões de matriz africana, cem anos depois daquele acontecimento insano.

Fotos: Internet\Maomé



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Fim dos Tempos ou Início de nova Era.


Carlo Bandeira
Fonte: Jornal de Arapiraca/ Editorial

12/02/2017 07h16

Fim dos Tempos ou Início de nova Era.

Tempo que não gastamos para aprender que sem água não se vive, tampouco, precisaríamos de um asteroide, corpo celeste externo, o já famoso 2016WF9, para explodir a terra em pouquíssimo tempo.

A desorganização mundial parece anteceder uma hecatombe, tipo; maior que mil  catástrofes provocadas por forças naturais ou humanas.

Distúrbios entre Países agora se tornaram confronto de blocos que agregam os Países.

Um fala que o Estados Unidos é o maior. O outro fala que melhor é o bloco.

As guerras, de um lado os próprios, do outro eles mesmos, o caso da Síria.

Acostumou-se se olhar ao redor da fome, ao redor da dor e ao redor das aflições, contudo, não as enxergar como se a si importasse. E olha que o tempo mostra essas coisas há muitos anos; e bote anos!

O Brasil, atingido pela desorganização ético-moral, sofre os efeitos de uma avalanche que revira, e esparrama pelo chão, o sonho de um povo. Uma Nação que, acima de tudo, ainda acredita na dignidade e no direito, o qual lhe deve este País, de proporcionar vida digna para todos, todos os brasileiros e os que aqui escolheram viver.

Rebeliões explodem a segurança dos estados de tranquilidade da população, que já vivem em desacordo com os seus sonhos. Umas explodem mais que as outras, porém, todas estendem, em praça pública, as desventuras de um interesse público substituído pelo próprio interesse. A falta de compromissos com a maioria se dá com a prática de Política que expurga os direitos e a consciência do bem comum, ao invés de cultivar estes dois princípios que regem a verdadeira Política.

Os municípios, com novos Prefeitos, mostram os velhos problemas conhecidos de todos; excesso de pessoal contratado, para um trabalho que não atinge as necessidades da comunidade; folhas de pagamentos em atraso; demissões em massa; os remédios, só água com açúcar, e mesmo assim, não circulam nas prateleiras das farmácias públicas.

Por uma só voz se escuta a estrondosa constatação; precisamos de auditoria para arrumar essa desordem e em ordem por a casa. Ainda é muito cedo para cobrar alguma coisa. Tá certo. A espera é difícil, mas se faz necessária; é o que escuta o eleitorado atônito.

A seca, uma das maiores, acalantam a espera das populações que sorteiam o dia de tomar banho ou a vaquinha que vai beber água e comer uma palminha.

Não precisamos de Asteroide nenhum para acabar com a nossa tão amada e desrespeitada terra.

Nós é que somos os astros dessa explosiva prosopopeia hecatômbica.    

Será o fim dos tempos ou o início de nova Era?



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Verdades Não Fazem Parte da Realidade!


Carlo Bandeira
Fonte: Editoria - Jornal de Arapiraca

04/02/2017 04h58

Verdade e Ralidade!

A princípio, as verdades, constata-se hoje que, nunca foi, não o são, e tampouco alcançarão um teor absoluto, como uma pequeníssima parte da humanidade dá conta de seu conhecimento.

Sem o mérito da realidade, a verdade não serve para todos, torna-se “meias verdades” a serviço de alguns. Esses alguns, aliás, integrantes da corrente que domina o resto do todo, é inquestionavelmente a menor parte desse Todo.

Este processo fora observado, aqui no Brasil, mais explicitamente, há dois anos, com o advento das tais operações “Lava isso, lava aquilo, lava Tudo”; consequentemente, não lava a verdade, sequer, clareia a realidade.

Com o surgimento das redes sócias e a ampliação do atingimento, dos veículos de comunicação de massa, à opinião da  população, a verdade toma, gradativamente, o lugar da nua e crua realidade. Realidade que também poderia ser revestida de “Bem estar Comum”, e que não é o caso real, pelo menos por enquanto.

Como se não bastasse, as verdades são ditas em “meias verdades”, o que torna pior a situação do senso comum.

No Brasil de hoje, as meias verdades veiculam bandeiras legítimas, mas com suas motivações equivocas e distorcidas pelo interesse corporativo, “de alguns”.

