O elemento ruim já nasce fedendo


Marcio Santana

25/03/2018 13h53



Compartilhe
comentários

Eleições 2018 Que soem as trombetas ou seriam as sirenes?


Marcio Santana

25/03/2018 13h51

Finalmente chegou 2018 e com ele as eleições. Como um monte de idiotas que somos, voltaremos às famigeradas urnas, como já fazemos há muitos anos neste pais de uma democracia ridícula e escrota que nós mesmos a construímos e aceitamos. Mas, com certeza, e diante de tudo o que esta acontecendo, essa não pode ser considerada uma eleição como outras. Existe sem dúvida alguma, neste momento, uma possibilidade real de que possamos fazer uma reforma política de fato, cortando pela cepa os mandatos daqueles políticos que se envolveram em falcatruas e tráfico de influência, traindo assim o voto popular.

Entendo e acredito que votar consciente é realmente algo fundamental para o destino dessa província, principalmente porque é através desse ato aparentemente simples que consagramos a legitimidade de todos e determinamos o princípio do governo democrático. O pleito eleitoral é o melhor caminho para colocarmos gente de vergonha na cara para cuidar dos interesses do povo.

É muito importante que se compreenda que esta “violável” democracia brasileira precisa urgentemente - diante de tudo o que presenciamos - passar a ser uma democracia participativa, e neste caso as eleições significam justamente este momento de consagração.

O fato é que - por conta de toda essa safadeza em que se encontra o país - fica muito difícil de assimilar uma situação que não seja no mínimo duvidosa a respeito dos nossos futuros “representantes”. Meu amigo, nós estamos praticamente em cima das famigeradas eleições e simplesmente não existe, até agora, nenhuma alma sebosa dessas que pelo menos se aproxime de um “verdadeiro” representante do povo.

O momento é esse, as eleições no meu entendimento, caracteriza-se um excelente momento para discutir os mais importantes temas que interessam à comunidade. As campanhas, a muito, deixaram de ter aquele velho brilho dos palanques de comícios, aonde íamos para conhecer as plataformas de cada candidato. Hoje em dia, o “infeliz” nem contato quer mais com o povo, prefere se dar ao luxo de pagar verdadeiras fortunas para especialistas em marketing político, ou seja, os tais e tolinhos “marqueteiros”, que por sua vez buscam somente o resultado e para isso e devido a ignorância politica dos mesmos, dizem o que eles devem falar, determinam a maneira de se vestirem, a quem eles devem beijar e abraçar, tudo para obter a simpatia do eleitorado.

É muito importante o entendimento de que o voto é a expressão da igualdade. Naquele momento de votar a desigualdade social existente desce pela privada e todos passam a ter igualmente o mesmo direito. Por fim, votar consciente faz todo sentido. Não pense em momento algum que não votando ou anulando o voto você estará adotando uma posição de protesto, pelo contrário, agindo dessa maneira, com certeza você estará aceitando e assinando em baixo tudo o que eles estão fazendo.



Compartilhe
comentários

Oh pátria amada, por onde andarás? Seus filhos já não aguentam mais!


Marcio Santana

25/03/2018 13h44

 

“...Você que não soube cuidar

    Você que negou o amor

    Vem aprender na beija-flor...” 

 

Contrariando a normalidade das coisas, onde todos os anos nesse período carnavalesco, o Brasil ficava na espera das famigeradas e bisonhas surpresas políticas, eis que surgiu uma escola de samba, que soube ousar com uma letra forte e clara e com um enredo bastante oportuno para o momento, onde o mesmo descreve em versos bem feitos a grande tragédia nacional, da absurda e gigantesca injustiça social, da exclusão, da intolerância, do racismo, da falta de democracia, dos idiotas escondidos por trás de um gigantesco “pato amarelo”, das marionetes batendo em panelas e aí por diante.

Um samba enredo que em outros carnavais devido à censura (militares), jamais sairia do barracão, onde o mesmo de maneira arrepiante trata o país como mais um sobrevivente desse massacre diário que sofremos de todos os lados, que denuncia a fonte de todos esses males e denuncia também as mãos que seguram as míseras rédeas.

Mesmo retratando tanta miséria, falcatruas, incompetência administrativa de nossos governantes, uma justiça que só existe para os fracos. Conseguiu se transformar em um samba histórico (um verdadeiro hino nacional), belo e empolgante, cujo papel principal não é nem de longe de o mesmo servir de ferramenta política, mas sim o de fazer com que todos os brasileiros realizem uma grande reflexão a respeito de nossa realidade.

Eu, que sempre gostei de assistir ao desfile das escolas de samba do Rio, e sempre fui um admirador da Beija Flor, não vou negar, já estava ficando abusado, saturado, enfim, um tanto chateado com as baboseiras e fantasias inacreditáveis que os carnavalescos insistiam em nos mostrar todos os anos.

Porém, ao ver ali ao vivo, para todo o mundo – e aí até a mídia mais comprometida com “eles” teve que engolir – toda aquela realidade sendo transmitida sem cortes. Com alguns engasgos de comentaristas “coxinhas” pegos de surpresa. Toda aquela passarela de pé pedindo aos prantos a saída do nosso “representante” maior, aí meu amigo, com certeza lavei completamente a alma. Vamos torcer para que a partir de agora outras manifestações pacíficas como esta apareçam, para que na próxima eleição as coisas comecem a mudar.

 

...” Ganância veste terno e gravata

Onde a esperança sucumbiu

Vejo a liberdade aprisionada

Teu livro eu não sei ler, brasil!

Mas o samba faz essa dor dentro do peito ir embora

Feito um arrastão de alegria e emoção o pranto rola

Meu canto é resistência

No ecoar de um tambor

Vêm ver brilhar

Mais um menino que você abandonou...”

 



Compartilhe
comentários

“Coxinha de Mortadela”


Marcio Santana

25/03/2018 13h42

 

Esta semana, por incrível que possa parecer, fui surpreendido por um “sindicalista”, isso mesmo, um defensor dos direitos do trabalhador, um representante de uma classe, uma pessoa que até então imaginava se tratar de um companheiro esclarecido politicamente, com uma declaração de apoio a um determinado candidato a presidência que passou por aqui e fez até uma carreata (30 carros mais ou menos), pela orla de Maceió, onde por sinal, recebeu mais gritos de protestos que gestos de apoio.

Meus amigos, eu percebi que no meio de tanta safadeza, tantos problemas políticos e econômicos que o Brasil e principalmente Alagoas estão passando, que mesmo com a total divulgação diária através da mídia corrupta, que a ignorância, a falta de esclarecimento, a vontade de querer ser o que não é e nunca será, acabou criando um  novo personagem ou seja, o “coxinha de mortadela”, elemento esse que veio do nada, teve a oportunidade de ser e não foi, e acabou descendo por água à baixo na descarga da privada.

