Que bodega é essa?


Marcio Santana

28/09/2019 09h52

 

Se levarmos em consideração o desagrado total de seus colaboradores. Os constantes episódios de falta de conhecimento de causa. O eterno autoritarismo. Os constantes casos de perseguição funcional, enfim, os vários exemplos de incompetência administrativa, realmente não tem como esperar nada de bom, por parte desse escalão superior, que insiste em ser ridículo medíocre e covarde.

Quem se importaria com tantos problemas, se não tirasse proveito deles? Quem transferiria um grande funcionário de um setor que lhe só trazia bons resultados, pelo simples fato de uma sugestão correta. Quem acharia normal, deixar de receber recursos vindos do exterior para serem investidos na sua empresa, quando todos nós sabemos que a situação atual não permite ao menos pestanejar.

Meu amigo, o cumulo do idiotismo é achar que uma linha administrativa de uma instituição se resume apenas em momentos atuais, nunca será possível ter um futuro digno, se no presente você apenas for mais um e não um coletivo. Quando você faz um pronunciamento para seus colaboradores, é preciso entender que naquele instante, o tal comunicado significa o possível sucesso do futuro, e não a desgraça do momento.

A humildade e a clareza dos fatos nunca, em momento algum, causaram ou vão causar preocupação para uma equipe, principalmente se esta se encontra em perfeita harmonia com o quadro superior. Errar será sempre normal, para um elemento sem postura, ideais, capacidade e acima de tudo respeito.  Colocar um leigo para resolver os problemas de um setor de relevante importância em uma instituição, é mesmo que sacudir uma raposa dentro de um galinheiro e esperar que a mesma separe as fêmeas dos machos.

Não é possível, hoje em dia, um administrador que possua o mínimo do senso de ridículo, não perceber o quanto hipócrita e irracional está sendo a sua gestão. Não perceba que no mundo atual, temos que criar parcerias e não distanciamento por atitudes mesquinhas e sem fundamentos.

Vários são os exemplos de instituições que sempre foram verdadeiras potencias no mundo e que simplesmente “quebraram” devido às péssimas administrações de herdeiros bicudos e incompetentes, resta agora saber se o “diretor” tão esperado, e tido como o salvador da pátria amada, desta instituição, vai finalmente começar a mostrar um serviço dinâmico, coeso, relevante ou vai ser apenas mais um fracassado, sem conhecimento de nada,  que foi indicado ao cargo, apenas por ser filho do primo do cunhado da sogra do tio do irmão de uma grande amiga de infância.   



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O rei e o pinico


Marcio Santana

28/09/2019 09h50

 

Era uma vez, em meio a uma região muito sofrida, muito injustiçada, muito visada pelos bandidos, muito desejada por quem não a conhece, muito frequentada por pilantras da mais alta classe, muito explorada por verdadeiros representantes picaretas, enfim, um reino que só não é encantado pelo simples fato de ali não mais haver espaço para encantamentos, alegrias, presteza, e o mais importante de todos os adjetivos direcionados a ela, a atitude majestosa da tal honestidade.

Nesse reinado, sempre existiu a famigerada e maldita prática da herança política, ali na naquela pocilga, quem menos roubava já tinha no mínimo, uma criação de gado (vaquinhas), de dar inveja em qualquer abençoado filho de Deus.

Justamente por ser algo tão normal e em meio a tantos escândalos e safadezas, eis que de repente, não mais que de repente, aparece um filho do “Rei”, que nunca ninguém tinha visto e nem sabia que existia, e que certamente, por imposição da majestade, seria o futuro herdeiro do trono, e sendo assim, assumiria - mesmo sem entender porra nenhuma de administração pública - o já sofrido e decadente reinado e trazendo consigo, um monte de incompetentes e maliciosos escrotos transvestidos de cervos da alteza.

Pois bem, como o velho rei não tinha mais como continuar com as práticas fraudulentas, desonestas e descaradas, mandou buscar esse filho bastardo, que por sua vez vivia muito bem as custas das roubalheiras do pai em um outro país,  e nem tinha interesse em vir para este fim de mundo sem futuro.

O tal curral (eleitorado), do velho, apesar de muito grande, poderia ser facilmente comparado a um pinico cheio.  Pense numa qualidade de ignorância política daqueles cervos, eles elegem, se a ordem vier do todo poderoso, até piranha para viver ao lado de dourado.

Esses elementos precisam entender que hoje em dia até para ser “Rei Momo”, o fator gordura não mais  é relevante, para tal cargo é necessário ter ao menos um pouco de competência. E quanto aos imbecis que os elegem, para esses, a vida é como bosta na maré, ou seja, vai vivendo de acordo com a força da correnteza.

Vamos aguardar o final de todo esse exemplo de safadeza, corrupção e abuso de poder, para ai sim, sabermos se nessa aldeia, o papagaio repete as atitudes do pai ou canta fino como o periquito.



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A “esporada” do rei


Marcio Santana

18/08/2019 19h42

 

Dando continuidade a uma série de ataques descabidos, desnecessários, arrogantes e principalmente covardes aos profissionais da imprensa, eis que surge aqui, na capital das mentiras, das estatísticas falsas, dos despreparados “representantes” do povo, mais uma mostra da falta de respeito para com uma classe escolhida para ser a detentora das culpas de todas as safadezas e desmoralizações sociais por que passa o Brasil.