Tornando-as verdade absoluta está  o aparelho de guerra mais poderoso que há; o dos meios de comunicação. É lamentável observar esta realidade, mas é a puríssima verdade da realidade.

A conquista social, verifica-se em descaminhos sombrios e assombrados, e em plena extinção, devido às meias verdades veiculadas por um poder que não se acomoda na periferia das decisões governamentais; o poder econômico-social do sistema neoliberal.

É a meritocracia a mais nova ideologia do nosso sistema capitalista, propagada pelo Neo Liberalismo, atualizado, que reina hoje.

Nesta ideologia meritocrática, o indivíduo é capaz de galgar posições privilegiadas pelos próprios méritos, como; curso superior, conhecimentos específicos, experiência profissional e por aí vai...

A filósofa, Marilena Chaui, graciosamente nos indica, ser essa verdade um dos exemplos das meias verdades que estão por aí, assolando a fabricação das opiniões, ou seja, do senso comum.

Como o comum, integrante de uma sociedade desigual, desfavorecida das oportunidades de intelectualização, aquisição do conhecimento, preservação da saúde, segurança alimentar, poderá ser um empreendedor individual, um terceirizado como propõe os ideólogos neoliberais desta meritocracia.

O emprego é a condição para o trabalho, e motivo de limitação do enriquecimento e empoderamento das grandes corporações.

Acabar com o emprego e o substituir pela terceirização do trabalho, essa é a real situação.

Como pode um trabalhador negociar com o patrão? Pelo sindicato, é claro. Mas ele só tem o poder da greve, e não o poder de polícia ou o de intervenção.

A aposentadoria está subindo a idade mínima; décimo terceiro, ninguém sabe, garantias trabalhistas, é um bicho de sete cabeças; e os vinte anos de congelamento, absolutamente real.

Isso, sem falar dos Estados Unidos e o Donald Trump, uma realidade que veiculará as suas verdades Também.

As verdades são ditas. A realidade é uma só. E é nela que se deve fixar a atenção, porém, é o que não se sabe enxergar.

Se boas ou ruins, as verdades contarão.

Contudo, o uso de óculos especiais, em várias dimensões, deverão ser usados para a leitura da realidade vindoura.

Verdade e Realidade! Qual das duas?



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Série: Há 472 Anos Nascera a Alma Alagoana


Carlo Bandeira
Fonte: Jornal de Arapiraca - Coluna

03/02/2017 15h54

A Alma Alagoana dos Tingui Botó!

 Na série desta coluna; “Há 472 Anos Nascera a Alma Alagoana”, trava-se, Entre si, duas questões. “Uma” opõe-se à outra e, ao mesmo tempo, a outra completa a “uma”. Portanto, fazem parte da mesma história que conta a saga do povo de um canto proclamado Alagoas.

Início, meio e o contemporâneo, é o que impede a desunião das duas realidades; os “472 Anos Nascera Alma Alagoana”, e os “200 anos de Emancipação do Estado de Alagoas”.

Neste número, fomos buscar nos Indígenas, a alma alagoana mais antiga, e a mais conhecedora destas terras.

Em uma visita informal a um grande amigo, pai, inspiração, enfim, O Pajé Adalberto, da Aldeia Tingui Botó, povo oriundo dos Kariri Xocó, comprovei o drama de quem vive sob as guardas das Políticas Públicas, em todas as esfera de Poder, principalmente o Poder Federal.

Em Olho D´Água do Meio, zona rural do Munícipio de Feira Grande, onde nasceu uma destacada personalidade,  a deputada Ceci Cunha,

Ceci Cunha

evidencia-se a alma Alagoana antes mesmo da entrada da Aldeia, localizada ali.

Olho D´Água do Meio, não parece ser diferente de qualquer dos outros recantos nordestinos. Casas em ruas que sobem e descem; uma igrejinha; uma pracinha central; e um “Padinho Ciço”, é Claro.

Já com a presença do Pajé Adalberto, acompanhado de seu Genro Eduardo, seu neto Wirã, herdeiro da pajelança, conversamos sobre o ritual que acabara de realizar, na mata sagrada de seu povo, e principalmente sobre as dificuldades que assolam os Tingui Botó, como também, as possibilidades de recuperação Cultural e econômica.