Até entendo que todo mundo adora generalizar as situações mais diversas e criticar tudo que acontece, seja bom ou não, mas daí acontecer de um “cumpanheiro”, acostumado a estar nas portas de empresas, defendendo o trabalhador, muitas vezes sendo intimidado pela polícia, e de repente aparecer do nada, revoltado, todo bicudo, se achando o mais conhecedor dos absurdos de Brasília, divulgando agenda de um cidadão que só é conhecido justamente por ser polêmico, do tipo daquele que se elegeu e depois renunciou.

Para entender um pouco a respeito do “coxinha de mortadela”, eu posso dizer que naqueles protestos que aconteceram no ano passado por conta de vários escândalos políticos, foram vistas várias pessoas que “aparentavam” (talvez o caso dele), ter um poder aquisitivo alto, chamados "coxinhas" e os petistas que também receberam um apelido que envolve comida, "mortadela", quer dizer, uma pessoa que antes apoiava e lutava pelos menos favorecidos e pela classe trabalhadora e que depois do governo do PT conseguiu melhorar bastante a sua qualidade de vida e hoje em dia simplesmente passou a se sentir aquela primeira e grande “catôta” do dia. 

Como sindicalista que sou ainda não vi o “cara” que vai me representar, como aposentado pior ainda e como cidadão aí foi que lascou tudo mesmo. Espero que nesses próximos dias tenhamos uma bela surpresa pela frente e surja alguém que, possa nos dar a opção de podermos entrar em qualquer lanchonete e sentir novamente o prazer de degustar, juntamente com um maravilhoso suco, uma suculenta coxinha ou um fabuloso pão com mortadela, sem ter constrangimento algum.           

 



Compartilhe
comentários

O prazer de ser desonesto e a alegria da impunidade


Marcio Santana

25/03/2018 13h40

 

Todos sabemos que a honestidade é uma das virtudes mais importantes na nossa vida, tanto na família como no trabalho e na sociedade de um modo em geral, porém, na política ela assume uma questão de suma importância. Um político, um médico, um engenheiro, um grande e um pequeno empresário, um funcionário público, um agricultor, enfim, todos os membros da nossa sociedade precisam ser capazes de assumir tal característica.

 

Claro que é muito importante acreditar na competência técnica, na inteligência, na inovação e na criatividade. Mas meus amigos, entre nós brasileiros e principalmente alagoanos, o que mais está em falta neste momento é mesmo a honestidade. 

 

Acredito, e até posso afirmar, que quando se tem responsabilidades políticas, públicas ou coletivas, a questão da honestidade aparece com maior relevância, uma vez que os fatores ter ou não ter vão gerar consequências enormes, principalmente na classe mais sofrida da sociedade. E não é apenas em nossos “representantes” que essa carapuça deve cair, é claro que a atitude de um governante tem que ser exemplar porque é um modelo de ação, más quantas e quantas vezes deixamos de fazer a coisa certa, já bastante acostumados com o famoso jeitinho brasileiro?

 

Com certeza, não é só na política que devemos levar em consideração a questão da honestidade, precisamos sim, nós, simples mortais, colocarmos em prática essa que é sem dúvida alguma uma das maiores virtudes do ser pensante. Devemos cultivar a honestidade como um valor e como um hábito, assim teremos moral suficiente para exigirmos a mesma seja lá de quem for.

 

Infelizmente em uma democracia representativa, o peso do nosso voto mostra quem nós escolhemos para nos representar. Quem vota em políticos comprovadamente corruptos e desonestos, ou está satisfeito com a situação ou tem o “Zé do Rodulero” empenhado na conta do elemento, e sendo assim, não possui moral nenhuma para se queixar quando o dono do curral for desonesto.

 

As consequências desse fator desonestidade são enormes, e maiores ainda são as vítimas dessa falta de vergonha na cara. Corredores de hospitais supercarregados de pacientes sem ter onde ficar, escolas abandonadas, presídios que mais parecem campos de extermínio, a mínima condição de segurança, e aí, justamente pela qualidade da lei que temos, presenciamos dia após dia essa corja de marginais praticando todas as piores cenas de crime com a certeza de que se forem pegos, logo estarão soltos para realizá-los novamente.



Compartilhe
comentários

Muito vergonhoso


Marcio Santana

06/03/2018 16h07

 

Algo muito imoral, e que infelizmente já virou normal aqui nesta província, é ver as manchetes dos jornais com as mais escrotas e levianas matérias sobre a coisa banal que é roubar do erário público. Ou seja, a vergonha minha, sua enfim, de todos é quase algo inevitável e que já passou a fazer parte de uma rotina maquiavélica, principalmente para quem tem um mínimo de esclarecimento.

Muito vergonhoso é quando você se depara com a realidade dos hospitais degradados, pobres sofrendo e morrendo nos corredores, a falta de moradia, a sujeira, a miséria intelectual que se generaliza galopantemente e sem fronteiras pelos quatro cantos do país.

Muito vergonhoso é quando você está parado em um sinal de trânsito e ali presencia crianças pedindo esmola, geralmente controladas ou exploradas por um adulto irresponsável e vagabundo que certamente não está nem aí para nada e bebendo uma garrafa de pinga sentado no meio fio, bem ao lado da polícia, que por sua vez nada faz.

Muito vergonhoso é quando você cai com o seu carro em num buraco, que não devia estar ali, mas está, porque a camada de asfalto contratada e paga com o seu dinheiro foi na verdade embolsada pelos “elementos” administradores do governo.

Muito vergonhoso é quando você liga a televisão e só vê escândalo em cima de escândalo. E percebe que infelizmente o povo já se acostumou e nem liga mais quando surge uma notícia de deputado levando grana. Dinheiro na cueca ou em malas, troca de interesses, verbas milionárias para estádio de futebol em locais que nem tem futebol, licitações estranhas, relações suspeitas entre o poder público e o setor privado.

Muito vergonhoso é, para qualquer pessoa de caráter, ver essas negociatas, conchavos, benefícios, prerrogativas, empreiteiros, burocratas, a dança dos aditivos contratuais, a inflação, o auto aumento salarial dos meninos tolos, a compra de votos, benefícios governamentais a banqueiros enquanto o povo se lascando nos juros impagáveis, financiamentos públicos de interesses privados, questões fundiárias de todo tipo, funcionários fantasmas e etc.

Muito vergonhoso é a falta de segurança generalizada nesta província, a cara de pau desses elementos quando se negam a dar explicações sobre situações comprometedoras, a nojenta imprensa partidária e corrupta atuando como cabo eleitoral seja lá de quem for, políticos com ficha suja na Interpol, com folhas corridas mais sujas que pau de galinheiro, alguns acusados de assassinato esperando seus crimes prescreverem, porque infelizmente nessa província, sobretudo para “autoridades”, a justiça tarda – e também falha.