Meus amigos, quando um profissional do mais alto reconhecimento na sua área de atuação, é “humilhado” por alguém que diante do cargo que ocupa, deveria ao invés de se esconder dentro de uma redoma - que por sinal a muito já se encontra obscura - deveria apresentar para a população números concretos e exatos e não estatísticas “escrotas” e sem fundamentos, é que percebe-se o quão medonho e despreparado se encontra tal “inhô”, a ferir com suas esporas a dignidade humana.

Talvez, por se tratar de uma “linhagem” (raça), que está acostumada a receber críticas ferrenhas (chicotadas), de todos os tipos de ignorantes, o quadrúpede em questão, diante da ameaça descarada e ferrenha de sua majestade, tenha, nem que por um instante, sentido que o momento não fosse o propício para um “coice”.

É necessário que todos entendam – mesmo os que odiavam o PT – que a função do jornalista, na sua mais simples definição, é justamente levar a verdade para a população, mesmo que essa verdade, através de uma profunda pesquisa, venha a desagradar um ou outro imbecil, que prefere usar e abusar do autoritarismo, ao invés da humildade e reconhecimento de seus erros.

De incapacitados e incompetentes estamos cheios. O que precisamos, e com urgência, é de atitudes marcantes e concretas, que nos permitam o direito de ao menos tentar nos expressarmos diante de toda essa ditadura ridícula e sem cabimento que já se encontra em vigor nesse celeiro desarrumado e fedorento, onde, diante de tudo que estamos sendo testemunhos, podemos sim – se não tomarmos uma atitude - sermos tratados como verdadeiros asnos (indivíduos desprovidos de inteligência).  



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A vergonha de ser nordestino


Marcio Santana

01/08/2019 17h26

 

 

Diante de declarações, atitudes, desrespeito, ignorância, preconceito, restrições, descaramentos, falta de reconhecimento e principalmente perseguição, posso garantir, que com todos os fatos expostos e evidenciados nos últimos anos de meu Deus, tenho muita vergonha de ser “um espécime” prestes a ser extinto nesta província capitalista, racista, preconceituosa e medíocre, onde a palavra chula e desnecessária de um idiota, vale muito mais que uma realidade histórica de luta e sobrevivência.

Não podemos mais admitir, que esses branquelos asquerosos e ignorantes de alma e coração, enxerguem em nossa “raça” apenas o enquadramento da ignorância e mediocridade. Não é justo acreditarmos que esses “elementos escrotos” possam, por conta de uma situação demográfica, entender que aqui só tenha o pão que o diabo amassou, e deixou sobre a mesa do inferno.

Não consigo entender o fato de um nordestino ser explorado como um escravo na construção civil dos grandes centros. De ser sempre o palhaço com um sotaque ridículo no circo da vida. De sempre ser o escolhido para ir na linha de frente da batalha, quando o inimigo principal é a sua própria ignorância.

“Esse mói de fi de uma égua” precisa entender que, não temos nenhuma obrigação de sermos o centro de atenções nos eventos pelo mundo, por vivermos em uma região, onde o homem, para saciar a fome da família, é capaz de oferecer rato e calango no almoço, mostrando assim, diferentemente do que foi dito, que agora a fome voltou, e voltou justamente pelo fraco e comprometido desgoverno perseguidor.

Tenho vergonha de ser nordestino, quando o funcionário do guichê do aeroporto internacional do Rio, mesmo sabendo que estou vindo para Maceió, pergunta como “andam as coisas no Pará.

 Tenho vergonha de ser nordestino, quando percebo a cumplicidade entre voto e o cabresto.

 Tenho vergonha de ser nordestino, quando procuro um médico num hospital público, e vejo o quão a maioria dos meus irmãos votaram errado.

Tenho vergonha de ser nordestino, todas as vezes que me lembro de um determinado julgamento de um grande lider nordestinom preso injustamente.

Tenho vergonha de ser nordestino, quando percebo que todos os nossos grandes artistas não moram aqui no nosso querido Nordeste e sim no território preconceituoso.

Tenho vergonha de ser nordestino, quando aceito ser tratado como estatística e não por números exatos.

Mas tudo bem, precisamos manter a cabeça erguida, vamos continuar com a nossa inesgotável esperança. Mesmo entendendo que, apesar do momento estar mais para panqueca de Jiló, nós já pudemos, num passado bem recente, provar a cereja do bolo de chocolate, onde posso garantir que tínhamos muito mais representatividade.



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A pauta de hoje é o fim da pauta


Marcio Santana

22/07/2019 21h35

 

Pelo simples fato de ter praticamente nascido dentro de um complexo de comunicação, e pelo fato de ter sido criado vendo meu pai muitas vezes chegar em casa vindo da organização praticamente na hora em que estávamos saindo para o colégio, e entender que aquela era a maior certeza de uma dedicação, integridade e da verdade escrita e publicada, fica realmente muito difícil de imaginar que essa classe, de vital importância dentro de uma sociedade, passa, em virtude de uma tecnologia cruel e avassaladora, por essa crise sem precedentes, e que consegue, sem dó nem piedade, lascar pela cepa, o caminho da informação. 