A Água, quero dizer, a falta dela, foi a introdução das constatações havidas na argumentação da conversa. O desmatamento e o uso irracional fizeram de um lugar, que teve como origem um olho d´água, ou seja, uma nascente, um canto seco e seco também os seus rios, como o Boa Cica, mostrado aqui, nesta coluna.

Porém, constatar a disposição em recuperar o seu meio ambiente, após anos de degradação, foi o indício da aparição dessa alma que tanto falamos; A Alma Alagoana, que vem das camadas mais populares desse Povo e das mais excluídas, também.

Eu e o Pajé Adalberto

"Não adianta só perfurar poços, isso é muito bom, mais alivia, apenas, um sofrimento que acabará com a recuperação da mata ciliar e um reflorestamento que permita plantar e criar animais que sejam típicos da nossa terra”. “Temos que fazer alguma coisa a respeito, senão todos vamos pagar, nós os indígenas e os não indígenas”, disse o Pajé e o Eduardo seu genro.

 

A mesma providência ouvi de Ricardo Tingui, filho do Cacique dos Tingui Botó;Ricardo Tingui

“precisamos reparar o desmatamento, pois a única mata que ainda existe é aqui na aldeia, mas temos que reforçar essa ideia em toda a comunidade”.      

Por fim, trouxemos à tona, conclusões sobre a verdadeira Alma alagoana.

Crianças Tingui Botó

Precisamos olhar para frente, para o futuro, para os nossos filhos e netos, todos nós, filhos dessa terra. E vamos reconstruir com nossas forças, o que se destrói por falta de políticas corretas. E que favoreça o pequeno produtor viver um sistema que se sustente, Finalizou o Pajé Adalberto.

Afinal, qual Alagoas queremos para os Próximos 200 anos?

Só a verdadeira alma alagoana poderá nos responder!  



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Água! Pra que mesmo?


Carlo Bandeira
Fonte: Jornal de Arapiraca - Coluna

27/01/2017 20h56

https://carlobandeira.blogspot.com.br/2017/01/agua-pra-que-mesmo-os-governos.html



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200 do Estado das Alagoas


Carlo Bandeira
Fonte: Jornal de Arapiraca/ Editorial

22/01/2017 09h50

Há 472 Anos nascera a Alma Alagoana!

Penúltimo estado brasileiro em território, maior que Sergipe apenas,  Alagoas, para a história do Brasil, se não for a primeira, chega bem perto. O consenso nos leva para uma Alagoas de 16 de Setembro de 1816. E é certo que seja, ao menos, a oficialidade do desmembramento e o início do Estado independente das Alagoas.

No que se refere ao seu território, à época pertencente a Pernambuco, Alagoas, inicia-se como um canto, berço da alma Alagoana, bem antes de 1817.

Penedo, fundada por Duarte Coelho, entre 1540 e 1545. Em 1611 foi fundada o Povoado de Vila Madalena de Subaúma, ali era a Alagoas, que também foi denominada, Vila Santa Madalena da lagoa do Sul, hoje a Cidade de Marechal Deodoro, nome dado em homenagem ao proclamador da República, Marechal Deodoro da Fonseca, onde lá nascera.

E Porto Calvo, fundada em 1636. O escambo do pau-brasil motivou a criação desses povoados, à época. Contudo, o donatário Duarte Coelho Pereira incentivara a implantação de Engenhos para facilitar o povoamento local.

Essas  três localidades foram os pilares do Estado de Alagoas, pelo menos para a história oficial. Porém, a história nos presenteia com uma Quarta localidade, também referência histórica na formação do povo brasileiro, sobretudo, o povo alagoano.

   

Por volta de 1630, com as constantes investidas dos holandeses, constatou-se o aumento das fugas de negros escravos. Palmares, mais precisamente, Morro do Macaco, erguera-se o Quilombo mais conhecido em todo o mundo, e referência para os outros mocambos;

o Quilombo dos Palmares, palco do maior movimento libertário popular de todo o planeta Terra.

Portanto, Alagoas completa duzentos anos, mas, alma de seu povo foi forjada muito antes da separação.

O seu folclore representa a cultura de um povo que soube miscigenar as manifestações, tornando-as manifestações genuinamente Alagoanas.

Berço de fatos decisivos para a formação da Nação brasileira.