Entendo, e admito que eu, como a maioria pensante desta população, estamos de saco cheio do Brasil. Também acho e recrimino o fato dessas convocações para manifestações nas ruas serem feitas por pessoas sem o mínimo de noção que se escondem por traz de um pato gigante, em movimentos cheios de simbolismos, cartazes, panfletos, pombinha branca, balão de gás, gente se abraçando, camisetinhas da seleção e tudo mais, e que no frigir dos sofridos ovos não dá em porra nenhuma. Realmente é como diz aquele cara: “Isso é uma vergonha”.

 



Compartilhe
comentários

E quanto aos Presidenciáveis...


Marcio Santana

28/01/2018 18h06

 

Mais uma vez a falta de opções e a realidade politica do Brasil nos coloca em uma verdadeira sinuca de bico e ao mesmo tempo diante de um quadro já bastante comum em se tratando da qualidade de nossos candidatos. Muito se falou, muito foi provado, muito se esperou, muito se imaginou e infelizmente pouquíssimo foi nos dado como opções para esse próximo evento politico que ao certo, deverá colocar na mesa uma verdadeira legião de pessoas incapazes, comprometidas com a safadeza, corruptas, algumas (ou quase todas) envolvidas em falcatruas, deixando bastante claro que aqui nessa província sem dono, quem está sujo, se encontra totalmente limpo.

Se formos analisar a qualidade desses elemento que se dizem nossos futuros representantes, com certeza iremos nos deparar com uma verdadeira farsa política, onde, o que menos tem contra si algum processo, possui o suficiente para ser banido de qualquer cargo público, ate mesmo de “gari”, que hoje, guardadas as devidas proporções, poderiam com certeza, diante de toda essa turma, e levando em consideração a dignidade com que exercem a profissão, se tornarem sim nossos verdadeiros “representantes”.

Em uma democracia recalcada e comprometida como a nossa, a impressão que se tem é justamente a de que “aqui se plantando tudo dá”, e realmente aqui se plantou na mente do brasileiro, a ideia de que politico bom é justamente aquele que não vale nada, que rouba, que só olha para o seu umbigo, que só resolve os problemas dos seus bolsos, que sabe que a justiça é por demais lenta, e o pior, que o seu curral eleitoral está bastante satisfeito com uma simples cesta básica e por certo, vai continuar, como eternos idiotas, à votarem em seus “amos”.

Eu diria que aquela “febre amarela” que simplesmente invadiu as ruas do Brasil a algum tempo atrás, batendo nas panelas, se achando os verdadeiro entendidos do assunto, certamente foi muito pior, causou a morte de muito mais gente e afetou a qualidade de vida de muito mais “macacos”, que essa febrezinha que agora assola as nossas vidas e como uma verdadeira epidemia conseguiu atingir um alvo que até hoje sofre as piores consequências em uma província sem o mínimo de saneamento básico, e que agora, passa a viver com um problema à muito sanado na saúde pública. 

Por fim, e por pura demagogia do descaramento, existem uns puxa-sacos, baba-ovos e acima de tudo verdadeiros escrotos e coniventes imbecis que, pela fragilidade do conhecimento político de muitos, tentarão de todas as formas impregnar nas frágeis e comprometidas mentes dos integrantes desses currais, as mais descaradas e absurdas mentiras e promessas que jamais serão cumpridas, dando assim continuidade a toda essa safadeza que precisa urgentemente ser abolida de nossas vidas.

 

 

 



Compartilhe
comentários

Eleições 2018 - Que soem as trombetas ou seriam as sirenes?


Marcio Santana

28/01/2018 18h04

 

Finalmente chegou 2018 e com ele as eleições. Como um monte de idiotas que somos, voltaremos às famigeradas urnas, como já fazemos há muitos anos neste pais de uma democracia ridícula e escrota que nós mesmos a construímos e aceitamos. Mas, com certeza, e diante de tudo o que esta acontecendo, essa não pode ser considerada uma eleição como outras. Existe sem dúvida alguma, neste momento, uma possibilidade real de que possamos fazer uma reforma política de fato, cortando pela cepa os mandatos daqueles políticos que se envolveram em falcatruas e tráfico de influência, traindo assim o voto popular.

Entendo e acredito que votar consciente é realmente algo fundamental para o destino dessa província, principalmente porque é através desse ato aparentemente simples que consagramos a legitimidade de todos e determinamos o princípio do governo democrático. O pleito eleitoral é o melhor caminho para colocarmos gente de vergonha na cara para cuidar dos interesses do povo.

É muito importante que se compreenda que esta “violável” democracia brasileira precisa urgentemente - diante de tudo o que presenciamos - passar a ser uma democracia participativa, e neste caso as eleições significam justamente este momento de consagração.

O fato é que - por conta de toda essa safadeza em que se encontra o país - fica muito difícil de assimilar uma situação que não seja no mínimo duvidosa a respeito dos nossos futuros “representantes”. Meu amigo, nós estamos praticamente em cima das famigeradas eleições e simplesmente não existe, até agora, nenhuma alma sebosa dessas que pelo menos se aproxime de um “verdadeiro” representante do povo.

O momento é esse, as eleições no meu entendimento, caracteriza-se um excelente momento para discutir os mais importantes temas que interessam à comunidade. As campanhas, a muito, deixaram de ter aquele velho brilho dos palanques de comícios, aonde íamos para conhecer as plataformas de cada candidato. Hoje em dia, o “infeliz” nem contato quer mais com o povo, prefere se dar ao luxo de pagar verdadeiras fortunas para especialistas em marketing político, ou seja, os tais e tolinhos “marqueteiros”, que por sua vez buscam somente o resultado e para isso e devido a ignorância politica dos mesmos, dizem o que eles devem falar, determinam a maneira de se vestirem, a quem eles devem beijar e abraçar, tudo para obter a simpatia do eleitorado.

É muito importante o entendimento de que o voto é a expressão da igualdade. Naquele momento de votar a desigualdade social existente desce pela privada e todos passam a ter igualmente o mesmo direito. Por fim, votar consciente faz todo sentido. Não pense em momento algum que não votando ou anulando o voto você estará adotando uma posição de protesto, pelo contrário, agindo dessa maneira, com certeza você estará aceitando e assinando em baixo tudo o que eles estão fazendo.

 



Compartilhe
comentários

Natal da hipocrisia


Marcio Santana

05/01/2018 19h50

 

Final de tarde, saio para dá uma conferida - de bicicleta -  na ornamentação natalina aqui mesmo pela orla, pois, como sempre, é a única região que recebe tal tratamento. Entre um buraco e outro na ciclovia, observo a alegria dos turistas, vendedores, pescadores na balança, atletas de fim de semana, e ali vou reencontrando amigos de infância, companheiros de lutas, políticos aposentados (esquecidos), em rodas de conversas, ou seja, um cenário mais que interessante para ser observado e admirado.