Naquela época era importante para o jornal apenas quatro seções: notícias, crônicas, reportagens e notas editoriais e essa última era sem dúvida alguma, a seção mais delicada e de grande prestígio. Algumas vezes tive o privilégio de acompanhá-lo até o seu local de trabalho e pude entender o quanto grande era o prazer de poder conviver com aqueles gigantes do jornalismo, Tobias Granja, Theófilo, Freitas Neto e outros, que eram capazes de transformar em uma interessante matéria até mesmo a mais simples das pautas.

Para a instituição o importante era a linha individual que cada um tinha e não a conta bancária do “caixa 2” de hoje em dia. Meus colegas, hoje em dia, as empresas de comunicação empenharam-se bastante em se modernizar e deram uma belíssima “banana” para a formação de sua linha de frente (editores e jornalistas), e o resultado é isso que estamos cansados de observar nas redações, verdadeiros ambientes tenebrosos, ideais para navegantes solitários e sem rumo, onde a impressão que se tem é que parece muito mais fácil para esses focas, comunicar-se com os gerentes de contas bancárias do que com o coração (emoção), dos leitores.

Todo o conjunto de operadores que constitui um matutino nada mais é que uma verdadeira orquestra, onde o regente (maestro), jamais poderá ser o “empresário”. Para esse, a única responsabilidade que restou, foi administrar os ganhos, e isso todos sabemos que existe. O que não existe é justamente tal profissional visionário, capacitado, reconhecedor de qualidades, enfim, um bom administrador que entenda do negócio, e que, de preferência, tenha uma mente evoluída e vibrante.

Essa desculpa de que o futuro já chegou, e que com ele chegaram as facilidades de acesso às notícias e informações em tempo real, é a mais pura sacanagem, desrespeito, falta de caráter e acima de tudo a assinatura de conformismo e incapacidade de elementos editados e não editores.

Diante de tudo isso que está acontecendo na província, fica difícil aceitar certas linhas editoriais viciadas, comprometidas não com a verdade e sim com o oportunismo, uma linha tendenciosa, que não se encaixa com a principal função de matutino, ou seja, a imparcialidade e veracidade das coisas. Todos à luta, não vamos deixar esses filhos das “pautas”, transformarem essa profissão digna de respeito em uma categoria beirando a extinção. 

 



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Não tínhamos tempo para o “suicídio”


Marcio Santana

26/06/2019 21h57

 

 

É impressionante como um tema há muito praticamente esquecido, voltou de maneira cruel e devastadora aos noticiários e rodas de conversas em nossa sociedade e passou a ser uma ameaça real aos “mimados” adolescentes de hoje em dia.

Podem falar o que quiserem, mas para mim não passam de um “mói” de guri véio cheio de bosta na cabeça e que nunca tiveram um não como resposta, ao contrário, sempre gozaram das mais confortáveis situações de vida.

A minha geração não é muito velha, mas sem dúvida alguma, pode ser considerada uma das melhores. Apesar do atraso tecnológico da época, não existiam motivos para não sermos muito mais felizes que essa porcaria transviada de hoje.

Não perdíamos tempo pensando em suicídio, justamente porque não tínhamos tempo para isso. Não perdíamos tempo pensando em suicídio, porque o “racha” no campinho da Belo Horizonte não nos permitia pensar em outras coisas.

Porque sabíamos que quando acabasse o racha canela, iriamos todos para a resenha e isso não tinha preço. Porque a aventura de sair de bicicleta do Farol para a Pajuçara tomava todo o tempo de nossas manhãs de sábado. Porque o prazer de nos reunirmos com os amigos na Gut-Gut e depois pegar um cineminha no São Luiz eram inigualáveis. Porque nos intervalos do colégio, ao invés de celular, era quadra ou futebol de campo.

Porque tínhamos total convicção que o “não” de nossos pais era a mais pura realidade de condições, e simplesmente aceitávamos. Porque o fato de ter que voltar para casa mais cedo que os outros amigos, nada mais era, que uma atitude de proteção e não uma prova de poder dos nossos velhos, quem me dera os meus velhos...

Quando vejo, hoje em dia, os “motivos” que estão causando esta altíssima quantidade de suicídios, principalmente aqui em Maceió, percebo, o quão estupidos e babacas são esses elementos que se dizem “papai e mamãe”, mas que na verdade não passam de bichos escrotos, sem moral, sem coragem, sem vergonhas, que preferem muito mais a preocupação funcional/profissional, que o prazer de concretizar o maior e cobiçado sonho de todos, ou seja, a independência, juntamente com o sucesso na carreira de um filho.

É muito fácil para um imbecil de carteirinha, determinar que o filho precisa de uma ajuda psicológica, quando ele mesmo, nunca fez nada para ao menos tentar diminuir tais pensamentos negativos.

Na minha geração o tal do suicídio quebrou a cara, perdeu de cambão para a alegria de chupar uma manga e se lambuzar todo. Perdeu para os assaltos que nunca foram regados por drogas e sim por paqueras. Perdeu para os jogos escolares que todos os anos aconteciam e mobilizavam toda uma geração, enfim, essa lastima perdeu para a coisa mais importante que existe no mundo, a vida.