O Naufrágio do Bispo Pero Vaz Sardinha, que resultou no aniquilamento, quase que total dos Índios Caetés, no Pontal de Coruripe, a expulsão dos holandeses, que se deu em Porto Calvo, culminando com o enforcamento de Calabar;

a luta de Zumbi, pela liberdade, findado com o aprisionamento de Ganga Zumba e, dois anos mais tarde da invasão do Quilombo dos Palmares, com a morte de Zumbi em Sabalangá, Viçosa.

A proclamação da República, patrocinada pelo alagoano, Deodoro da Fonseca, em 1889; em 1912, o Quebra, intolerância religiosa, resultando na perseguição das religiões de matriz africana.

A sua literatura é reconhecidamente primordial, para a cultura Brasileira; tendo vários expoentes, como; Jorge de lima, Ledo Ivo, O velho Graça (Graciliano Ramos), entre outros.

                                                       

A mulher alagoana que mudou a terapia na Psiquiatria, Nise da Silveira, reconhecida  mundialmente, também faz parte desta história.

E o pós-república, com três presidentes do Brasil, todos de Alagoas.

Apesar dos índices baixos de desenvolvimento social e econômico, vamos comemorar os duzentos anos de nossa emancipação, sabendo que somos alagoanos há muito mais tempo, e capazes ainda, de construir ou reconstruir um estado de direitos e mais socialmente justo.

Alagoas já se destacava antes mesmo de sua emancipação, pela sua economia forte e diversificada, e por sua localização geográfica, como atesta a carta de Bento Bandeira de Melo, sugerindo ao Rei D João VI a separação da Capitania de Pernambuco, datada de 9 de dezembro de 1797.

 

Informação, esta, postada por um filho nobre daqui, Ênio Lins, Jornalista e Alagoano da Gema.

O Estado é pequeno, porém, sua história é de gente Grande, que merece ser contada nas suas minúcias.

Isto é Alagoas, dentre outros, há 472 anos, berço da Nação brasileira.

E, há 200 anos, o Nosso Estado das Alagoas!

Parabéns!



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Feira Grande Agora tem Prefeito que Representa a Esperança de Seu Povo!


Carlo Bandeira
Fonte: Extralidades das alagoas

10/01/2017 08h30

Entrego a Minha Vida a Vocês!


Dia primeiro de Janeiro de 2017, um dia como outro qualquer; não. Não o foi!
Rodeado de admiradores, não eram só eleitores, eram as esperanças de dias melhores que acompanhavam o Flávio do chico da Granja, Prefeito Eleito da sua terra natal; Feira Grande.
Em meio às disputas pela presidência da Câmara de Vereadores do Município de Feira Grande, o Flávio descia uma pequena ladeira onde se situa a Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição, local da missa de Ação de Graças à administração do Prefeito, que horas mais tarde tomaria posse dos destinos da sua gente.
Mesmo, já dentro da Igreja, o povo saudava, cumprimentava e abraçava a própria esperança, pois é o que ele parecia representar.
Ao fim da missa, o sacerdote lhe ofereceu a palavra, e de frente para o povo que o elegeu, confirmou a missão que lhes fora entregue pela população.

Já na Câmara, toma posse e anuncia a redução do
número de secretarias de 13 para 6, como primeiro ato de sua gestão.
Antes da Fala do Prefeito, além de alguns vereadores, falou o Seu irmão e ex-prefeito Fabinho do chico da Granja, que alertou o irmão para a diferença entre administrar um órgão privado, que o fez com reconhecido sucesso, e o órgão Público que estava assumindo; a prefeitura.
Reafirmou o quanto difícil é decidir o futuro de toda uma sociedade; “Eu já passei por aí, meu irmão, e sei que o poder lhe deixa sozinho na hora das decisões, mas nunca deixe de decidir”, pois, é o futuro de Feira Grande que agora está em suas mãos, finalizou com os olhos marinados de lágrimas, muita alegria, confiança na nova gestão, e sobretudo, muito orgulho, afirmou.