No trajeto, próximo as tapiocarias e feirinha de artesanato, que insistem em explorar não só os turistas como também os “nativos” dessa província, topo com duas figuras bem distintas. O primeiro trata-se de um senhor magro, mas com uma barriga enorme (famosa barriga de lama), vestindo uma fantasia de Papai Noel, dançando alegremente forró na calçadinha, para estimular as pessoas à pararem para consumir o caríssimo cardápio e consequentemente, ganhar, no final do expediente, como pagamento, um mísero “rango feito”, ou seja, uma tapioca com um café.

O outro, para a minha surpresa, e ao mesmo tempo decepção, é um velho amigo de infância, gente de primeira qualidade, honesto, bom pai de família, cumpridor de seus deveres, e ali, triste de camisa vermelha, sentado cabisbaixo num banco de alvenaria em frente a balança de peixe da Pajuçara, fez com que eu parasse e fosse ao seu encontro para, pelo menos, tentar dar um ânimo de alegria, naquele que sempre procurou ajudar e confortar a todos os amigos e até mesmo desconhecidos que o procuravam na CARHP.

Só precisou de poucos minutos de conversa para saber que eu estava diante de um “ex-funcionário público”, que assim como eu, foi demitido pelo governo, sem justa causa, mesmo estando de férias, sem aviso prévio, mesmo sendo dirigente sindical, mesmo estando com os depósitos do FGTS totalmente desatualizado, e o pior de tudo, mesmo faltando apenas alguns meses para se aposentar.

Aí eu pensei, que porra de palavras de estimulo poderiam ser ditas diante de tal sacanagem, diante de tanta falta de sensibilidade, diante de tanta covardia e incompetência administrativa de uma equipe de miseráveis. Me despedi, lhe desejei um pouco de paz nesse natal, subi em minha bicicleta e peguei o caminho do beco.

Impressionante como esse período natalino consegue transformar o espirito das pessoas. O natal pode não significar nada para alguns, mas com certeza traz uma atmosfera muito amorosa e gratificante para muitos. Sinceramente eu adoro este período, adoro estar com a família, ao lado de minha mãe, meus irmãos, esposa, filhos, dos amigos, daquela maravilhosa mesa farta e deliciosa, mas realmente o que dizer em tal situação?

Voltei puto da vida para casa, pensando a respeito das sacanagens que acontecem nessa vida. Das hipocrisias de muitos que se acostumaram com tanta safadeza e vivem dela. Pensei nos milhares de alunos que estão sem a merenda escolar por causa dos desvios de verbas em seus municípios. Nos pacientes sem remédios, sem médicos, sem leitos. No desvio de verba na construção da adutora, enfim, nas pilantragens e covardias feitas por elementos que se dizem humanos, mas que na verdade não passam de verdadeiros animais escrotos, que com certeza neste natal mereceriam sim, ganhar de presente, uma caixa cheia de vergonha, honestidade, humanidade, gratidão e o mais caro de todos os presentes, o respeito da população e de seus filhos. 



Compartilhe
comentários

O “Canal do Sertão” dos meus sonhos, ou seria pesadelo


Marcio Santana

05/01/2018 19h47

 

Para um humilde, mas honesto lavrador, que sempre sofreu com a implacável seca que a muito assola, e que já matou muita gente e animais, nesse sertão de meu Deus, a maior dificuldade na sua vida sempre foi a falta de agua para plantar, e matar a sede da família e dos animais, mas mesmo assim, nunca, em momento algum, tanto sofrimento fez com que fosse necessário roubar, e nem tampouco tirar de um amigo, vizinho ou mesmo da população o direito de “viver”.

Sempre dependendo do carro-pipa que por sinal, muitas vezes eram viciados a só levarem agua às terras de influentes poderosos, essa abençoada e “cara” agua que por sinal só vinha uma vez por semana, certamente não era o suficiente para sanar as necessidades da família e dos animais que criavam. Porém, em meio à essa já impiedosa e assassina seca, e mesmo diante de tanto sofrimento, tanto abandono, tanta tristeza, tanta morte e tanto lamento de dor, ainda aparecem uns elementos do mais alto grau de periculosidade para tirarem proveito dessa situação, agindo, de maneira cruel contra sofridos e ao mesmo tempo verdadeiros heróis sobreviventes.

A alegria de um sertanejo é poder criar uns animais e deles sobreviver, mesmo que para isso precise caminhar longos trechos para conseguir um ou dois baldes de agua salgada na ribeira para poder matar a sede da criação,      

Ai finalmente vem o início das obras da “Adutora do Sertão” e com ela vem a esperança de milhões de sertanejos, que apesar da crença em Nosso Senhor Jesus Cristo, já começavam a duvidar das próprias forças para aguentar tanto sofrimento. Olhem bem uma coisa, vocês imaginem um cidadão, um político, um pai de família, agora assimile, mesmo que contra qualquer tipo de semelhança, a própria figura da honestidade, aí vocês terão a verdadeira característica de um desgraçado que é capaz de exigir propina para poder construir a salvação de uma gente merecedora de todo nosso respeito. Eu sempre soube que mais sedo ou mais tarde, a verdade viria à tona, agora com o desenrolar dessas investigações da PF, ela está começando a criar identidade própria e tomara que seja cumprida a quase que extinta lei.

Esses “Fí da Peste”, que não valem nem o que o gato enterra, independente de classe social, política, religiosa ou mesmo gangues, deveriam, com certeza, passar ao menos um mês, dentro de uma cela, em um local bastante quente, sem o privilégio de tomarem se quer, um gole de água por dia, para começarem a entender o que é realmente ter sede.

Mas, apesar de tanto roubo e desvio de verbas, propinas e acordos de interesses duvidosos na construção do canal, tudo está começando a mudar na vida dos nossos irmãos. Depois que essa água chegou através desse abençoado canal, foi possível irrigar as plantações, o que possibilitou o cultivo de milho, feijão de corda, coentro, pimentão, cebolinha, cenoura, enfim, tudo o que é necessário para um ser humano sobreviver.

A pureza, sinceridade, e acima de tudo gratidão que o sertanejo possui, com certeza, serão itens raros na vida de quem sempre foi um latifundiário, e que por sua vez, nunca soube o que é passar sede nem fome, mas como dizia o poeta, “Boi com sede bebe lama, barriga seca não dar sono, eu não sou dono do mundo, mas tenho culpa por que sou filho do dono”, todos nós somos culpados, e é justamente por isso que nas próximas eleições vamos juntos, começar a grande mudança.



Compartilhe
comentários

A ficha que salva na fila, é a mesma que na fila mata


Marcio Santana

05/01/2018 19h44

 

Esta semana fomos todos surpreendidos por mais um golpe absurdo praticado por “monstros pernósticos" contra o cidadão que precisa usufruir dos serviços de saúde pública aqui em nossa província, quando gestores do Hospital Universitário Professor Alberto Antunes (HUPAA) em Maceió, entregaram à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal provas concretas em fotos e vídeos que comprovam a prática irresponsável de venda de fichas na já sofrida fila do HU para agendamento de consultas e exames.