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O “Asno” (carapuça)


Marcio Santana

11/06/2019 21h46

 

 

Por qual motivo, seja ele óbvio ou apenas uma suposição, vamos continuar comparando tudo o que é de incompetente e safado com a maravilhosa figura do “burrinho” das orelhas grandes e trabalhador?

Será que é justo ao menos imaginar que tal animal irracional possa sofrer tanto “desgosto”? e ser essa espécie tantas vezes comparada apenas com coisa ruim, sem valor e que não presta?

Muito bom seria, se muitos que por aí se auto intitulam incompetentes, conseguissem, na sua humildade, aceitar a falta de vergonha na cara lisa, e procurassem entender o quanto trabalhador e produtivo é esse animal, deixando assim, essa descabida comparação só para quem realmente merece esse título.

Para muitos, o simples fato de não possuírem um limite de safadeza, muitos são comparados com verdadeiros animais irracionais (racionáveis).   O elemento que costuma dizer muitas asneiras, também, para variar, é incapaz de aceitar o próprio erro, procurando assim, colocar a culpa em outro segmento da sofrida sociedade. Geralmente, quando está diante de um questionamento simples, não elabora uma autocrítica, e prefere usar a velha e descabida desculpa que outra pessoa ou outro partido também fez ou faz a mesma “merda” isso sim é um verdadeiro idiota.

Não é justo comparar incompetência com burrice, até porque, diferentemente dos animais, ninguém nasce burro, o que muitas vezes acontece, é que diante de muitas facilidades que a vida lhes oferece, ele se torna uma pessoa sem competência para resolver assuntos relativamente simples.

Colocar um médico para ser diretor de um hospital é algo completamente coerente, porém, deixar uma pasta importantíssima sob a responsabilidade de um leigo em um determinado setor, é o mesmo que marcar uma reunião com a alta cúpula da empresa, e na hora da apresentação dos relatórios, demonstrar através de molhos de capim, qual a porcentagem de prejuízos que a sua empresa terá.

“Tente ensinar a um asno o que é um grão de areia e asno será você... Tem coisas e pessoas que são casos perdidos, apenas devemos admirar a escultura da estupidez talhada por elas...”

 

Bruno Vilar

Em uma disputa de um cargo eletivo, onde o número de analfabetos supera em muito a quantidade de “asnos”, fica drasticamente registrada a qualidade do rebanho que por aqui insistem em pastar. É uma pena que muitos demoram décadas para admitir que em determinado momento da vida, fizeram uma triste escolha, porém, se mesmo prestes a morrer, tal infelicidade for revelada, eis aí a dignidade falando bem mais alto que a demagogia e a safadeza.  

 



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Pinheiro, o fim de uma linda história


Marcio Santana

11/06/2019 21h45

 

 

Falar em saudade, é falar no Pinheiro. Falar em comunidade unida, é falar no Pinheiro. Falar em tempos bons, é falar no Pinheiro. Falar em nostalgia, é falar no Pinheiro. Falar em falta de saneamento e em esquecimento por parte do governo, é falar principalmente do Pinheiro.

O bairro do Pinheiro teve vários momentos históricos que não podemos esquecer, como por exemplo as construções das Igrejas Batista e a Igreja Menino Jesus de Praga (essa construída pela comunidade).

Os conjuntos residenciais Jardim das Acácias e Divaldo Suruagy, foram uns dos primeiros no bairro com moradias verticais populares, e foram construídos sob a “fiscalização” de todos que moravam pela redondeza, e que assim como eu, saiam de casa após o almoço, para admirar toda aquela movimentação de pessoas e equipamentos em uma tão grande construção.

Pinheiro, que podemos sim, destacar a linda Praça Arnon de Melo, que foi construída na frente da casa de meu grande amigo André (maracujá), onde por diversas vezes, íamos nos finais de tardes, conversar e dar tempo ao tempo.

O bairro do pinheiro, sempre foi munido de tudo o que precisávamos, ali nunca faltou mercadinhos, panificadoras, farmácias, feira, enfim, um local que lhe dava totais condições de viver bem, sem precisar se deslocar para o centro. Imaginem vocês que até local para alugar bicicleta tinha, e era bastante concorrido e respeitado, pois nunca ninguém levou uma bicicleta do Sr. Pedro e não devolveu.

Falar do Pinheiro, é relembrar das disputadas, mas leais, partidas de futebol entre o Palmeiras da Rua Belo Horizonte, onde eu jogava, com o Ajax da parte de cima do Mutange. É recordar da venda do Sr. Fernando, que mesmo sendo situada na Belo Horizonte servia como referência para se comprar tudo o que precisávamos.

Falar do Pinheiro, é saber hoje, que naquela época (anos 80), ou talvez até antes, o mísero “cupim de aço” já estava comendo tudo, nas escondidas, por baixo de nossos pés e nunca foi divulgado por nenhum órgão de fiscalização. Existiam, naquela época, muitos sonhos a ser realizados, mas agora viraram pesadelos por conta da ganância e irresponsabilidade do capitalismo cruel e escroto.

Essa esmola que estão oferecendo, diante de todo o lucro que as partes mais interessadas e privilegiadas tiveram, não significa nada para um cidadão que investiu tudo o que tinha e que não tinha, para ter um mínimo de dignidade e para viver a sua vida ao menos com um lugar considerado seu.