Logo após o Vice-Prefeito, Capitão Hilton, responde ao pedido de ajuda que lhe fez o Prefeito; “fique tranquilo, e pode confiar que estarei bem aqui, sempre ao seu lado, para todas as horas, todas as situações que você, meu irmão, venha a precisar da ajuda desse seu admirador e irmão”.
Depois  do longo abraço que lhe deu, o Prefeito Flávio, nomeia seu secretariado.
Fez questão de afirmar que teve como referencia o conhecimento técnico dos seus secretários e secretárias.
Foram nomeados; agora, com status de Secretaria, o Chefe de Gabinete do Prefeito, Dário Roberto; Assistência Social, Daniele Pera; Sec. de Saúde, Soraia Medeiros; Sec. Gestão e Planejamento Valdirene Barbosa; Sec. Viação e Obras, Fábio Apostolo, Sec. Educação; Rosivaldo Pereira; Sec. Agricultura, Dogival Aristides.  
Flávio concluiu a nomeação por este último, Dogival Aristides, ressaltando a importância da pasta da agricultura, para o Município de Feira Grande, que tem 80% da sua População morando na zona rural.
Após o juramento que prestou perante a população, que superlotava o Plenário da Câmara, O Prefeito conclama os Vereadores a convidar o povo para fazer parte das sessões, pois eles são os legítimos detentores do poder.
E finalizou com uma confissão; “Estou aqui porque aceitei o difícil desafio de representar a minha gente, e agradeço a minha família pela paciência que terão com minha nova função”. Pediu permissão aos filhos e à esposa, inspiração de sua vida, e a quem tanto ama, para doar a sua vida ao povo de Feira Grande, que agora também faz parte de sua família.

“Eu entrego a vocês, da Minha Terra Natal, a minha vida. E prometo que darei tudo, o melhor de mim, para trazer muito mais dignidade para o povo de Feira Grande, principalmente àqueles que mais precisam da nossa ajuda e atenção, Encerrou emocionado o Prefeito Flávio do Chico da Granja.


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O Vaqueiro mais Apaixonado do Brasil


Carlo Bandeira
Fonte: Jorna de Arapiraca

20/05/2016 18h00

Geninho Batalha

“O Vaqueiro mais apaixonado do Brasil”.

Genivaldo Leandro da Silva, nascido em Batalha, Alagoas, foi criado entre a caatinga e os currais das vacas leiteiras. Desde cedo trabalha com a lida do gado. Viveu os aperreios de uma vida difícil, com a mãe e seus oito irmãos trabalhando para garantir o sustento da família. Como ele mesmo fala; “eu não sofri tanto, pois era o caçula, e os meus irmãos mais velhos trabalhavam para sustentar os mais novos”. Contudo, desde muito cedo ia para os currais tirar leite e fazer queijo. “Lá, vaqueiro que é vaqueiro tomava o “bocore”, fuba torrada, açúcar, com leite tomado no peito da vaca”, relembra, com saudade, o vaqueiro Geninho.

Já casado, com apenas dezessete anos, vai ajudar um de seus irmãos, em Itaíba, cidade vizinha de Águas Belas, em Pernambuco. Aprende o ofício de queijeiro, ensinado pelo Ernandes do leite, seu irmão. Mesmo quando criança, na escola, já ensaiava, sem pretensão artística visível, as primeira composições, parodiando músicas famosas, como também, cantarolava seus versos em aboios, a convite da escola e festas de amigos.

Então lhe perguntei como surgira a iniciação artística e ele responde; “tinha 23 anos, e fui gravar uma música, em um estúdio lá em Itaíba-Pe,  para um candidato a vereador de Batalha”. ‘ Quando terminei, o dono da gravadora me perguntou se eu já havia cantado em alguma banda ou me apresentado em espetáculos’. ‘Respondi-lhe que nunca, e se quer tinha pensado nisso’.

Pois bem, a gravadora me ajudou, dentre tantos amigos, e hoje estou aqui, representando a nossa terra, cantando nossa vaqueirama em todo Nordeste.

‘Além das composições de minha autoria, interpreto o imortal Cara Veia,  o Galego Aboiador, Mano Walter entre outros.

Começamos a luta em 2012, e hoje, somos 23 pessoas, entre músicos, produtores, assistentes e coral, que integram a nossa equipe.