Meu amigo, para mim, nessa escrota e maquiavélica prática, tanto está errado quem vende a ficha, como o elemento que a compra. Realmente eu não consigo entender como, em uma situação tão deplorável, angustiante e sofrida como a fila de um hospital público, ainda possa ter espaço para tão maldosa ação.

Você imagine um cidadão de bem, que vem lá do cafundó do Judas, totalmente debilitado, sofrendo com os mais diversos tipos de enfermidade, chega de madrugada, fica ali no frio, com fome, sentindo dores, passando por muitas humilhações e quando é chegado o momento de ser atendido, recebe a informação de que o exame não poderá mais ser realizado naquele dia, pois, devido a venda de fichas, alguém com o poder aquisitivo melhor que o dele, comprou a sua vez.

Todos sabem que tais práticas se tornaram comuns em diversos setores do serviço público brasileiro, porém, devido ao “nada faz” das autoridades, as coisas continuam acontecendo de vento em poupa, diante dos olhos de todos e só o pior dos cegos é que não enxerga.

Você vai na Prefeitura e tem quem “resolva” seu problema sem que você precise ficar na fila, vai no Detran a mesma coisa, chega na fila do pão, se não liberar pelo menos a grana do “goró” do encarregado, só pega a farinha de rosca, enfim, essa é uma realidade nacional, e que já virou meio de vida para muitas pessoas.

Enquanto tais procedimentos continuarem acontecendo, certamente pessoas vão padecer nas mais diversas filas da vida, pessoas vão enriquecer às custas do sofrimento de outras, o carrinho de compras na fila do lado no supermercado, sempre vai andar mais rápido que o seu, o cambista, na porta do estádio vai estar sempre com o melhor setor do campo, o apressadinho que corta pelo acostamento nunca vai ser multado e etc.

E essa famigerada vida continua, a safadeza humana continua, a legião dos miseráveis só aumenta, os nossos “representantes” fingem que fazem alguma coisa e a gente não finge que acredita, a comida que o nosso filho diz que está sem gosto com certeza iria alimentar muitos que estão na fila para ganhar um pão, a fila do medicamento doado pelo governo só tende a aumentar, mas também a fila para fazer a fezinha na loteria vira o quarteirão.

Porém, com certeza, diante de todos os exemplos que diariamente assistimos nas mídias comprometidas, a pior e mais cruel de todas as filas não poderia ser outra senão a de eleitores, pois ali sim, enquanto uma minoria tem a fabulosa e hoje rara, sã consciência, a maioria prefere a manutenção da safadeza e da roubalheira.  



Compartilhe
comentários

O ano era 1978


Marcio Santana

27/11/2017 19h05




Compartilhe
comentários

A aba desse chapéu é grande e infelizmente negociável


Marcio Santana

27/11/2017 19h03

 

Como explicar um descarado acordo desses que o PT e PMDB estão prestes a fechar, sem ter a mais pura certeza que muita coisa podre tem por trás. Dois partidos rompidos desde o impeachment da presidenta cassada (injustamente), Dilma Rousseff, e que agora já negociam alianças para as eleições de 2018 em vários Estados do Nordeste.

Como explicar o inexplicável, ou seja, que esta famigerada aliança, deste agora “partideco”, se faz justamente pela força que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda tem na região e por isso está atraindo os peemedebistas, e mais ainda, que o fato de o PMDB ser o partido com maior tempo de TV e ter o maior número de prefeituras do País seriam o principal fator dessa fraqueza do PT. Isso é sem dúvida alguma uma verdadeira vergonha.

É simplesmente impressionante a falta de caráter, respeito e vergonha na cara desses “elementos” que se dizem nossos representantes, mas que na verdade não passam de um bando de oportunistas e calhordas, sem um pingo de hombridade e princípios ideológicos.

Como não poderia ser diferente, aqui nessa província sem dono, ou melhor, com alguns donos, o PMDB quer o apoio do PT e para variar, as “grandes lideranças”, já iniciaram os conchaves para repetir em 2018 a aliança de 2014. Se baseando, principalmente, em pesquisas “verdadeiras” onde mostraram Lula na frente na corrida presidencial.

Aí vem Sergipe, Piauí, e Paraíba cada um com seu cada um, e no final todos com o rabo preso a uma mesma ideia, ou seja, pegar “bigú” na aba do chapéu dos outros, mesmo que para isso seja preciso vender a honra e a famosa e já bastante esquecida ideologia partidária.

Continuo a dizer, hoje, nesse pais e principalmente aqui em Alagoas, realmente vai ser muito difícil encontrar nessas próximas eleições, um candidato que não tenha se vendido, ou não possua a ficha suja, nos deixando assim, com aquela sensação de que “pior do que está com certeza vai ficar”, até por quê esses elementos, queira ou não queira, ainda possuem um “curral” eleitoral que garante, apesar de todas as evidencias, as safadezas e falcatruas, uma reeleição.

Onde já se viu, ou mesmo se podia imaginar, esses dois partidos, que a poucos anos atrás travavam uma verdadeira guerra na política brasileira, agora juntinhos e articulando um mesmo palanque (ou altar).

Vamos em frente meus amigos. Vamos torcer para tudo dar certo. Vamos fazer fé numa legião (in memória), de verdadeiros representantes que possam baixar por aqui e iluminar a mente desses meninos abelhudos, mimados e a maioria pau mandado, que possam ter a responsabilidade de responder por essa província. Vamos acreditar na quase que extinta decência desse “moi” de cupim de aço, que não irão sossegar enquanto não acabarem com o resto de Alagoas e do Brasil.

 



Compartilhe
comentários

No aniversário de Arapiraca, o grande presente é a imparcialidade do JA


Marcio Santana

27/11/2017 19h01

 

Falar de Arapiraca para mim, é um grande privilégio, é recordar de um dos maiores e melhores momentos de minha vida, dos grandes amigos que fiz em um dos maiores clubes de LEO do Brasil, o Leo Clube de Arapiraca, dos grandes shows no Clube dos Fumicultores, dos emocionantes jogos da Primavera, dos grandes clássicos de futebol entre o ASA e os demais clubes do Estado, enfim, de uma cidade que sempre me acolheu bem e que caminhou ao lado da prosperidade e do desenvolvimento. E quando falamos em desenvolvimento, os números por si só já dizem tudo, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego, Arapiraca foi o quarto maior gerador de empregos com carteira assinada no país no ano de  2015, e isso se deve ao espirito empreendedor de pessoas que nunca mediram esforços para acreditarem na sua terra.