Infelizmente esse tipo de doença maligna, que infectaram o nosso subsolo, se fosse antes, diagnosticado por um grupo de “médicos” honesto e descentes, talvez agora a situação não estivesse tão desesperadora, pelo contrário, estaríamos todos continuando uma linda história que certamente tão cruel terá o seu fim.

 



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Labutando na circunferência fétida do labutador


Marcio Santana

11/06/2019 21h42

 

Aí, chegam as mais diversas representações de classes, entre eles, hoje os “extintos sindicatos”, associações, comunidades organizadas etc., e as contestações são as mesmas de sempre: “quero saber dos meus direitos, da minha indenização, do meu décimo terceiro, das minhas férias, do meu plano de saúde, enfim, de tudo aquilo que eu tenho direito e usufruo.

Mais uma vez, apesar de todo o esforço, das tentativas de acordo, das negociações com trabalhadores e patrões, da insistente e maquiavélica ação do lado podre da justiça, dos conchavos entre “representantes” do povo, e outras safadezas mais, a peste da corda, e dessa vez, corda banhada em sebo de porco, quebra nas costas dos labutantes (trabalhadores).

Teríamos realmente motivos de sobra para a tal da preocupação? Seriamos enfim, o verdadeiro sinônimo da causa de tanta miséria neste país? Será que a fome que assola as mais precárias regiões de subsistência desta província, tem a ver com uma reivindicação trabalhista? Essas, são apenas, algumas perguntas que o labutante sofredor brasileiro e em especial o alagoano tem feito em demasia nos últimos tempos.

Que situação é essa, onde simplesmente reivindicar direitos se tornou crime, pedir melhores salários passou a ser uma ofensa, discutir uma ideia de melhoria para a empresa equivale a um gesto de insatisfação. Será que diante de toda essa constante prova de incompetência que os poderosos “analistas” apresentam diariamente nas mesas de negociação, nunca aparecerá algo em favor da parte mais importante de uma organização?

Fica evidenciado, até pelo mais simples de todos os ocupantes de cargos, que a ideia nunca será dar “boas” condições, e sim, fazer de tudo, para que, chegando no limite da safadeza imposta, a única alternativa seja o acordo final, ou seja, o olho da rua.

Essa sociedade capitalista e interesseira na qual estamos inseridos, nunca irá saber o significado da alegria de acordar, tomar um banho, tomar um pingado de café com um pão com manteiga, preparar a marmita e pedia à Deus que tudo dê certo em mais um dia de trabalho.

Pegar dois e até três conduções para chegar no local de trabalho, significa peso no bolso.

Precisar de um atendimento médico e ser atendido, é algo que não tem preço.

Levar os filhos à uma escola pública, e saber que ali eles terão a garantia de um futuro digno, é o sonho de todo trabalhador.

Vamos em frente meus amigos, muita coisa ainda pode mudar nesse senário de miséria, vamos labutar descentemente, para evitar que eles labutem no que resta de direitos da gente.

 



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CSA é sinônimo de alegria para o futebol alagoano


Marcio Santana

11/06/2019 21h37

 

Finalmente, após um longo e cansativo tempo, mas precisamente 40 anos, Alagoas está de volta à elite do futebol brasileiro. Com uma campanha simplesmente maravilhosa, encantadora, guerreira e acima de tudo, focada, o CSA conseguiu sair do inferno para o céu, se bem que nesse caso, o céu é meio que obscuro.

Foram anos e mais anos em uma eterna crise sem precedentes, humilhações, rebaixamentos, ações trabalhistas das mais diversas, desentendimento entre diretores, manifestações de torcida, enfim, uma verdadeira fase daquelas em que a gente diz “êita fase da gôta serena”.

É claro que tem muita gente acreditando no possível e no impossível, e aí meus amigos, posso afirmar que, fosse eu torcedor azulino, certamente estaria já contando os dias para o início da série A deste ano e se possível com uma belíssima vitória, será?

O fato de as condições técnicas interferirem na atual equipe, não nos permite em hipótese alguma, acreditar que este seria o real motivo para tanta preocupação entre torcedores, afinal de contas todo começo de campeonato é assim, algumas equipes se destacam e depois se lascam, outras começam de maneira mais discreta e terminam surpreendendo.

Foram 40 anos de chacotas, piadinhas, desrespeito para com os alagoanos, principalmente vindo dos vizinhos pernambucanos, que sempre se acharam os “sulistas nordestinos”, quando na verdade, sabem que nunca passaram de simples saco de pancadas e hoje se encontram na pior crise futebolística, inclusive sem nenhuma representatividade esportiva no País.

Se tudo ocorrer como o prometido, ou seja, acomodações descentes para o torcedor, para a imprensa e o mais importante para os jogadores, sem falar no famigerado placar eletrônico, vamos voltar a ter o privilégio de sair de casa para presenciar verdadeiras academias se apresentando no “ Trapichão” – não sei o porquê de ainda não terem mudado o nome desse estádio – ajudando assim, toda uma estrutura, que vive do comercio esportivo em Maceió, desde o “churrasquinho de gato” nas intermediações do estádio até os mais caros hotéis.