Apesar das tentativas de mudarem o meu nome artístico, Geninho Batalha, afirmo que não abrirei mão dele. Pois, além da nossa luta, este não é apenas um nome. É a marca de um Alagoano que aprendeu a amar a sua terra, o nosso canto. E ainda, crava no meu estilo o valor da minha Batalha, cidade que tanto amo, como também, a força do Sertanejo, do Alagoano, do sangue de um povo que corre nas minhas veias.

‘#E Não confunda Não’. “Esse sou eu, Geninho Batalha, o Vaqueiro mais Apaixonado do Brasil.

...Caminhando com lenço e documento, eu vou indo!



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Governador Renan Filho sobre a selvageria das torcidas na decisão do alagoano


Carlo Bandeira
Fonte: Agência Alagoas

09/05/2016 11h17

“As cenas de selvageria que ocorreram após o jogo entre CSA e CRB, neste domingo, são inaceitáveis e envergonham as famílias de Alagoas.

Determinei agora à noite ao sistema de Segurança Pública uma ação imediata e integrada de todas as forças policiais para a identificação, localização e captura dos envolvidos nos atos de violência. E toda presteza possível no socorro às vítimas.

Alagoas repudia a violência e a covardia. O Governo do Estado já está agindo para que, com a rapidez necessária, os membros de torcidas organizadas que agem como bandidos travestidos de torcedores sintam a mão firme da polícia, a força da Lei e a face severa da Justiça.

Renan Filho". 



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Alagoas não é tão pequena como nos fazem acreditar!


Carlo Bandeira
Fonte: Jornal de Arapiraca - Editorial

06/05/2016 11h52

Alagoas não é tão pequena como nos fazem acreditar!

Marcello Lavenère  Machado, nascido em Maceió, Alagoas, é mais um Alagoano que se destaca no cenário nacional, dentre tantas outras personalidades.

Este; ex- presidente da Ordem dos Advogados do Brasil e Membro Honorário Vitalício do Conselho Federal, da mesma, apresentou as exposições de motivos para o impedimento do Presidente Collor de Melo, à época, ao então Presidente da Câmara dos Deputados, Ibsen Pinheiro.

Hoje, convidado pela Base do Governo, para dissertar sua tese jurídica na Comissão do Senado, que analisa o impedimento da Presidenta Dilma, revela não haver crime de responsabilidade nem material, tampouco formal, da Chefa do Executivo Nacional.

Explicadamente, ainda  expõe as razões dicotômicas entre as narrativas de Impedimento de Collor e Dilma; “O Presidente Collor, Deparou-se com as denúncias fraticidas de  Pedro Collor, seu irmão consanguíneo”. E, Que falou sobre um governo paralelo, em benefício do Presidente, comandado por Paulo Cesar Farias. Ao final, o impedimento fora recebido e acatado, pelo Congresso.

Já com a Dilma, a denúncia aceita, habilitou-se por um grupo político e por causas políticas, e não, causas preconizadas pela Constituição. Além do mais, as pessoas que gozam do privilégio de serem réus, resultado das investigações da Polícia do Governo Dilma, são, justamente, as denunciantes.

Ele, o Marcello Lavenère,  Em entrevista recente, afirma que a OAB não entendeu a decisão do Concelho Federal, e contra boa parte dos Advogados do Brasil, declarou apoio ao impedimento  da Presidenta; “Em minha opinião, a OAB se igualou aos golpistas, devendo ser imputado ao órgão, o desgoverno subsequente, caso o impedimento seja confirmado”.

Prolata, ainda; “o vice-presidente de Collor, Itamar Franco, manteve-se afastado. Não emitindo qualquer julgamento de valor. E, Quando assumiu a presidência, manteve a política vigente,  e  boa parte dos Entes Públicos nomeados por Collor”.

Dr. Lavenère, sem suscitar o caso concreto atual, nos levou ao entendimento;  que o presente Vice, não só exigiu o rompimento, isso depois das  benesses, como já está montando a sua equipe de governo. Vale a pena lembrar, que o nosso impoluto vice-presidente está pronunciado, também; lá, lá num tal de STF, Supremo Tribunal Federal. E que está pedindo, através do Ministro Marco Aurélio Mello, o impedimento de Quem? Pasmem ou não! Do Michel Temer. O próprio; o Nosso Temido Temer.

Mesmo com a clara tendência de aceitação do impedimento, pelo Senado, o Dr. Marcello Lavenère, coloca-nos a pensar, mesmo sem a devida intenção!

