O “porte de arma” para Presidente do Brasi


Marcio Santana

07/12/2018 19h01

 

Teve um tempo em que todos apostaram no “caçador de Marajás”, naquela ilusão de que tudo seria resolvido da forma mais limpa e transparente, quando começou o governo tivemos o que tivemos e no final, não era nada do que pensávamos.

Teve outro tempo em que todos apostaram e imploraram o golpe, e vejam como tudo terminou.

Agora o que se escuta pelas bodegas da vida é justamente a alegria de finalmente poder ter o direito de usar uma arma e aí sim, resolver as coisas da maneira que achar mais coerente.

E aí meu “fio”, nem olhe para mim com cara feia senão vai entrar na bala. Se cortar a minha energia vai entrar na bala. Se olhar para minha “muié” vai entrar na bala, e assim serão resolvidos diversos probleminhas que antes bastava apenas uma boa conversa ou um bom acordo.  

Eu entendo que não faz sentido algum, essa “ignorante e violenta” parcela do eleitorado brasileiro, achar que deve eleger o porte de arma para presidente do Brasil, tomando para si a responsabilidade de defender a vida e à propriedade. Essa função, todos nós sabemos, pertence ao Estado. Essa oportuna parcela de “radicais idiotas” tem de buscar proteção sim, mas com um outro tipo de arma, ou seja, uma cobrança direta a esses nossos “representantes” que em sua maioria andam escoltados por diversos seguranças pagos com o nosso dinheiro.

Claro que sabemos da existência de todas as dificuldades sociais que estamos vivendo: pobreza, miséria, desagregação familiar, falta de educação, de valores de civilidade e de cidadania etc. mas também não podemos ignorar nem tampouco fechar os olhos para o sentimento de injustiça que habita no país, a população não vê a polícia na rua,  a facilidade que um bandido tem para adquirir uma arma.

A conscientização do cidadão de que ele não deve e não pode andar armado é importantíssima, e isso você pode perguntar a qualquer especialista em segurança pública - que não seja “candidato” sem plataforma- que certamente ele irá dizer o quão perigoso é um despreparado portar uma arma de fogo. Já dizia aquele velho ditado, se a ocasião faz o ladrão, o “mito” vai produzir o matador.

Meu povo “inteligente”, nesse momento, o mais importante é votar consciente, principalmente aqui em Alagoas e esperar que o Estado faça a sua parte e evite que a arma chegue ao marginal.

Se isso fosse algo evidente nesta província medíocre em que vivemos, se o cidadão alagoano percebesse que a polícia está agindo para protegê-lo, se os políticos comprometidos com tudo menos com a gente, cumprissem suas promessas de campanha, certamente nós não precisaríamos de armas.



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CSA na série A, Alagoas em festa


Marcio Santana

07/12/2018 18h59

 

Para começo de conversa, todos sabem da minha “paixão” pelo CRB, é um sentimento que as vezes me deixa até com dúvidas à respeito do merecimento do mesmo, porém o que está acontecendo neste momento no futebol alagoano é algo simplesmente maravilhoso, motivo de orgulho para todos, independentemente de o fato ser consumado ou não, ou seja, mesmo que o Centro Sportivo Alagoano não consiga subir para a série A, essa campanha brilhante que vem realizando sem duvida alguma já pode ser considerada a mais clara definição de superação e organização já vista dentro do futebol alagoano.

Atual vice-líder do Brasileiro da Série B e vivendo um ótimo momento, o CSA é um dos principais destaques do futebol nacional nesse ano e elogiadíssimo pela imprensa brasileira. Depois de 20 anos de sofrimento, crises internas etc., o CSA voltou a participar de uma série B, foi campeão da série C, campeão alagoano após 10 anos, enfim, uma evolução que tem que ser respeitada e admirada ate mesmo pelos seus rivais alagoanos.

Lembro-me bem dos anos em que o time marujo passou por diversas dificuldades no campeonato alagoano, sendo rebaixado, sem patrocínio, muitos problemas jurídicos. Mesmo assim, graças a um desafio aceito pela atual diretoria que nunca mediu esforços para colocar o time no lugar que merece, o time teve uma evolução muito grande e hoje está colhendo os frutos de uma brilhante administração.

Parabéns a nação azulina, a sua diretoria, aos jogadores guerreiros que sempre se doaram totalmente ao projeto, fazendo com que o grande sonho enfim pudesse ser realizado. O CSA na série A é sinônimo de receita não só para o clube, mas também para o estado, que apesar de não incentivar o esporte (nem uma porra de um placar eletrônico se interessa em colocar no Estádio), vai poder arrecadar impostos, é a certeza de casa cheia como tem sido uma constante nos jogos com mando de campo, e ai, tem todo um comércio que precisa desse movimento no entorno e dentro do “Trapichão”..

Só um castigo muito grande, ou alguma “arrumação” dos cartolas, para o CSA não conseguir o acesso, vamos todos continuar com essa corrente de otimismo, repito sou regatiano, mas posso garantir que vou ficar bastante feliz de presenciar e participar deste momento de gloria azulina.

É uma pena que pelo andar da carruagem, e diante da péssima campanha que o CRB está fazendo, com certeza não irei assistir o meu Vasco jogar no ano que vem no “Trapichão”, pois tudo leva a crer que ambos serão rebaixados.

Nunca tive problema algum – diferentemente de muitos colegas - em manifestar o meu time de coração, porém, se acharem por bem me criticar que assim o façam, pois até mesmo o mais fanático repórter ou jornalista azulino jamais poderia imaginar estar vivendo momento tão exuberante e lindo, algo vivido por nós regatianos durante anos. 



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É chegada a hora


Marcio Santana

07/12/2018 18h56

 

Finalmente (graças a Deus), chegou a hora da famigerada e preocupante definição que consequentemente trás consigo o fim de toda essa palhaçada eleitoral, transvestida de honestidade e recheada de muita demagogia, mentiras, algumas verdades, muita safadeza, uma dosagem considerável de preconceito, apologia ao ódio e outras mazelas mais. 

Finalmente é chegada a hora de colocarmos em evidencia a clareza das coisas, o raciocínio crucial dos verdadeiros especialistas, de respondermos com muita veemência toda essa safadeza desenfreada e anárquica que assola os nossos olhos e ouvidos. De entendermos que o continuísmo não nos levará a lugar algum senão o que já nos encontramos. 

Vamos acreditar na proposta decente, coerente, lógica, acreditável, e o mais importante, realizável. Basta de ilusões, basta de tapinha nas costas, basta de abraços falsos, no momento o que essa província necessita é de muita vergonha na cara desses “feudais” que devido à fragilidade financeira de muitos se aproveitam, exploram, iludem e no final das contas dão uma banana e fica por isso mesmo. Devemos - diante das desgraças que temos como opções - fazer uma triagem minuciosa e consciente, e aí sim, entender que é justamente a partir desse momento que uma verdadeira diferença poderá ser feita e cobrada. 