Que venham Vasco, Flamengo, São Paulo, Palmeiras e etc. estaremos aqui, sempre de braços abertos a lhes receberem, mas com a certeza de que moleza não encontrarão, ao contrário, terão pela frente uma equipe aguerrida que lutará até o final por um bom resultado e certamente por uma bela premiação.



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Chegou a hora


Marcio Santana

28/03/2019 08h14

 

 

Aí, de repente, não mais que de repente, me vejo chegando na naquela fatídica e ao mesmo tempo esperançosa “zona” eleitoral, e ali, observando aquele “monte” de eleitores, simpatizantes, burgueses, alguns metidos a ricos, outros metidos a pobres para lhe comover, uns com roupas que mais parece que vão a uma festa de gala, outros com trajes de praia, alguns com aparência de entendidos, outros com a aparência de quem trabalhou até de manhã para ganhar honestamente o dinheiro do mês, uns otários discutindo as “qualidades” de quem não as possuem, outros sem nem saber onde vão votar, o tolinho que sempre vem com a mesma história de ter a honra de receber o meu voto, aqueles velhos amigos do tempo de escola, o reencontro com o presidente da mesa, enfim, naquele local, que pela importância que possui, deveria ser considerado e tido como um local de esperança e respeito.

Fico ali na fila que por sinal já foi bem maior em anos anteriores, esperando para mais uma vez exercer o meu direito cívico de cidadão do mundo. Ali naquela cultural fila, sempre tem as “experientes” celebridades que acham que todo mundo, assim como elas, são idiotas e que devido a uma boa lábia certamente vão se deixar levar pela delicadeza das palavras.

Vai se aproximando a minha vez e como não poderia ser diferente, sempre tem aquelas pessoas que se atrapalham um pouco na hora de digitar os números de seus candidatos, causando assim uma já bastante conhecida demora.

Pois bem, chegou a minha hora, a hora de colocar em pratica toda uma vontade de mudança e uma crucial determinação, está ali na minha frente aquela “coisa” que de tão importante que é, deveria ser considerada como sendo algo primordial em nossas vidas e consequentemente no futuro do país. A análise já foi feita antes, a qualidade de cada um já foi exposta, resta agora saber se realmente o melhor vai se eleger.

Já fui assaltado duas vezes, nem por isso sou a favor do porte de arma.

Nunca recebi bolsa família, mas sei que muitos precisam.

Entendo que a mudança não pode acontecer se continuarmos votando nos mesmos e nos filhos dos mesmos.

Tenho certeza que o continuísmo dessas mazelas só causa miséria e exploração.

Não quero perder a amizade de ninguém, inclusive de velhos amigos da época de Marista, mas se for o caso um grande abraço e passem bem.

 



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À espera de um milagre


Marcio Santana

28/03/2019 08h09

 

E eis que chegamos a mais um final de ano, muita alegria, muita tristeza, muitas conquistas, muitas derrotas, muito orgulho, muitas decepções, muita sinceridade, muita falsidade, muitas atitudes respeitosas, muitas que nunca deveriam ser tomadas, novas amizades, fim de “amizades”, enfim, a continuidade de uma vida que, apesar de sempre esperarmos que mude, continua a mesma.

Muito esperamos de um novo ano, porém pouco fazemos para que ele realmente seja melhor. Muito esperamos dos nossos filhos, porém, na maioria das vezes não sabemos nem a qualidade de vida que eles levam. Muito esperamos de um determinado governo, mas na maioria das vezes torcemos para que o outro que ganhou meta a pá de cal em cima só por não aceitar a derrota.

Enquanto a importância da reflexão de fim de ano for apenas a roupa branca, uma cueca nova, a queima dos fogos, os pulinhos nas pequenas ondas, os abraços (falsos), o brindar de taças, e o horror de comida que todos os anos sobra e é jogado fora, aí meus amigos, podem tirar o famigerado e sofrido “pangaré” da chuva, que certamente a vida vai continuar sempre sendo a mesma.

Precisamos aproveitar as oportunidade que temos. A importância que temos. A alegria que temos. A vontade de mudança que temos. Os exemplos bons que temos. Os momentos maravilhosos em família que temos. Encontrar o acerto diante dos erros que cometemos e não persistir em fechar os olhos quando temos a certeza que algo está errado.

Feliz Natal é ver um projeto ter dado certo. É ver um filho se formando e seguindo a carreira tão almejada. É saber que “eu fiz o que pude” para mudar. É entender que as vezes os pequenos detalhes fazem a tal da grande diferença.

Como poder desejar um feliz natal e próspero ano, repleto de saúde, amor, carinho, conquistas e alegrias para um “querido” amigo, irmão, primo, sobrinho, enfim, pessoas que fazem parte da sua vida se ao invés de demostrar tudo isso, o que víamos à pouco tempo atrás na prática, era uma verdadeira disseminação do ódio, do preconceito, do fascismo e da crueldade.

Pois bem, voltemos então à nossa realidade. Na minha humilde opinião - agora falo por mim – eu preferiria muito mais ser esquecido por um monte de cafajestes que eu não sabia que conhecia, uma cambada de sem futuro, um “moi” de calhordas, lambe botas, falsos, lascados metidos a ricos, puxa sacos, oportunistas – vá vendo aí onde você se encaixa- do que ser lembrado como sendo um “grande amigo de todos os anos”.