O pensamento pensado; “A nossa República teve um contorno Alagoano: Marechal Deodoro. O segundo momento também, com Floriano”. Depois, a hegemonia “Dom Quixotiana”, do Menestrel das Alagoas. A seguir, já em 1991, fizemos o terceiro Presidente da República. Ele mesmo, Fernando Collor de Melo. Logo após, quase emplacamos outro  vice-presidente, na campanha de 1994, Guilherme Palmeira, subitamente nomeado para o TCU, deixando Livre, o caminho para o Marco Maciel, que viria a ser o vice-presidente do FHC.

Eu me pergunto, todos os dias;  como posso me considerar pequeno. Decidindo, tanto, os destinos da Nação.

Será que “as Alagoas” dos Marechais, é tão pequena, como nos tentam fazer acreditar as babás da nossa estimada e igualitária elite?...

Dr. Marcello Lavenère, obrigado pelos seu ensinamentos. Obrigado por não nos deixar esquecer, que alagoas, traz na sua veia, a história do nosso povo, do povo brasileiro.

 

Foto: O Globo



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Um Tiro na História


Carlo Bandeira
Fonte: Jornal de arapiraca - Editorial

29/04/2016 16h46

 

Um Tiro na História! 

 No último dia 16 do mês corrente, houve Na Câmara dos Deputados, em Brasília, uma votação, assim a chamaram.  Decidia-se, ali, o encaminhamento para o Senado, do processo de impedimento da Presidenta Dilma. Mais parecia uma feira de negócios. E o que se viu, foi uma oferta das dignidades ali presentes às causas da honradez e outros títulos edificadores da moral e os bons costumes.

Assim, era para ter sido, não o foi. No entanto, assistimos ao vivo e em cores, a uma saraivada de dissabores hermenêuticos. Onde se entendia legal, lia-se imoral, transtorno para os sentidos ávidos por seriedade, de quem assistia. Dentre tantas oferendas como; pelo meu amado filhinho, pela honra da minha neta, pela dignidade da minha família, eu digo Sim ao impedimento. Impedimento esse, presidido por um réu, denunciado por várias ilicitudes, como; recebimento de propinas, contas bancárias no exterior, não declaradas, e não para por aí. Porém, dos 367 votos a favor do impedimento, um pareceu estampido de espingarda 12.

O fato de sermos parentes de alguém não nos habilita o uso de sua memória, em vão. Foi o que aconteceu com a nacionalíssima e imortal memória de Teotônio Brandão Vilela, O Menestrel das Alagoas.

Integrante de família tradicional alagoana, empresário usineiro, reconhecido por suas opiniões não condizentes ao meio das elites, ao qual fazia parte, o Menestrel tinha o seu próprio modo de ver e sentir a vida, o mundo, o seu mundo. Político aquecido pelo seu animus igualitário e altruístico, bradou o contrassenso.

Como bem o descreveu Miguel Arraes, dizendo; “o Velho Teotônio, em plena repressão, e no qual fui perseguido, trouxe-me para Maceió, e mesmo não sendo do meu partido, não comungando com os meus ideais, organizou uma grande manifestação de apoio a mim, isso por não concordar com as injustiças cometidas contra o meu governo, em Pernambuco, pelo regime que se instalara naquele momento, o militarismo”. ‘E pelo qual ele ascendia. Pois bem, Teotônio não pode ser lembrado como do Partido da UDN, ARENA ou MDB. Teotônio tinha suas próprias convicções. Teotônio era Teotônio’. Finalizou seu depoimento captado pelo documentário “O Evangelho Segundo Teotônio”.

O Menestrel, mesmo sem mandato, mas como Presidente do seu Partido, o MDB, escutou do Presidente da República, o general Geisel, que ficasse tranquilo, pois a abertura política era um processo irreversível. E ele disparou; “vou aos quatro cantos do mundo anunciar e defender a redemocratização do nosso País. E além disso, percorreu cada presídio em busca da libertação e anistia dos presos políticos que sobreviveram ao famigerado regime de exceção.

Resultado; mesmo antes da lei de anistia ser aprovada pelo Congresso Nacional, muitos já saíra da reclusão, e tantos outro voltavam ao seu País, anistiados por aquele ato de justiça impregnado no Velho Teotônio, o Menestrel.