Não existe mais espaço para a roubalheira, safadeza, acordos bizarros, desrespeito à constituição, impunidades, conchavos ridículos, cinismo e outras qualificações apropriadas como definição do perfil atual da política brasileira, em especial a daqui de Alagoas. 

O escroto e medíocre voto de protesto que para muitos virou uma “válvula de escape”, certamente deverá mais uma vez ser destaque, principalmente para presidente. No meu entender essa é uma pratica covarde, bisonha e principalmente vergonhosa utilizada por verdadeiros “analfabetos políticos”, anarquistas e idiotas sem noção, que teimam em se esconder atrás de um protesto inimaginável que só serve para ajudar os poderosos.

 



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Desconfio


Marcio Santana

07/12/2018 18h54

 

Não era para ser assim, porém, e pelos fatos que rotineiramente acontecem em nossas vidas. Pelos exemplos que diariamente teimam em se expor na nossa rotina. Pela qualidade de “representantes” que temos na nossa política. Pelos constrangimentos que vivenciamos à toda hora, não poderia ser diferente. É muita sacanagem, roubalheira, desrespeito, violência, intolerância, cinismo enfim, muita falta de vergonha na já (sem verniz), cara de pau desses malandros. 

Desconfio do trabalho do frentista quando abasteço, do manobrista que arranha nosso carro, do feirante quando pesa um quilo de feijão verde, da qualidade da vacina da gripe, da honestidade do vendedor de peixe que muitas vezes vende carapitinga dizendo que é carapeba, do peso do pão francês e o pior de todos, de mim mesmo, por sempre acreditar que todos eles são dignos de minha confiança.

Quando imaginamos que esse fator confiança é uma necessidade em se tratando de vida, esperamos no mínimo que os exemplos nos permitam a acreditar que nem todos são “farinha do mesmo saco”.

Na minha vida toda nunca - até essa presente data – participei, conheci, presenciei e principalmente acreditei nas famigeradas pesquisas eleitorais e fico imaginando como pode um coordenador de uma campanha, ter a convicção de que determinada região seria o reduto de seu patrão, e ali, certamente os números serão favoráveis.

Faltando poucos dias para o primeiro turno, eu vi e o Brasil todo viu nas eleições passadas, lá na Paraíba, um candidato que se dizia imbatível – não pelo o que fez em prol dos paraibanos e sim pelo “curral” eleitoral que dizia possuir por lá – levar a maior lapada da história, para um “simples” ex-prefeito, que simplesmente conseguiu transformar João Pessoa em uma das capitais mais lindas e promissoras do Nordeste, refiro-me a Ricardo Coutinho que pra contrariar essas “pesquisas”, não só humilhou o imbatível como também se reelegeu.

Por tanto, devido a não confiar nessa galera que todos os anos enchem o rabo de dinheiro (nosso dinheiro), volto a dizer, não será surpresa nenhuma para mim se tivermos uma “brilhante” definição ainda no primeiro turno.    

 



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E agora José...


Marcio Santana

07/12/2018 18h51

 

Passados todas as aberrações, mentiras, denuncias, promessas insólitas e o pior de tudo o “terror” evidenciado no primeiro turno, agora as atenções se voltam para o clima que pode predominar no segundo. De um lado um modelo vermelho que todos viram que, se bem administrado e coerente, certamente poderá trazer a tão sonhada e já experimentada boa condição de vida. Do outro o verde de uma certa esperança, que realmente encheu a cabeça de uma grande parcela da população que já não aguenta mais tanta safadeza, insegurança e descrédito na velha província.

Diferentemente de outras ocasiões pós eleição, nesse momento o mais importante é pesar todas as possibilidades possíveis e imagináveis numa balança de precisão e daí tentar, diante de um resultado “positivo” acatar a melhor proposta.

Certamente iremos ser testemunhos de um verdadeiro massacre na já sofrida democracia, principalmente no que diz respeito ao princípio primordial do diálogo e entendimento entre o que é certo ou errado. Teremos que escolher o próximo candidato através do método “por eliminação”, ou seja, primeiro vamos descartando as qualidades boas (se é que possuem), de ambos, depois as evidentes (as de sempre), e por último, sendo considerada a mais importante, a que menos comprometa o futuro da nossa sofrida província. 

De um lado um candidato que conseguiu - graças a uma atual situação de calamidade e falta de segurança – fazer com que muitos imbecis acreditem na possibilidade de ter acesso a uma arma e daí, sair pelo meio do mundo resolvendo as coisas na base da bala, pois programa de governo que é bom não apresentou nenhum, e nas entrevistas não conseguiu responder a nenhuma contestação além de se esconder dos debates.

Do outro, um cidadão com um currículo bastante invejável, mas que na hora de se pronunciar mais parece uma sopa de ximbra (bola de gude), até agora simplesmente não disse para que veio, nem tão pouco para onde pretende ir, bastante comedido, viu o trem disparar da estação e nem sequer levantou o braço pedindo para o maquinista (o outro), esperar.

De um lado um eleitorado fascista de pensamento miúdo, onde em sua maioria constitui-se de empresários, médicos, advogados além de um monte de pé rapado que não tem em casa nem um pinico para depositar o "voto", mas que se acham “ricos” e por tanto enchem o peito para defender uma determinada causa que com certeza nem sabem onde a mesma se encontra ou começou.

Do outro, uma lacuna da “sociedade” que, por ter hoje, o que nunca imaginaram um dia, acreditam e torcem por dias melhores, mesmo sem ter a mínima ideia de como o próximo presidente vai conseguir em 4 anos, pelo menos amenizar tão grave situação, ou seja, fazem uma fé muito grande em alguém totalmente diferente daquele que fez o mundo baixar a cabeça para o Brasil mas que apesar de toda a experiencia – assim como muitos - se deixou envolver pelo vírus da safadeza e agora “tá lascado” enquanto os outros estão todos por aí, literalmente “gozando” às nossas custas.

Portanto meus queridos e “pacientes” leitores, vamos aguardar pelas propostas que serão apresentadas nesses dias que antecedem o segundo turno e torcer para que agora, passados todo o período de recuperação do “atentado”, tenhamos enfim, um debate construtivo e proveitoso, e a partir daí sim,  ter a certeza de que iremos votar por convicção, deixando inclusive as babaquices e fanatismos (familiares e amigos), de lado e acreditar que para tudo existe conserto, menos para o imbecil visto como o pior tipo dos cegos, e essa qualidade é a que mais encontramos principalmente nos grupos do "Zap-Zap".

E para finalizar - sem querer induzir ninguém à essa prática contagiante, mas que realmente é algo extraordinário – “vou ali tomar uma”, vamos?

 



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Pense na qualidade...