Vão tudo pra casa da peste e não precisa me mandar endereço, pois meus  ex-amigos, só um grande milagre vai salva-los do juízo final.



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A arte de tirar o “fedorento” da reta


Marcio Santana

28/03/2019 08h07

 

Para não perder o maldito costume, eis que de repente uma verdadeira legião de elementos incapacitados, rebeldes sem causa, otários, ambiciosos e inescrupulosos formadores de opinião, diante de uma realidade que apenas está começando, mudou totalmente o discurso, e agora, depois do fato consumado, tentam tirar o “fedorento” da reta e procuram, de maneira ridícula, passar para todos a falsa impressão de arrependimento, mostrando o quanto estúpido foi querer concertar o errado com um protesto imbecil, sem fundamento e acima de tudo perseguidor.

Nesse momento é muito cômodo se manifestar decepcionado com algumas aberrações que já foram divulgadas e que dia após dia, só traduzem a incompetência e arrogância de alguém que jamais poderia ter sido escolhido (eleito), para comandar o destino dessa nação já bastante sacrificada e testada pela incompetência de muitos.

Ainda está para nascer, principalmente aqui nessa província, o grande salvador da pátria, o elemento que faltava, o “mito”, o verdadeiro “brasileiro acima de tudo”. Tanto se falou em ter o Deus no coração, e a primeira atitude de impacto religioso, foi retirar todas as artes sacras da casinha onde vão morar e dividir o aluguel.

Perceber o arrependimento no semblante desses fascistas, realmente é algo que não tem preço, porém, imaginar o que ainda estar por vir, isso sim causa muita preocupação e temor pelo pior. Nunca, na história da democracia brasileira, uma transição de governo causou tanta discórdia, medo, insegurança e incerteza como essa.

O reconhecimento do erro ainda é, e continuará sendo, uma grande virtude no ser humano, afinal de contas quem nunca errou. O problema, pelo menos no momento, é saber qual a qualidade da “laranja” - ou foi a “goiabeira” -  que contaminou através da bactéria da impunidade todo um saco de frutos que ainda iriam ser degustados. O desencontro de informações está virando uma constante nessa transição, todos os dias um novo porta-voz aparece para divulgar algo e logo em seguida é desmentido por outro.

É muito confortável e até mesmo lindo, o cidadão chegar em rede nacional e pedir desculpas pelo o que fez de errado, mas e daí! Será que o reconhecimento do erro não deveria ser levado um pouquinho mais à sério. O que poderia acontecer se todos os “laranjas” desses gabinetes políticos se revoltassem e saíssem por aí denunciando o verdadeiro valor de seus salários.

Por tanto carinhas vermelhas, não queiram agora - depois que ajudaram a criar essa situação – assumir o papel de bom moço e não reconhecer a sua escolha por que a “tuia” já foi lançada no ventilador e agora é só questão de tempo para a catinga se espalhar por todos os lugares.      

 



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A farsa de uma seleção desmoralizada e vexatória


Marcio Santana

28/03/2019 08h04

 

 

Fica realmente muito difícil tentar entender como o Brasil, um país que sempre foi referência no futebol, se encontrar, de maneira ridícula e humilhante, apresentando para o mundo, um grupinho de elementos desqualificados, que em sua maioria só pensam nas gratificações milionárias que recebem para tais “recreações”, deixando assim, uma grande certeza que certamente demorará bastante para termos novamente o prazer de sentarmos em frente a TV para deliciarmos com uma brilhante apresentação dessa que já foi e nunca mais será a maior do mundo.

Ao longo de muitos anos, percebemos, que não existe mais aquela vontade espontânea de nossos atletas em servir à seleção. São muitos os fatores que fazem com quê percamos a credibilidade, porém, o “famigerado” dinheiro - principalmente dos patrocinadores -  passou a ser sem dúvida alguma o grande responsável por tudo isso que estamos presenciando, um verdadeiro câncer.

Antigamente - e isso não faz nem tanto tempo assim - o prazer que um jogador tinha de participar da seleção era algo bastante evidente, a garra, o amor, o respeito pela camisa amarela, a união, a liderança do “capitão”, enfim, coisas simples, mas que realmente faziam a diferença. A história está aí para mostrar a esses indivíduos de hoje, que ali era o lugar não dos mais caros e sim dos melhores.  

É muita picuinha, muito pé de chinelo, muito desfile de penteados e tatuagens, muita pipocada, jogadores covardes, medrosos e o pior de tudo, descomprometidos por saberem que aquilo ali não significa nada em termos de patriotismo.  

Para eles empatar com o Panamá, nunca será em qualquer circunstância, um vexame. Meu amigo, no meu entender, seja qual for prumo da ideia que eles possam ter, essas apresentações medíocres e vexatórias tem de ser consideradas, mais que um mico para a história da seleção brasileira. Uma quadra constrangente e desesperadora no currículo dos “pentacampeões” (antes fossem), do mundo.

Dizer que é fácil montar um grupo melhor, nesse caso é, basta apenas dispensar todos que foram convocados, inclusive a comissão técnica, e trabalhar apenas com os jogadores que sonham a vida toda com uma oportunidade dessas e que não sejam “estrelinhas” já carimbadas, que, para não se machucarem, não conseguem disputar uma bola dividida com receio de machucar o pezinho e desfalcarem não a seleção e sim os clubes de origem.