E uma cidade como essa, não poderia em hipótese alguma abdicar-se de um jornal da qualidade, do respeito e da credibilidade do JÁ. Quando fui convidado pelos meus amigos Gabriel e Baía a participar desse semanário, de imediato aceitei, principalmente pela linha de trabalho deste grande jornalista, pelo privilégio de escrever para um informativo que iria circular em uma das mais importante cidade do nordeste brasileiro, e também por ter ficado impressionado com tudo o que foi apresentado, toda a estrutura, os profissionais, a linha editorial, enfim, pela seriedade do projeto.

E quanto a tal da imparcialidade, graças à Deus aqui no JÁ é uma constante. Nunca concordei com o fato de que o profissional de imprensa (Jornalista), tenha que ser totalmente imparcial. Não concordo com a parcialidade no esporte, na política, na religião e principalmente na intencionalidade de opiniões, portanto, é importante que se diga que o fato de ser imparcial não me dê o direito de achar um absurdo, por exemplo, estar diante de uma cena de um crime, onde um elemento se encontra com todos os objetos da vítima, todo ensanguentado a poucos metros daquele corpo dilacerado já sem vida no chão, e mesmo assim ser tratado como um simples suspeito, e que a partir daí ainda pode gerar um grande problema para o jornalista que ao menos insinue que o mesmo é sim o autor do referido crime, e este mesmo exemplo se aplica nos recentes episódios da nossa famigerada política, onde as evidencias são claras e mesmo assim alguns “veículos 1.0”, de comunicação, insistem em querer levar outra informação ao leitor, ouvinte ou telespectador.

Com certeza, cada jornalista possui sim a sua ideologia, sua maneira de ver esse mundo velho de meu Deus. E sendo assim, imagino que nada é mais honesto com meus leitores do que mostrar a clareza da verdade. Quantos jornalistas que se dizem “imparciais” tentam de todas as formas inserir suas tendenciosas opiniões nos seus leitores, isso sim é a verdadeira e inescrupulosa manipulação.

Mas meus amigos o momento é de comemoração, e sendo assim, fica aqui, toda a minha alegria, respeito, admiração e um grande PARABÉNS para Arapiraca e ao JA que com certeza caminham juntos e certamente terão pela frente muitas dificuldades, mas também muitas alegrias.



Compartilhe
comentários

Meu amigo Mané, ainda bem que você não viveu pra ver o que eu estou vendo


Marcio Santana

27/11/2017 18h59

 

Chega mais um final de mês, fico atento às notícias, será que vamos ter aumento na aposentadoria, não, mas em compensação vai sair a metade do décimo. E quantos e quantos meses conversávamos sobre como estava defasado o nosso salário, você com uma mente privilegiada, sabia de todos os índices do governo, e nunca deixou de compartilhar tais informações com seus companheiros de sindicato.

Meu amigo, a sua falta é sentida quase que diariamente, mas, posso lhe garantir que não estais perdendo absolutamente nada de bom aqui nessa vida velha e desarrumada. O que presenciamos rotineiramente é um monte de safadezas, roubalheiras e a cada dia um daqueles que você chamava de “cupim de aço”, vai preso e logo em seguida está solto para comandar o esquema.

 

Fico imaginando como esses elementos, em sua maioria cafajestes, ladrões, vigaristas e acima de tudo, cínicos, conseguem, apesar de todo glamour, privilégios, mordomias, vantagens e tudo mais que possuem, diante de tantas acusações, provas concretas, vídeos reveladores e cobertura total da imprensa nacional e internacional, manter a cara lisa de verdadeiros sem vergonhas assumidos diante de seus filhos e familiares.

 

Mas meu amigo, nós somos muito maiores e podemos, com certeza, dormir um maravilhoso sono dos Deuses, todas as noites, sem se preocupar se no outro dia ou mesmo durante a madrugada a Policia Federal não vai chegar para nos fazer uma visitinha de surpresa.

 

Por aqui está uma verdadeira esculhambação, é governador incompetente extinguindo órgãos, é senador corrupto já preparando seus currais para serem reeleitos, é jornalista “marrom” comprometido até a merda com a safadeza, enfim, está acontecendo justamente o que você imaginava e tinha receio que fosse acontecer, mas de uma maneira descarada que só o pior dos cegos não consegue ver.

 

Você não está mais aqui fisicamente, mas certamente, de onde estiver, e eu sei que é em um lugar bastante privilegiado, bem que poderia, se os “home” daí permitirem, tentar de maneira direta e provocativa, mandar um pequeno aviso para esses delinquentes para que eles pensem nos menos favorecidos, para que aí sim, se for o caso, essa corja de marginais pelo menos de vez em quando, mande um representante lá no nosso churrasquinho, e pague uma rodada de cravo e canela para a turma.

 

Fique em paz, e pode ter a certeza que sempre irei manter você informado de tudo que corre aqui por estas bandas, espero um dia poder dar alguma notícia descente à respeito desses elementos que se dizem nossos representantes mas que, na verdade, nunca me representaram em nada.

 



Compartilhe
comentários

Com a palavra os que ainda possuem a “extinta vergonha na cara”


Marcio Santana

27/11/2017 18h52

 

 

De vez em quando é sempre bom, para passar o tempo, assistir um pouco certos canais para descontrair e as vezes dar grandes risadas, e ontem não foi diferente. Assistindo a TV Senado, entre um e outro discurso, daqueles atores, percebi que alguns se mostravam bastante indignados com a situação atual do País, a partir daí já comecei a me descontrair.

Aí, já em relação ao outro lado da moeda, fico imaginando se esses bicudos mimados, que nunca se interessaram por nada de real valor político, falsos intelectuais e moralistas que vivem baixando a cepa na atual conjuntura - e olhe que aqui em Alagoas tem muito - se os mesmos estariam aptos a comportar-se de forma diferente se exercessem os mesmos cargos, tivessem as mesmas mordomias, fosse ele um simples consumidor ou um grande empresário, fosse ele um servidor público aposentado assim como eu, fosse um jovem idealista ou um velho cabeça dura.

Gostaria muito que a velocidade em que caminham a ciência e a tecnologia, fosse a mesma que proporcionasse a evolução da ética, da moral e da vergonha na cara desse monte de delinquentes. É uma vergonha como a grande disputa de espaços e a nojenta luta pelo poder brutalizam o elemento, que passa a ver no seu semelhante sempre um inimigo.

Essa nossa “sociedade” a muito passou a ser dividida entre os que “humilham” e os que são “humilhados”, os mais espertos providos de muita influência irão conduzir o destino dos que não possuem nada. Os detentores de forte influência, considerando o poder econômico, social e demagógico conduzem as preferências de toda a sociedade. Mas, isso não significa dizer que os lascados usem a mísera situação em que vivem para justificar a contravenção.