Marcio Santana

07/12/2018 18h48

 

Posso garantir a vocês que, se existe algo nessa vida que mais me entristece é o danado do coquetel da maldade, ou seja, a mesquinharia a mentira e o amaldiçoado olho de jiboia. Esse então é o que está lascando completamente o que resta de dignidade nas pessoas.

Meu amigo, eu não consigo entender como uma alma sebosa sente prazer praticando a maldade seja ela material ou mesmo através da fofoca sem fundamento.

Nesse momento crucial da vida política brasileira, onde temos duas péssimas opções para votar no segundo turno, o que não falta é a famosa calúnia difamatória de ambas as partes

E justamente por ter um grande potencial de influência nas “amebas”, as famosas postagens na internet estão dando de cambão nos demais meios de comunicação, até porque ali, o cavalo não tem nem nome e nem dono, naquele ambiente informático o robô fala o que quer os idiotas botam fé, e os otários acreditam se quiser.

E a minha grande preocupação é justamente porque tem uma cambada muito grande de desinformados que preferem acreditar. 

Meu Deus, como pode um “abestalhado”, imaginar que o demente “A” é melhor que o escroto “B”, principalmente se levar em conta tudo o que (não) disseram.

Como posso imaginar os próximos anos de uma província sem dono, tendo que escolher entre essas duas péssimas opções que nos restaram.

Se de um lado vais ser difícil discutir futebol no “Trapichão” (levar um tiro), pior ainda vai ser aceitar a intolerância maquiavélica de militantes que se acham os maiores conhecedores dos direitos provinciais, e na verdade não passam de farinha do mesmo saco (bando de interesseiros).

Se eu chego em um mercado público, pronto, está ali um grupo de pessoas (simples mortais), discutindo e procurando influenciar as outras, justamente por acreditarem nas postagens que viram nas redes sociais.

Se visto uma camisa vermelha e passo em um reduto do verde e amarelo, é capaz de acontecer algo pior que atravessar as grandes arquibancadas do Rei Pelé em dia de clássico, ou seja, a intolerância, a bitolagem, o fanatismo estão tomando proporções inimagináveis e realmente não sei o que esperar das consequências desse resultado. 

Infelizmente essa vai ser a eleição que ficara marcada pela falta de programas reais, primeiro porque de um lado o que vemos é a apresentação de um continuísmo que teve no seu auge um brilhante resultado, mas que, devido às safadezas que vieram ao conhecimento de todos teve que ser estancado e eliminada.

Do outro lado, não temos conhecimento de nada, não apresentou nada, se escondeu dos debates, nada de mais significante além é claro, do fato de que vai colocar um revólver na mão de cada provinciano, e certamente, a partir daí terá como maior gerador de recursos no governo, a indústria mortuária.  



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Otimismo x Intransigência


Marcio Santana

07/12/2018 18h45

 

É vida que segue. É reconhecimento de situação no mínimo desafiante. É entender que nem sempre as coisas são como a gente quer. É imaginar que nem sempre o “povo” tem o governo que merece. É pedir incessantemente as bênçãos de Deus.

É torcer para que não aconteça tudo aquilo que imaginamos que vai acontecer. É saber admitir que apesar de tudo, a ponta do projétil não caiu nos nossos pés. É acreditar que justamente nas piores situações de agonia é onde encontramos a inesperada saída. Enfim, saber que em uma “democracia” (ainda), todos tem o livre arbítrio de tomarem a decisão que acharem melhor.

Imaginar que a partir de agora viveremos em uma eterna preocupação, isso é balela, pois a muito já não tínhamos um norte para segui-lo. Imaginar que a vida vai finalmente melhorar, isso é demagogia e irresponsabilidade. Acreditar que “Deus” acima de todos, será conivente com torturas e violências discrepantes contra as classes sociais e daí poder tomar todas as decisões irresponsáveis e inimagináveis, aí meu amigo, isso sim é aceitar e ser conivente com todo esse fascismo apresentado e perpetuado por “radicais” de momento (até parentes).

O fato de não aceitar a derrota quando se tem uma opção aparentemente mais “logica” é algo completamente admissível, porém, torcer e até mesmo declarar uma falsa necessidade de fracasso do vitorioso, isso sim é covardia e entrega dos pontos.

Vamos acreditar que nessa vida tudo pode. Vamos acreditar que nem sempre o pau que nasce torto morre envergado. Vamos admitir que as vezes não é só com uma palmadinha no bumbum da criança que conseguimos fazer com que ela sente para estudar. Vamos, mesmo que contra nossos “princípios” ideológicos, imaginar que o momento é de pura esperança e perspectiva, mesmo não tendo motivo algum para tê-la.

Não sabemos ao certo, onde chegaremos, mas, como sobreviventes de uma eterna “agonia” desnecessária, continuaremos tendo sempre aquela velha e já desgastante esperança que algo, no mínimo diferente, poderá acontecer e que certamente trará a sonhada e esperada tranquilidade para todos os habitantes dessa velha e já bastante sacrificada província sem dono.

Não sei se é demais acreditar e torcer para que as coisas voltem a ter as mesmas características de antes. Coisas simples, como dialogar com os “ocasionais” de situação. Debater em grupo, sem que isso se torne algo registrado para ser utilizado em um possível processo. Poder discordar do excesso de sal na sopa, sem que isso signifique a sua mudança de caráter. Achar que é muito natural ir em uma igreja, templo, terreiro de macumba ou qualquer outro ambiente religioso e “pregar” o ódio sem precedentes nas redes sociais.    

Sejamos todos felizes, esperançosos, “livres”, críticos, mas acima de tudo, democráticos e vigilantes, para depois não sermos taxados de covardes, passivos e principalmente vitimas de algo que a muito estava banido nessa província.

 

 

 



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Enquanto posso...


Marcio Santana

07/12/2018 18h43

 

Se as coisas funcionassem como a gente gostaria, seria algo maravilhoso viver nesse mundo velho de meu Deus. Quando a parte interessada se encontra na ofensiva, sem nada a perder, sem compromisso algum com o povo, falando um monte de baboseiras, um monte de mentiras, desrespeitando o eleitor, sacaneando com a democracia, dando mostras de um fascismo idiota, um preconceito sem tamanho, uma covardia com a realidade, certamente, o resultado seja ele  qual for, para ele sempre vai ser bom.

Quando entramos em uma disputa, independentemente de qual seja a peleja, sempre tentamos no mínimo, um consenso, uma aceitação lógica, uma certeza de admitir a derrota e aceita-la de maneira humilde e determinante.

Não adiantaria nada chegar aqui e dizer que as coisas aconteceram de uma forma aceitável, quando na verdade o que vimos foi uma anarquia política travestida de sacanagens medonhas e escrotas, e que apesar de todas as evidencias, teve uma assimilação enorme nos meios sociais (elite), através de um sistema que aos poucos vai dominando o mundo, ou seja, a internet. 

