Fim dos Tempos ou Início de nova Era.


Carlo Bandeira

12/02/2017 07h16

Fim dos Tempos ou Início de nova Era.

Tempo que não gastamos para aprender que sem água não se vive, tampouco, precisaríamos de um asteroide, corpo celeste externo, o já famoso 2016WF9, para explodir a terra em pouquíssimo tempo.

A desorganização mundial parece anteceder uma hecatombe, tipo; maior que mil  catástrofes provocadas por forças naturais ou humanas.

Distúrbios entre Países agora se tornaram confronto de blocos que agregam os Países.

Um fala que o Estados Unidos é o maior. O outro fala que melhor é o bloco.

As guerras, de um lado os próprios, do outro eles mesmos, o caso da Síria.

Acostumou-se se olhar ao redor da fome, ao redor da dor e ao redor das aflições, contudo, não as enxergar como se a si importasse. E olha que o tempo mostra essas coisas há muitos anos; e bote anos!

O Brasil, atingido pela desorganização ético-moral, sofre os efeitos de uma avalanche que revira, e esparrama pelo chão, o sonho de um povo. Uma Nação que, acima de tudo, ainda acredita na dignidade e no direito, o qual lhe deve este País, de proporcionar vida digna para todos, todos os brasileiros e os que aqui escolheram viver.

Rebeliões explodem a segurança dos estados de tranquilidade da população, que já vivem em desacordo com os seus sonhos. Umas explodem mais que as outras, porém, todas estendem, em praça pública, as desventuras de um interesse público substituído pelo próprio interesse. A falta de compromissos com a maioria se dá com a prática de Política que expurga os direitos e a consciência do bem comum, ao invés de cultivar estes dois princípios que regem a verdadeira Política.

Os municípios, com novos Prefeitos, mostram os velhos problemas conhecidos de todos; excesso de pessoal contratado, para um trabalho que não atinge as necessidades da comunidade; folhas de pagamentos em atraso; demissões em massa; os remédios, só água com açúcar, e mesmo assim, não circulam nas prateleiras das farmácias públicas.

Por uma só voz se escuta a estrondosa constatação; precisamos de auditoria para arrumar essa desordem e em ordem por a casa. Ainda é muito cedo para cobrar alguma coisa. Tá certo. A espera é difícil, mas se faz necessária; é o que escuta o eleitorado atônito.

A seca, uma das maiores, acalantam a espera das populações que sorteiam o dia de tomar banho ou a vaquinha que vai beber água e comer uma palminha.

Não precisamos de Asteroide nenhum para acabar com a nossa tão amada e desrespeitada terra.

Nós é que somos os astros dessa explosiva prosopopeia hecatômbica.    

Será o fim dos tempos ou o início de nova Era?



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