Estamos vivemos uma grande e insuportável crise de legitimidade do modelo político, vivemos uma crise de representatividade dos partidos políticos tradicionais, vinculados às oligarquias regionais e às grandes burguesias nacionais, bem como dos partidos de esquerda que rapidamente passaram a usar as mesmas práticas inescrupulosas de políticas tradicionais que antes tanto combatiam. Antes dessa famigerada crise econômica ou política, estamos vivendo aqui nessa província sem dono uma profunda crise moral e, entre outras razões, decorrente da fragilidade na nossa formação. A esperança de enriquecer fácil com dinheiro público e a certeza da impunidade é maior do que o medo de ser pego, razão pela qual eles não estão nem aí para sociedade.

Esses elementos que se dizem nossos representantes no parlamento, parecem preocupar-se tão somente com a própria manutenção no poder e obtenção de vantagens pessoais, se deixando levar por uma inclinação maligna que chega a enojar. Enfim, toda essa sorte de mazelas que parece demonstrar que o povo brasileiro vive num enorme carnaval de bandalheiras, numa incessante orgia de falcatruas que se repetem com frequência tal que, cerca de dois ou três meses do último escândalo, já não se tem mais lembrança dos detalhes dos primeiros.

Essa infeliz realidade caótica e desesperadora, ao mesmo tempo em que desencanta e desestimula, permite que possamos refletir sobre as fontes dos infortúnios brasileiros, entre as quais a crescente crise moral. Não bastasse a inflação e a vergonhosa posição do Brasil em todos os indicadores de desenvolvimento e civilidade, as notícias veiculadas pela mídia nos últimos tempos nos levam a concluir que vivemos o pior momento da história.



Compartilhe
comentários

Campina Grande está literalmente voando em tecnologia e lança o seu primeiro avião


Marcio Santana

09/10/2017 17h29

Fonte PBagora

No mês de aniversário de Campina Grande, a cidade voa mais alto e entra, definitivamente, no mapa da indústria aeronáutica nacional. Isto porque a empresa Stratus Aeronaves vai realizar na próxima terça-feira, dia 10, às 10h, no Aeroclube do distrito de São José da Mata, o voo inaugural do Volato 400, primeiro avião fabricado na Paraíba. O evento histórico será prestigiado pelo prefeito Romero Rodrigues, que será homenageado pela direção da empresa, por conta do apoio decisivo do município ao empreendimento.

O Volato 400 é o primeiro modelo a ser produzido pela Stratus, atendendo a quem busca um modelo de aeronave confortável, rápida, com boa capacidade de carga e de excelente custo/benefício, capaz de atingir grandes distâncias com segurança. A aeronave Volato 400, de origem americana, tem capacidade para quatro pessoas. Ela deve ser vendida pelo valor de R$ 750 mil. O avião, segundo o site da empresa, deve atingir 15 mil pés de altura a uma velocidade média de 350 km/h. A Stratus foi criada com o objetivo de produzir aeronaves de pequeno porte de dois e a quatro lugares para atender ao mercado brasileiro com produtos seguros e de alta performance.

O empreendimento, cujo hangar foi inaugurado em 30 de junho de 2016, tornou-se possível graças ao apoio da Prefeitura de Campina Grande. Segundo o empresário Juan Pinheiro, a Prefeitura de Campina Grande, por orientação de Romero Rodrigues, sempre esteve aberta ao diálogo e garantiu total apoio ao processo de implantação da indústria aeronáutica na cidade. “Devo lembrar, por exemplo, que o prefeito procedeu a desapropriação de área anexa ao Aeroclube de São José da Mata, viabilizando, assim, a instalação da nossa empresa, pois havia necessidade de amplo terreno destinado ao funcionamento de uma pista de pouso. Além disso, ao longo do tempo, a equipe técnica do governo municipal sempre acompanhou este processo de conquista para o povo campinense”, afirmou Juan Pinheiro.

Empregos e crescimento 

Segundo o empresário, a nova fábrica oferece 18 empregos diretos e mais 10 indiretos, além de oportunidades geradas a partir de ações desenvolvidas em parceria com empresas terceirizadas. A tendência é ampliar cada vez mais este quadro, levando-se em conta de que a empresa pretende lançar no mercado um novo tipo de aeronave, além da Volato 400. O futuro modelo contará com tecnologia totalmente paraibana, contando, para tanto, com o trabalho de pesquisadores de instituições como UFCG, Senai e muitas outras. A Stratus, que teve um investimento inicial de R$ 5 milhões, é parceira da Empresa Volato Aeronaves, indústria brasileira com sede em Bauru, com mais de 15 anos no mercado.

A companhia conta com o apoio do CTA - Centro de Tecnologia Aeronáutica, do SENAI da Paraíba, onde são capacitados os seus colaboradores e também desenvolvidos novos itens e componentes para a produção, utilizando equipamentos de última geração, a exemplo dos melhores fabricantes do mundo. O presidente da empresa, Juan Pinheiro, disse que o empreendimento deve tornar a Paraíba uma referência no segmento de aviação. A consolidação da fábrica vai atrair novos investimentos voltados para o setor de aviação, em Campina Grande, num processo que deverá culminar com a construção de um parque aeronáutico aqui na cidade.



Compartilhe
comentários

Mané, o cara não vale nada!!!


Marcio Santana

30/09/2017 21h10

 

A maligna, destruidora e descabida estratégia anti-socialista do governo Temer é ir, aos pouquinhos, acabando de maneira maquiavélica e desumana com os programas sociais, usando para tal extermínio a redução dos recursos orçamentários. Está acontecendo com o Bolsa-Família que simplesmente já teve mais 1,5 milhão de pessoas excluídas e que agora voltaram a passar fome, com a quase extinção da reforma agrária, com a Farmácia Popular, com o Fies e outras tantas políticas sociais criadas nos governos do Lula e Dilma.

O deprimente e ridículo orçamento que o governo golpista apresentou ao Congresso para 2018, é um atentado contra as políticas sociais. Porém, a mais infame e covarde das maldades foi cometida - para variar -  contra os mais pobres e mais necessitados desta província sem dono, ou seja, os idosos sem renda e sem aposentadoria, com mais de 65 anos, e os portadores de deficiência incapacitados que recebem o BPC – Benefício de Prestação Continuada, no valor de um salário-mínimo mensal. Depois de muitos e muitos cálculos - certamente na calada da noite - o Conselho Nacional de Assistência Social estimou a necessidade de R$ 3 bilhões para o Fundo Nacional de Assistências Social (FNAS) em 2018, porém, na elaboração do orçamento a tesourada vadiou e o governo reduziu os recursos para R$ 78 milhões. Isso significa dizer que apenas 0,13% do que estava previsto foi destinado para o fundo, e é justamente deste fundo que saem os recursos para o financiamento do BPC e de outras ações sociais mantidas pelo Estado.