Lógico que a falta de uma representatividade honesta, idônea e capacitada contribuiu bastante para esse resultado final, mas, aceitar o medíocre como se nada esteja prestes a acontecer, seria o mesmo que acreditar que a partir de agora a coisa vai funcionar de vento em poupa e que tudo será resolvido de maneira clara e bastante evidenciada.

O que estamos presenciando, antecipadamente através dos meios de comunicações, é um monte de aberrações e idiotices sem precedentes. É mudança de quantidade de ministérios, é indicações de pessoas descapacitadas, são atitudes mesquinhas (fim dos médicos cubanos), são indecisões no preenchimento de cargos, enfim, uma mostra clara da incompetência, despreparo, comprometimento com tudo de ruim que ainda existe nessa província, e o mais grave, a perseguição sem limites, ao povo nordestino de maneira direta e indireta.

Já dizia um velho ditado: “boca falou, e o bocal pagou”. Seria muito melhor que ao invés de todas aquelas asneiras que foram ditas e bastante aceitas pela classe dominante de idiotas políticos dessa província, apenas fossem apresentadas promessas cabíveis, coerentes, simples de serem postas em prática.

Esse negócio de dizer que o povo tem o “governo” que merece, pra mim é a mais pura mostra da incapacidade de tentar a mudança. Quando acreditamos em uma situação e simplesmente não lutamos pela mesma esperando que os “eleitores” façam a sua parte, seria a mesma coisa que, apesar de você ser uma pessoal totalmente ligada às artes (bom de ouvido), permitir que em sua casa (família), alguém se destaque por ser alheio aos seu sentimentos e se revele um verdadeiro radical brega.

 



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Toma infeliz da costa ôca...


Marcio Santana

07/12/2018 18h41

 

Imagino que esse seja, no momento, o maior desabafo, a maior prova de que vocês estavam errados, a maior evidência da burrice elitizada, a grande certeza de que aqui se encontra a estonteante concentração de analfabetos políticos, bitolados, fanáticos, fascistas, racistas e acima de tudo hipócritas trasvestidos de entendidos no assunto.

Tudo o que está acontecendo e ainda está por acontecer, nos faz lembrar as palavras do grande poeta que dizia: “Nada do que foi será, de novo do jeito que já foi um dia...”, e o pior é que nem faz tanto tempo assim, vivíamos todos bem, tínhamos orgulho em dizer que éramos brasileiros, e o mundo nos respeitava.

E tanto tentamos abrir os olhos dessa gente medonha, mesquinha e acima de tudo ignorante. Mas parece que era uma questão de “honra”, tirar do poder o PT, era uma tara ir para as ruas implorar por uma coisa que todos sabiam que não nos representava, era a vontade de ter uma arma, era a vontade de matar. E agora o que dizer de todas essas imbecilidades que estão sendo divulgadas pela mídia que também influenciou bastante nos destinos de toda uma nação.

Simplesmente ele está desdizendo tudo o que disse, entregando o Brasil de mão beijada para os carniceiros, nomeando “elementos” investigados para compor os ministérios, tanto se falou no Brasil acima de tudo, acima de que meu Deus. O que provoca mais estranheza e ao mesmo tempo decepção é justamente ver pessoas que antes se imaginava descentes, cultas, conhecedoras da mínima noção de responsabilidade, envolvidas em verdadeiras ”correntes” de disseminação do ódio aos seres menos favorecidos e já bastante descriminados neste pinico esborrando de bosta.

Desejar que o pior aconteça, certamente seria a atitude de todos vocês se o resultado tivesse sido diferente, mas, ao contrário do que vocês imaginam, estaremos aqui, sempre tentando mostrar que para todo mal há cura, e que se Deus quiser, e ele há de querer, no mais breve espaço de tempo possível, todos os calhordas, lambe botas, fedelhos, otários e pé rapados assumirão a grande merda que fizeram, e aí sim, irão perceber que aquela luz bem fraquinha que ainda temos no fundo do poço – e essa luz não precisa necessariamente ser do PT- ainda nos emite um raio que certamente irá nos salvar.

Mas por enquanto vão vivendo esse momento de glória que tanto vocês queriam, aproveitem bastante o fato de terem “tirado” o país de um regime democrático e colocado nas mãos de um ditador  que até agora simplesmente não mostrou nada de coerente, nem tampouco primordial para “salvar” essa província sem dono.

Não me cabe julgar ninguém, nem tampouco desejar o mal para um povo já bastante sofrido, mas as vezes é bom demais ver a fuça de um bando de idiotas ficando vermelha de vergonha diante de fatos estarrecedores que poderiam ter sido evitados. Ainda hoje tem gente que diz que mesmo diante de tantas aberrações que estão sendo postas na mesa, a alegria maior foi ter tirado o “Petê”. Agora durma com um barulho desses.



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Andrea Bocelli e Maria Rita, muito obrigado meu Deus


Marcio Santana

03/10/2018 18h19

 

 

Era domingo em São Paulo, 29 de setembro, muita chuva momentos antes do mais esperado show do ano, um público verdadeiramente brasileiro, potiguares, gaúchos, cariocas, paraibanos, “alagoanos”, capixabas enfim, uma verdadeira e “educada” plateia de mais de 45 mil pessoas lotava aquele que seria o local de apresentação de um dos mais brilhantes tenores do mundo. Com ele a voz cativante e melindrosa de Maria Rita que em perfeita sintonia com a do grande tenor parecia até que já cantavam juntos há muitos anos.  

Mesmo com ingressos chegando a R$ 1.800, uma verdadeira multidão teve o grande privilégio de participar de um momento único, daqueles que quando acaba você tem a sensação de que agora realmente não falta mais nada na sua vida.

Maravilhosamente carismático, Bocelli apresentou um lindo recital onde conseguiu, apagar de uma vez por toda, aquela lamentável interpretação de “cantoras” de anos atrás.

Embora ainda estivesse caindo uma fina garoa, o show começou pontualmente no horário anunciado, e todos foram surpreendidos (presenteados), com uma magnífica apresentação de “O Guarani”, a partir daí foi uma extraordinária sequência de sucessos e interpretações revezadas entre ele, a soprano Larissa Martinez e a estonteante Maria Rita.

Com uma estrutura de primeiro mundo, um excelente som, o Allianz Parque (Palmeiras), se transformou em um gigantesco teatro a céu aberto, onde quem ali esteve podia perceber até um certo desconforto devido talvez, a distância que alguns setores separava do artista, porem nada que viesse a atrapalhar, ou mesmo gerar algum tipo de crítica.

 



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70 mil casas tomadas


Marcio Santana

03/09/2018 21h37

 

Diante do elevado índice de inadimplência e consequentemente a perda do imóvel, que por sinal hoje atinge a alarmante casa de 70 mil unidades em todo o Brasil, muitas instituições financeiras estão praticando diversas “sugestões” de cardápios que visam não somente o recolhimento de uma dívida estimada em R$13,7 bilhões, oriunda da atual crise financeira que já se alastra desde 2014, como também a esperança de muitos brasileiros – entre eles coxinhas camuflados - que tiveram o sonho da casa própria realizado, e simplesmente, por motivo  da péssima  administração por que passa o país, agora se deparam com esse horroroso pesadelo.