Ainda sim, lutou contra a prisão de um metalúrgico, presidente de um sindicato, em São Bernardo, um tal de Luiz Inácio da Silva. E não só conseguiu o libertar, como lhe garantiu o salvo conduto.

Mas essa história foi alvejada, em cheio na sua alma. Pois um desatento Deputado Federal, seu neto, por trazer no seu sangue a genealogia do velho Teotônio, esqueceu-se de que a história do seu avô é digna do mais profundo respeito e admiração de um povo chamado Brasil.

É só assistir ao documentário ‘O Evangelho Segundo Teotônio’, antes de invocar o seu nome, para não mais cometer esse atentado a sua memória.

Porque esse “SIM” foi um verdadeiro tiro na História do Menestrel do Brasil.



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Alves Correia


Carlo Bandeira
Fonte: Jornal de Arapiraca

29/04/2016 16h09

Alves Correia

“O rádio era mágico. Eu escutava Roberto Carlos e quando terminava já começava o Jerry Adriani. Essa velocidade me encantava. Desde os meus quatorze anos, sonhava em fazer rádio. Até que um dia, eu passando pela frente da Rádio Rio São Francisco, de Penedo, um  cidadão me chamou e perguntou quanto eu queria para passar uma vassoura nas dependências da emissora. Pois a mulher da limpeza, por motivo de doença faltara naquele dia. Foi como eu consegui entrar pro rádio”.

Esse foi o início de Cosme Alves Correia, O Alves Correia, no rádio alagoano, em Penedo sua terra natal. Logo, ele estava nos estúdios da emissora. Foi se formando aos poucos. Escrevia os programas, fazia operação de áudio e teimava, na hora do intervalo, quando o apresentador do horário não estava, em puxar o microfone e dava a hora certa. Logo depois vinha a bronca da direção da rádio. Algum tempo depois, ele, o Alves substituíra o locutor oficial, que tinha se afastado para cuidar da saúde.

Ele sempre gostou de novidades. E em Arapiraca foi inaugurada a rádio Novo Nordeste, com equipamentos de última geração. Veio  fazer um teste e passou em todos; operador de áudio, redação, locução e por aí a fora. Assis Gondim foi o seu padrinho, aqui em Arapiraca, onde lhe aconselhou e lhe mostrou alguns segredos da profissão.

Eu lhe perguntei; Alves como você explica o seu sucesso? Prestem atenção ao que ele me respondeu.

Alves: “Bandeira eu queria ser diferente, fui confundido até com o coronel Ludugero. Mas sempre quis ser diferente”. Continua; ‘você imagina que pra fazer sucesso àquela época, todo mundo fala carioca e paulista. E eu pensava; tô perdido. A minha aceitação se deve por eu manter as minhas raízes, falando como fala o alagoano, como fala o nordestino. Nunca abri mão disso”.

Com um programa salada como ele mesmo define, foi embora pra Maceió, direto para a Gazeta de Alagoas AM. Sobressaia-se com a sua salada de notícias, plantões de polícia, músicas e paródias em cima de música de duplo sentido. Sempre em primeiro lugar na audiência, segundo o IBOPE. Foi o suficiente para assumir o horário nobre da Emissora. Daí para frente, surge o convite para fazer espetáculos em Circo. “Comprei meu primeiro carro com a renda que o dono do circo repartiu comigo”. ‘E adivinhe o carro: meu primeiro fusquinha. Minha mulher não acreditava, e pra falar a verdade, nem eu acreditava que chegaria a tanto.’

“Hoje sou um homem realizado e feliz, tornei-me político; fui vereador, deputado e agora pré-candidato a prefeito de São Sebastião, pra provar que, com seriedade e compromisso com o meu público, conseguimos administrar para o bem de todos”.

‘Quando minha mãe contava que papai, lá em Penedo, subia no alto de um pé de manga pra instalar uma antena pra poder me escutar, pela Gazeta de Maceió, me arrepio até hoje. E claro, passei a acreditar, muito mais, em mim mesmo’.

“E a mensagem que deixo, é o meu próprio exemplo; nunca desista dos seus ideais, como eu fiz e faço, até hoje. Tente, tente, tente outra vez. Um dia você vai conseguir. E assim sou grato ao nosso bom Deus”.



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