Hoje no Brasil dos miseráveis, os beneficiados somam mais de quatro milhões de pessoas, que precisam demonstrar que a renda familiar não supera um quarto do salário-mínimo. Ou seja, precisam ser muito pobres mesmo. E precisam, como se não já demonstrassem, comprovar, através de perícia médica, naturalmente, que a deficiência é incapacitante. Com certeza essa é a primeira vez que, depois da regulamentação da LOAS, a sobrevivência do PBC está mesmo ameaçada.

Certamente, este é mais um episódio drástico e fatal neste governo que desde o golpe ainda não conseguiu simplesmente mostrar nada de proveitoso e resultante. A partir de agora, o que poderemos esperar, será o obvio, ou seja, se já temos milhares de crianças de rua, em breve teremos também mais idosos e deficientes na rua, pedindo esmolas para não morrerem de fome.

Meu amigo isso é um absurdo, quer dizer que, se os recursos são insuficientes, a solução virá pela exclusão de beneficiados ou mesmo pela redução do valor do benefício, hipótese já cogitada pelo governo quando da elaboração do plano da reforma previdenciária e que, graças a meu bom Deus empacou no Congresso e que assim como a possível venda da Amazônia, que foi desfeita essa também não passará, e mesmo assim o temeroso continua. Até quando!!! 



Compartilhe
comentários

Aí eu pergunto: O que (quem), é o verdadeiro “Parasita”.


Marcio Santana

11/09/2017 20h55

 

 
Levando-se em consideração que apesar de todas as evidencias, claras, descaradas, gritantes, registradas, filmadas, denunciadas e mesmo assim tidas como infundadas pela justiça brasileira, tive a curiosidade de pesquisar na grande internet, o verdadeiro significado de “Parasita”.
 
E as coincidências com uma certa classe de “trabalhadores” brasileira, são muitas. Vamos lá, do latim paras?tus (embora com origem mais remota num vocábulo grego que significa “comedor”), um parasita é um organismo que vive às custas de outra espécie - é impressionante a semelhança - que pode ser animal ou vegetal, alimenta-se do outro organismo, lascando até a tampa, tirando tudo o que ele tem, debilitando-o mas sem chegar necessariamente a matá-lo.
 
As sequelas que esses infelizes provocam em nosso organismo recebem o nome de parasitismo (ou seria roubalheira, pouca vergonha, certeza de impunidade). A espécie que aloja o parasita é o hospedeiro (qual seria hoje aqui no Brasil esse órgão?), que faz parte da mesma corriola, que além de participar de todo o esquema ainda consegue sair impune diante de tantas evidencias.
Portanto, podemos afirmar que apesar de tantas investigações, processos, divulgação na mídia marrom e interesseira Glopista, os parasitas se beneficiam do “esquema” que estabelecem uns com os outros.
 
O mais impressionante de tudo é que em alguns casos, os próprios parasitas podem se transformar em hospedeiro de uma terceira espécie (por exemplo: os frigoríficos da vida), que se conhece como hiperparasita. Assim sendo, cria-se uma rede de corrupção onde o hiperparasita vive às custas do parasita, ou seja, um morde e o outro assopra.
 
Quando um miserável desses – e aqui em Alagoas tem muito - encontra um organismo debilitado, aí meu amigo, é caixão e vela preta e é justamente aí onde estão incluídos milhões de pessoas que passam fome, que dormem nas filas do SUS, que moram nas ruas, praças, além de outros tantos milhões que ganham menos de meio salário mínimo para realizarem o milagre da sobrevivência. A partir desse momento esta “legião de condenados” passa a fazer parte desse sistema nojento e inescrupuloso que vive única e exclusivamente da manipulação ou da exploração desses “eleitores parasitas” através da compra de votos, da distribuição de favores durante os períodos eleitorais e outras práticas já conhecidas.

 



Compartilhe
comentários

O analfabetismo político


Marcio Santana

11/09/2017 20h52

 

Eu entendo que não saber ler e escrever, realmente são características de uma pessoa não alfabetizada. Com certeza essas são as principais características dentre tantas outras que não é necessário citar. E para variar, no nosso cenário político, é muito fácil encontrar pessoas que fazem parte desse quadro que envergonham o estado e consequentemente o país.

Certamente é mais comum encontrar casos assim em gestões municipais de cidades do interior e aqui em Alagoas não é diferente. Infelizmente o Norte e Nordeste são os maiores campeões nesse quesito. As miseras cidadezinhas do interior dessas regiões exibem políticos que muitas vezes não passaram da quarta série e mal conseguem escrever ou ler, mesmo assim, graças às “forças” estranhas assumem as prefeituras e câmaras para representar um povo sofrido, que precisa de boas condições de vida e de homens de vergonha na cara.

Os jornais – a maioria comprada - sempre batem na mesma tecla quando o assunto é pobreza, enfocam o Nordeste como a maior vítima de uma má distribuição dos recursos para educação, saúde, moradia e trabalho. Mas de quem é a culpa? Todos nós sabemos que são de políticos corruptos e sem nenhuma ideia do esteja acontecendo.

Esses lambe-botas que não sabem nada da realidade do nosso povo teimam em cruzar os braços ou tentam remediar com programas que não auxiliam nem tampouco ajudam os mais pobres do jeito que deveria ser. E quando falo de despreparo, não isolo apenas a questão da leitura, escrita e interpretação, falo também do desconhecimento dos deveres e direitos de ambas as partes, ou seja, o poder e povo

Subir em uma porcaria de palanque e dizer tudo de belo e bonito é o que se faz de melhor nas campanhas eleitorais, sem contar as propagandas políticas gratuita (que de gratuita não tem nada. As emissoras recebem ressarcimentos de impostos fiscais pelo tempo gasto nas propagandas), que enchem a TV e o rádio com candidatos e mais candidatos. Ou seja, nessas campanhas o dinheiro é gasto para “iludir” os bestas e na hora de assumir os cargos, é que a gente vê quem foi eleito e o grau de despreparo que surge com leis absurdas, decretos que não servem pra nada e comentários sem valor nas reuniões do legislativo.

Destaco esse problema num parâmetro regional, por que é onde os maiores absurdos acontecem. As cidades pequenas são as maiores vítimas desse mal e quase sempre, não se faz nada para melhorar isso. Por que acredito que se um político tem uma boa base educacional, pode também desenvolver um certo grau de instrução na carreira.

Mas como mudar isso? As questões começam pela própria Constituição. Ela dá o direito a todo cidadão, de qualquer classe ou status social, de se candidatar a uma vaga para qualquer cargo político. Sendo assim, como o nosso país ainda ostenta alto índice de analfabetismo, cerca de 10% da população, qualquer um pode usufruir desse direito constitucional e ser candidato nas eleições.

É onde grande parte se elege por que ganha o apoio financeiro de terceiros (com segundas intenções) e faz o eleitor esquecer qual deveria ser o critério principal na escolha: uma boa formação política.



Compartilhe
comentários