Evidente que as instituições financeiras que dominam essa espelunca e miserável província, trabalham (sempre), com a possibilidade, diante de um financiamento a longo prazo (30 anos), de várias situações que com certeza podem interferir no orçamento familiar como dividas inesperadas, perda inesperada e fatídica de emprego, redução de salários (produção), doença entre outros, e sendo assim jamais, em hipótese alguma, operam com o possível prejuízo.

Por tais motivos foram desenvolvidas várias qualidades de “pratos” alguns populares outros mais sofisticados e até mesmo exóticos, para o deguste do já lascado e comprometido consumidor.

Usar o FGTS para amenizar ou até mesmo liquidar o débito. Receber o seu veículo que sempre é avaliado com o valor abaixo do mercado para abater parcelas. Refinanciar a dívida e assim aumentar cada vez mais o “sabor” da comida. Desvalorizar o seu querido papagaio que canta o hino do flamengo. Achar que a sua panela de pressão está muito amassada devido as batidas que você deu na manifestação do golpe e etc.

Posso garantir que ao menos dois amigos, que antes moravam de aluguel, adquiriram, graças a excelente situação que vivia o pais, a tão sonhada casa própria, conseguiram comprar toda a linha branca de eletrodoméstico através do plano do governo, fizeram churrasqueira, um ainda colocou um tanque de fibra no jardim (piscina), todo final de semana era cerveja, feijoada, cachaça ate umas horas e outras coisas mais. E simplesmente, devido a extravagância e consequentemente a falta de controle com os gastos, se viram atolados em dívidas e na primeira oportunidade que tiveram foram pra rua, bateram panelas, vestiram a camisa da seleção e apoiaram o golpe justamente contra o governo que proporcionou toda aquela mudança de qualidade de vida.

Pois bem, os bondosos e ao mesmo tempo maquiavélicos banqueiros já deram um prazo final para sanarem o débito pois do contrário, os mesmos irão à leilão.

É isso meus amigos, geralmente quando a gente “cospe” no prato que comeu a comida fica azeda e daí não tem mais nada o que se fazer, e é justamente nesse momento onde entra aquele velho ditado “nada é tão ruim que não possa ficar pior”. 

 

 



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Toda eleição é a mesma coisa


Marcio Santana

03/09/2018 21h33

 

Aí de repente me vejo chegando na naquela fatídica e ao mesmo tempo esperançosa “zona” (no bom sentido), eleitoral e ali, observando aquele “moi” de eleitores, simpatizantes, burgueses, alguns metidos a ricos, outros metidos a pobres só para me comover, uns com roupas que mais parece que vão a uma festa de gala, outros com trajes de praia doidos para tomar umas cervejas, alguns com aparência de entendidos, outros com a aparência de quem trabalhou até de manhã para ganhar honestamente o dinheiro do mês, uns otários discutindo as “qualidades” de quem não as possuem, outros sem nem saber onde vão votar, o tolinho que sempre vem com a mesma história de que gostaria de ter a honra de receber o meu voto, aqueles velhos amigos do tempo de escola, o reencontro com o presidente da mesa, enfim, naquele local, que pela importância que possui, deveria ser considerado e tido como um local de esperança e respeito.

Fico ali na fila que por sinal já foi bem maior em anos anteriores, esperando para mais uma vez exercer o meu direito cívico de cidadão do mundo. Ali naquela cultural fila, sempre tem as “experientes” celebridades que acham que todo mundo, assim como elas, são idiotas e bestas e que devido a uma boa lábia certamente vão se deixar levar pela delicadeza das maquiavélicas palavras.

Vai se aproximando a minha vez e como não poderia ser diferente, sempre tem aquelas pessoas que se atrapalham um pouco na hora de digitar os números de seus candidatos, causando assim uma já bastante conhecida, mas compreensível demora.

Pois bem, chegou a minha hora, a hora de colocar em pratica toda uma vontade de mudança e uma crucial determinação, está ali na minha frente aquela “coisa” que de tão importante que é, deveria ser considerada como sendo algo primordial em nossas vidas e consequentemente no futuro do país. A análise já foi feita antes, a qualidade de cada elemento já foi exposta, resta agora saber se realmente o melhor vai conseguir se eleger.

Já fui assaltado duas vezes, nem por isso sou a favor do porte de arma. Nunca recebi bolsa família, mas sei que muitos precisam. Entendo que a mudança não pode acontecer se continuarmos votando nos mesmos malandros e nos filhos dos mesmos. Tenho certeza que o continuísmo dessas mazelas só causa miséria e exploração. Não quero perder a amizade de ninguém, inclusive de velhos amigos da época de colégio, mas se for o caso um grande abraço para todos e passem bem. Sou totalmente contra o golpe, deixem o “cara” bater chapa e vença o melhor. Nunca precisei de nenhuma dessas misérias, mas conheço muita gente que precisou, melhorou de vida e depois deu uma banana para o causador de tantas melhorias e agora está comendo o pão que o diabo enxugou o “toba”. E continuo a dizer que dessa vez não quero discutir política com ninguém, inclusive comigo mesmo.



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A vida de um “Rei”


Marcio Santana

03/09/2018 21h32


Todos os dias acordo as 9:00, fico imaginando se realmente vale a pena sair de minha cama confortabilíssima, observo no celular os primeiros movimentos de meus assessores, ali mesmo já tomo algumas decisões que não significarão nada de especial para mi mas com certeza vai prejudicar muitas pessoas que por sua vez não significam nada de importante para gerar preocupação.

Em seguida me levanto vou ao meu magnifico e imponente sanitário que só ele vale mais que muita casa dos assalariados que me servem. Depois de tomar um relaxante e maravilhoso banho me preparo para um delicioso e farto café da manhã, e ali já vejo, escuto e depois leio os jornais com as mais diversas mentiras ditas por mim ontem, aí o meu assessor particular já começa a informar toda a agendo do dia sem que eu tenha que me preocupar com porra nenhuma.

Agora, já dentro do carro oficial, sigo em direção ao meu gabinete onde pessoas das mais diversas classes sociais me aguardam para uma “reunião” muito importante – para eles – onde deveria ser tratado um acordo coletivo.

Mais ainda estou a caminho, e apesar de toda a beleza que existe nesse nosso litoral – Jatiúca, Ponta Verde, Pajuçara enfim, na orla de Maceió – mesmo assim é praticamente impossível não observar certas desigualdades, coisas que certamente eu poderia resolver, meus amigos de “labuta” poderiam resolver, mas e daí, para que resolve-las, deixa que no próximo governo, pois a reeleição é praticamente certa, daremos uma certa prioridade a tudo isso.

- Por que me preocupar agora com a segurança na periferia se lá no bairro onde resido a ronda policial é de hora em hora?

- Por que me preocupar com os ônibus superlotados se isso é um papel do município?

- Por que me preocupar com as ruas esburacadas se elas sempre foram assim e nunca infeliz nenhum deu jeito?

- Por que me preocupar com aqueles manifestantes que se encontram ali na porta do cais se eu sei que em breve estarão todos votando em minha reeleição?

- Por que me preocupar em ser honesto se isso é uma coisa que nunca fui?

- Por que me preocupar com os enfermos do HGE se todos sabem que esse problema não é só aqui?

- Por que me preocupar com os alunos do CEPA se acabamos de fazer uma meia-sola por lá justamente para enganar os bestas?

- Por que me preocupar em ter que prestar contas à sociedade do dinheiro público se nunca nesse país os valores bateram certo?

- Por que me preocupar, me preocupar, me preocupar e me preocupar? 
 
Por que me preocupar com tudo isso e algo mais, se essa difícil vida que levo, me ensinou a não desistir de meus sonhos e sempre procurar iludir meus súditos (eleitores de cabresto), que nunca me deixaram na mão e sempre são recompensados com uma belíssima cesta básica todo  ano de eleição.  



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Que “medo” da peste é esse, libertem o cara e tudo será resolvido


Marcio Santana

03/09/2018 21h29

 

Mais uma vez uma demonstração de medo dos golpistas de que ele volte.

Mais uma vez uma pesquisa (não manipulada), mostra uma verdade.

Mais uma vez uma certeza de que algo muito estranho está acontecendo.

Mais uma vez uma realidade que ninguém quer aceitar.

Mais uma vez uma manifestação mundial de apoio à LULA.

Mais uma vez uma pergunta sem resposta.

Mais uma vez uma resposta descabida de uma corja de manipuladores.

Mais uma vez uma verdade negada por perguntas mentirosas.

Mais uma vez uma nação perplexa com tanta safadeza e sem nada a fazer.

Mais uma vez uma sacanagem predeterminada.

Mais uma vez, uma vez, uma vez, uma vez e uma vez....

Esse medo que todos têm é o medo de:

Verem mais uma vez uma humilhante derrota nas próximas eleições.

Verem mais uma vez o mundo respeitando o Brasil.

Verem mais uma vez o FMI pedindo dinheiro emprestado ao Brasil.

Verem mais uma vez a inflação controlada.

Verem mais uma vez as universidades sendo valorizadas.

Verem mais uma vez o pobre com comida na mesa.

Verem mais uma vez o Brasil do desenvolvimento.

Verem mais uma vez um homem do campo na poltrona ao lado no avião.

Verem mais uma vez o preço dos combustíveis estacionados.

Verem mais uma vez, mais uma vez, mais uma vez e mais uma vez....

A verdade é que Lula virou o cão chupando manga para a classe política golpista - comandada por uma mídia corrupta e totalmente comprometida com a mentira e a safadeza – não só pelo que ele representa e nem tampouco por tê-los derrotado três vezes sucessivas nas eleições presidenciais, mas principalmente por se manter como o maior líder popular na história dessa sofredora província sem dono, mesmo estando preso. 

O medo que os poderosos têm de Lula não é de agora e sim desde a época quando surgiu como líder operário, que trazia para a luta política os explorados e lascados trabalhadores, tanto pela ditadura militar como por um empresariado já acostumado ao arrocho salarial e à eterna e covarde ma



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Plano de saúde, funeral ou SUS?


Marcio Santana

03/09/2018 21h27

 

Apesar de toda a rebordosa que recebe dos incompetentes administradores, das falcatruas que acontecem constantemente e da incapacidade administrativa do Governo, o SUS ainda é reconhecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como o maior sistema gratuito e universal do mundo de Saúde Pública, e esse reconhecimento não poderia ser diferente, meus amigos, sete a cada dez brasileiros recorrem ao sistema quando surge algum problema de saúde, gerando assim mais ou menos 1 bilhão de consultas médicas e mais de 4 bilhões de procedimentos executados todos os anos.

É uma pena que um sistema tão importante para o já lascado povo brasileiro, em especial o alagoano, e de certa forma “prestativo” como esse, possa acabar a qualquer momento, e o motivo dessa possível catástrofe na saúde do país não poderia ser outro senão a péssima gestão desse medíocre e comprometido governo.

Para se ter uma ideia do que pode acontecer, está sendo cogitada a absurda e descabida proposta de um Novo Sistema de Saúde, que seria organizado pela Federação Brasileira de Planos de Saúde, com participação, claro, do Ministério da Saúde – um dos maiores interessados – e de deputados e senadores.

Essa famigerada e escrota proposta de eutanásia ao Sistema Único de Saúde seria para um “moi” de carniceiros a salvação através da criação do "Novo Sistema Nacional de Saúde" que teria como principal característica, a transferência de recursos do SUS para financiar a Alta Complexidade nos planos privados de saúde, ou seja, a meta final seria “garantir” que metade da população deixe de ser atendida de forma pública, gratuita e universal e passe a ser atendida exclusivamente de forma privada.

Trocando em miúdos, a proposta chega a ser muito bem comparada a um velho ditado popular que diz o seguinte: “Em barraco de malandro, quem entra pra roubar sai morto”, e esse esquema representa o arrombamento completo do SUS e a negação da saúde como direito a ser acessado e exercido por todos. A "pilantragem" estaria na possibilidade de garantir de forma oficial, a apropriação privada do fundo público de modo a atender interesses empresariais e não a qualquer interesse público.

A trágica e fulminante proposta articulada pelos planos privados de saúde e pelo governo federal, apresentada, busca enterrar de vez qualquer possibilidade de funcionamento do Sistema, dando continuidade a escrota agenda golpista de desmonte de políticas públicas e de retirada de direitos sociais.

Tenho a convicção que a partir de agora o brasileiro está em uma verdadeira sinuca de bico, e como a situação e periclitante, é mais negocio investir em um belo PLANO FUNERÁRIO, que em um caríssimo de saúde, pois sem o Susmuita gente vai subir e com certeza não é, nem para a enfermaria e nem tampouco para uma suíte de um hospital particular. 

 



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Ainda sobre “renovação política”


Marcio Santana

02/07/2018 19h31

 

A política de Alagoas sofre com uma doença a muito conhecida por todos, a famigerada “Diarreia Aguda”. Os constantes escândalos de pouca vergonha só potencializaram a rejeição à política. Entendo que esse viciante fenômeno esteja longe de ser uma crise momentânea.

A tão esperada renovação política é sem dúvida alguma uma bandeira generalizada, que deverá ser hasteada aqui nessa medíocre província.  O aviso de atenção “cuidado que estamos de olho”, exposto de maneira clara nas últimas eleições está mostrando que, a forma velha e desonesta de se fazer política ficou pra trás.

A geração de “novos” políticos que, aparentemente, estão engajados nessa tentativa, ainda é muito pequena, porém, diante de tudo o que já nos foi oferecido, ainda consegue deixar no ar uma certa esperança.  

Nesse Brasil, que infelizmente ainda tem pessoas que aderem, por pura ignorância política à um candidato de extrema-direita, e que, de acordo com as últimas pesquisas, está em segundo lugar das intenções de voto para Presidente, fica realmente, muito complicado esperar uma real mudança. Os nossos partidos, pra variar, ficaram parados no tempo.

A quem assegure que a sociedade “organizada”, assim como as torcidas, seguiu em frente e espera que a política também avance. E é justamente por isso que muita coisa ruim está adentrando na já esculhambada casa de Maroca. A descrença na democracia só tem aumentando nos últimos dois anos no Brasil. Se no caso de Alagoas a descrença na política tem o DNA desse fenômeno “viciante”, ela também é revigorada pelos conhecidos e degradantes escândalos de corrupção que surgiram após a operação Lava Jato. 

Meu amigo, você, assim como eu, certamente deve estar se perguntando se agora, para as eleições 2018, as coisas poderão mudar?  Eu particularmente acredito que ainda não, mas, poderemos ter gratas surpresas, até por que com as chuvas que caíram nas regiões mais castigadas pela seca e exploradas pelos “vampiros” da política, existe uma remota esperança que a colheita seja de produto de primeira qualidade e não bichado.

Em uma pesquisa inédita, recém realizada pelo instituto de pesquisa Idea Big Data, mostra que 56% dos eleitores não pretendem reeleger nenhum candidato nas próximas eleições, e o mais importante, independentemente do cargo. Mostra também que 64% das pessoas não pretendem votar em nenhum “elemento” envolvido na operação Lava Jato, seja ele inocente ou não. Quando perguntados à queima roupa pelo instituto de pesquisa se preferiam um “líder” ou um “gestor” para presidência da República em 2018, 68% dos entrevistados disseram “gestor”.

Volto a pregar a importância das críticas, principalmente quando se fala que somos formadores de opinião, todavia, quando se tem por trás da “opinião”, um patrão que determina a sua opinião, realmente fica muito difícil dar credibilidade a um monte de baba-ovo e borra-botas que insistem em só divulgar as “verdades” mentirosas. 



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Quantos risos.... quanta alegria!!!


Marcio Santana

02/07/2018 19h26

 

Quantos Brasis ficaram pelo temido caminho naquela quarta-feira fria de Campina Grande... Quantos gritos de gol foram esperados, gritos de “burro” e de “cabelinho de macarrão”. Quantos quase que era gol, quantos agora vai, quantos potinhos de fava com brejeira... Quantos tenham calma, quantos vai se lascar juiz ladrão! Enfim, mais um aperreio chegou e passou sem que ninguém, ao final, ficasse triste ou preocupado com as coisas que estão por vim, e que todas as copas acontecem aqui nessa famigerada e sofrida província.

Quantas bandeiras do Brasil, camisas amarelinhas da seleção - não as dos coxinhas -mais linda, querida e ao mesmo tempo odiada do mundo, quantos dias para sair mais cedo ou para chegar mais tarde ao trabalho... Quantos risos, beijos, braços fortes, abraços, críticas, escalações... Quanto sofrimento, quantas alegrias e murros na mesa, mãos na cabeça, socos no peito, chutes no ar..., e a certeza de que talvez tenhamos, este ano, um final melhor. Adeus Alemanha, desta vez não deu, fica para a próxima.

Quantas figurinhas carimbadas dando palpites na televisão, quantos comentários idiotas de alguns “comentaristas”, quanta vontade que tudo termine bem. Quanta agulhada no Maior São João do Mundo aqui no Parque do Povo, quanto carro arrombado, quanta cerveja caríssima consumida e quanta explicação sem lógica para pouca coisa.

Quantos palpites, quantas alegrias, quantos “otimistas” na frente da TV derramando lágrimas... quanto orgulho besta, quanta música de primeira qualidade tocada por nosso vizinho de condomínio, quanta piadas das boas, quanta cachaça tirada do congelador, quanta torcida, muvuca e quanta bola, quanto bolão... e mais uma vez, quantos copos, quanta carne assada, feijoada e favada enfim, quanta Copa, quanto Brasil...

Quanta estrela faltou brilhar, e quantas ainda estão por vim, quanta pedra de gelo faltou no copo de whisky , quantas gargantas a berrar, amigos a se abraçarem e os benditos penteados dos caras não se desfazem.

 

Esse é o nosso Brasil dos “quantos”, torcedores, sofredores, otários, esperançosos, brilhantes, entendidos, técnicos, goleiros zagueiros, atacantes e acima de tudo brasileiros. Esse é o nosso dilema, sempre tapar o sol com a peneira, sempre acreditar no inacreditável, sempre votar errado pensando que esta certo, sempre imaginar que agora as coisas vão funcionar, o CRB vai continuar na B, o CSA vai cair, o ASA vai se reestruturar, o Vasco não vai ser mais o Vice, aquele candidato vai se eleger, o lobisomem vai cair, a gasolina vai baixar de preço, a Segurança vai segurar, a Educação vai educar, a Saúde vai curar e para terminar, no ano que vem a coisa vai melhorar.

 



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A culpa é do juiz!


Marcio Santana

02/07/2018 19h24

 

Embora muitas vezes a frase tenha total sentido, fica então muito fácil para qualquer imbecil (entendido), que esteja transmitindo um jogo sentenciar tal decisão em andamento de maneira curta e seguramente correta, e de tabela jogar o arbitro contra uma nação.

Nasci e me criei assistindo ou mesmo tentando assistir, o futebol verdadeiro, limpo, sem compromissos paralelos, sem acordos de presidentes de federações, sem propinas para árbitros, sem a participação da “mídia” determinando o dia e a hora dos mais brilhantes jogos do futebol brasileiro. Tempo em que íamos ao estádio de futebol sem saber ao certo quem iria vencer uma partida. Tempo em que mesmo quando o meu time perdia aceitava de forma revoltante, mas sem julgar a personalidade de A ou B, e assim esperava até o próximo jogo da mesma maneira, com esperança, com nervosismo, com dúvidas na escalação, com a velha discórdia da escala de arbitragem, mas sem nenhum excesso de julgamento.

Muito difícil é justamente entender que essa seleção que está aí, nada mais é que o puro reflexo dessa província em que vivemos, muito luxo para pouco merecimento, um país em que se sobressai quem tem mais. Uma seleção que só permite jogar quem tem o melhor empresário. Um país em que a justiça está na mão de um único “homem”. Uma seleção que tem apenas um único “homem” que possa fazer justiça. Um país que um juiz determina quem ganha. Uma seleção que só ganha se tiver a ajuda de um juiz.

Se essa miséria que nunca enganou a ninguém, continuar esperando que a arbitragem marque o que não foi, vai se lascar pela cepa, e certamente na passará da primeira fase. Não adianta querer tapar o sol com a peneira. A velha e já desconhecida qualidade futebolística do Brasil, com garra, união, conjunto, respeito ao adversário, não existe a muito tempo, o que vemos agora é um grupo de “mercenários escrotos” que, graças a uma federação desmoralizada e comprometida com diversos escândalos, está representando, sem responsabilidade nenhuma, uma já desmoralizada nação.

É preciso que as pessoas entendam (os que criticam), assim como os atores principais (jogadores), que aquele período em que existia na presidência da FIFA um senhor de idade, que por sinal era brasileiro, já virou passado, e que agora a moral que a seleção tem é idêntica as demais. Talvez ou com certeza, o resultado da estreia teria sido outro, o arbitro de vídeo teria sido acionado, o pênalti teria sido marcado, o Brasil todo estaria em festa a custas da safadeza e da imoralidade. Mas a realidade agora é outra, como deveria ser também a realidade política, ou seja, só merece alcançar a vitória quem realmente fizer por merecer e não através de ajudas que infelizmente todos já se acostumaram a ter.

Isso não é um simples desabafo pela péssima estreia, nem tampouco a aceitação da eliminação, mas realmente fica muito difícil acreditar em coisa melhor vendo o desempenho medíocre e descompromissado de um grupo que prefere muito mais apresentar penteados exagerados ao invés de um futebol que transmita confiança ao já sofrido e esperançoso povo brasileiro.

 



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A russa copa da Rússia


Marcio Santana

18/06/2018 19h49

 

 

E mais uma vez estamos diante de uma copa do mundo, e para variar, este evento como sempre, será para o Brasil mais uma ocasião daquelas em que estarão em jogo dois acontecimentos que tocam bastante a alma das pessoas: será eleito um novo presidente da República, e será o ano em que – não sei de que maneira - a seleção de futebol tentará a desforra, na Copa da Rússia, pela vergonha da derrota por 7 a 1 contra a Alemanha.

É muito importante que se diga que este ano as urnas serão um termômetro para saber até onde chega a febre de irresponsabilidade dos brasileiros com a política e seus desejos de renovação. Saberemos, por exemplo, se querem que as coisas mudem para melhor ou preferem que continuem na mesma porcaria em que se encontra.

Não acredito que - embora possa parecer - que o desempenho e consequentemente resultado final da seleção na Copa da Rússia, possa influenciar positiva ou negativamente nas eleições que se apresentam como uma das mais polêmicas, complexas e difíceis de todos os tempos.

Entendo que o futebol hoje aqui no Brasil não mais desperta aquela velha paixão dos tempos em que ganhávamos uma Copa atrás da outra e se identificava com a bola bem jogada. Talvez pelas diversas descobertas de falcatruas tanto na FIFA como na CBF.

Com certeza - e diante de tudo o que está acontecendo nessa grande província - a copa deste ano não poderá jamais, pelo menos no lado justo, influenciar nas eleições presidenciais, pelo contrário, poderá ser um “tapa-olho” de grandes proporções que certamente vai maquiar o desejo de querer renovar toda a mazela que a muito teima em se escalar no nosso governo.

Evidente que não podemos jamais esquecer que foi - coincidentemente ou não- justamente, a partir do grande desastre da última copa, com as vaias a Dilma no Maracanã, que teve inicio toda a crise política que infelizmente nos conduziu até essa miséria de hoje.

Torso muito para que tenhamos um presidente “diferente” de tudo e de todos os que aqui já tivemos. Já disse e repito, sou Petista, mas nunca admiti em momento algum que toda essa roubalheira passasse por despercebido e sempre fui a favor que todos os envolvidos, sejam eles quem for, paguem na cadeia pelos crimes que cometeram.

E quanto à copa, com certeza, espero que aqueles “pobres” jogadores que neste momento são os representantes do povo brasileiro, tenham, no mínimo, a já bastante esquecida dignidade e honrem a camisa de nossa seleção, diferentemente de um bando de idiotas que a vestiram em forma de protesto por algo que a grande maioria nem sabia do que se tratava.



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“Pode deixar que eu resolvo”


Marcio Santana

07/05/2018 10h11

 

“Meu amigo, se tem uma coisa que me irrita, é o tal do elemento “sínico”, principalmente aquele do tipo que lasca você rindo da sua cara. Sabe aquele infeliz que a gente imagina ser um homem descente e na verdade não vale nem um terço do que o gato enterra. Faz promessas, garante que as coisas vão ser resolvidas, que vai interver a seu favor, que nesse caso você pode contar com o ovo no bocal da galinha, enfim, o verdadeiro ator que chora de comoção pela desgraça dos outros. E, pra acabar de lascar com tudo, acha que tem uma certa influência no governo, mas na verdade não passa de um lambe-botas.

Aqui nessa ALAGOAS DE MEU DEUS, mais precisamente em Maceió, o que mais tem é gente dessa qualidade, principalmente à frente de órgãos públicos, onde deveriam, pelo importante cargo que ocupam, ter o mínimo de respeito com os servidores e consequentemente com a comunidade.

Infelizmente Alagoas, assim como o Brasil, está carente de homens de bem, que tenham a hombridade de agirem coerentemente, sem mentiras, sem falsidades, que possuam vergonha na cara para não aceitarem imposições do “Rei”, que entendam, se é que isso é possível, que com os direitos do trabalhador ninguém pode mexer.

Será possível que não encontremos mais em lugar nenhum, um episódio de honestidade e clareza de atos, que ninguém mais se interesse pelo servidor, que só pensem em se dar bem e que para isso seja necessário massacrar uma classe já bastante explorada, humilhada e sempre colocada em segundo plano?

Pois bem meus amigos, esse negocio de dizer “pode deixar que eu resolvo”, com certeza vocês vão ouvir muito neste período que antecede as eleições, porém, fica aqui o meu alerta e ao mesmo tempo depoimento. Não acreditem nessa qualidade de gente, nem tampouco exerçam de maneira errônea, o importante ato de eleger quem não presta e que certamente só tem compromisso com os “currais eleitorais”, ou seja, a maioria deles. Vamos procurar colocar em evidências pessoas que realmente tenham o intuito de mudar toda essa safadeza que insiste em querer voltar a dominar o Brasil.

Lembro muito bem do impacto que foi a eleição de 2002 com Lula e seus aliados ligados às bases da sociedade. Foi justamente a partir daquele momento que fez-se pela primeira vez, uma revolução democrática e diferentemente de hoje, pacífica no Brasil. Na época as classes dominantes que ao longo de toda a história ocuparam o Estado, garantindo mais seus privilégios do que os direitos de todos, foram banidas do Estado. Um representante das classes subalternas, Lula, chegou a ser Presidente. E realizou uma verdadeira revolução no modo de presidir. 



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