Amor ao país e vergonha na cara, tenho a certeza que se procurarem com um “pouco” de atenção, certamente irão encontrar aqui mesmo.



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“Casa da mãe Joana”


Marcio Santana

28/03/2019 08h03

 

Meus amigos, simplesmente não tem como aceitarmos essas “condições” maquiavélicas, mesquinhas, brutais, medonhas, hipócritas e inegavelmente organizadas por esses marginais, delinquentes que insistem, diariamente, em provar que isso aqui está sem dúvida alguma uma verdadeira casa da mãe Joana.

Percebam que direta ou indiretamente, a peste da violência já é parte de nosso já sofrido cotidiano e ela não distingue gênero, credo ou posição social, ao contrário, ela bota para empenar em qualquer um. A infeliz é imposta sob as mais diversas formas.

Claramente livre de punição nas ruas, nas casas, nas escolas, no ambiente de trabalho, na política enfim, em qualquer lugar, a violência é motivada muitas vezes por diferenças sociais, religiosas, ideológicas e por um monte de frescuragem que a toda hora surgem com novas definições, para justamente dar nome a falta de vergonha na cara desse monte de porcaria.

Se a situação está dessa maneira, isso é o reflexo de tudo o que nunca foi feito nesse país no que se diz respeito à educação. Não é à toa que muita gente está deixando essa porcaria para tentar viver com decência em outros países, elas procuram além da tão cobiçada e desejada ”paz”,  a educação, a simples certeza que vai sair e vai voltar.

É muita coisa ruim acontecendo de uma só vez, é barragem rompendo e ninguém sendo punido, essa última e impactante tragédia que presenciamos em mais uma escola, onde vitimou diversos adolescentes, houve quem dissesse que era culpa do vídeo game.

Na minha concepção não é culpa do “vídeo game”, não é problema de bullying, não foi pelo fato dos professores e funcionários não estarem armados com “revolver” para se defenderem e nem tampouco por vingança. Para mim isso foi falta de uma boa criação (surra boa de “mangueira” na bunda lisa), que hoje em dia é crime, e que nunca - num passado bem remoto - fez mal a ninguém da minha geração.

É muito mais cômodo para as autoridades decidirem que a culpa é a falta de estrutura familiar, quando sabemos que muita coisa pode ser definida como causa de tanta desgraça. Todos os dias nos deparamos com casos chocantes, que nos deixa a grande dúvida sobre a verdadeira função desses n ossos “representantes”.

A imagem do Brasil que é vendida para o mundo é totalmente diferente de nossa realidade, trata-se de um pais sério, totalmente seguro, cheio de belezas tropicais, onde quem compra os pacotes espera, no mínimo, encontrar uma estrutura organizacional que permita – a duras penas - ir e voltar sem correr o risco de levar um tiro ou mesmo ser roubado na saída do hotel.

Realmente está uma verdadeira via-crúcis viver aqui, tínhamos tudo para esbanjarmos patriotismo, mas, infelizmente, o que temos apresentado nada mais é que o espelho do descaramento, do descaso, da impunidade.    

 



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O “porte de arma” para Presidente do Brasi


Marcio Santana

07/12/2018 19h01

 

Teve um tempo em que todos apostaram no “caçador de Marajás”, naquela ilusão de que tudo seria resolvido da forma mais limpa e transparente, quando começou o governo tivemos o que tivemos e no final, não era nada do que pensávamos.

Teve outro tempo em que todos apostaram e imploraram o golpe, e vejam como tudo terminou.

Agora o que se escuta pelas bodegas da vida é justamente a alegria de finalmente poder ter o direito de usar uma arma e aí sim, resolver as coisas da maneira que achar mais coerente.

E aí meu “fio”, nem olhe para mim com cara feia senão vai entrar na bala. Se cortar a minha energia vai entrar na bala. Se olhar para minha “muié” vai entrar na bala, e assim serão resolvidos diversos probleminhas que antes bastava apenas uma boa conversa ou um bom acordo.  

Eu entendo que não faz sentido algum, essa “ignorante e violenta” parcela do eleitorado brasileiro, achar que deve eleger o porte de arma para presidente do Brasil, tomando para si a responsabilidade de defender a vida e à propriedade. Essa função, todos nós sabemos, pertence ao Estado. Essa oportuna parcela de “radicais idiotas” tem de buscar proteção sim, mas com um outro tipo de arma, ou seja, uma cobrança direta a esses nossos “representantes” que em sua maioria andam escoltados por diversos seguranças pagos com o nosso dinheiro.

Claro que sabemos da existência de todas as dificuldades sociais que estamos vivendo: pobreza, miséria, desagregação familiar, falta de educação, de valores de civilidade e de cidadania etc. mas também não podemos ignorar nem tampouco fechar os olhos para o sentimento de injustiça que habita no país, a população não vê a polícia na rua,  a facilidade que um bandido tem para adquirir uma arma.

A conscientização do cidadão de que ele não deve e não pode andar armado é importantíssima, e isso você pode perguntar a qualquer especialista em segurança pública - que não seja “candidato” sem plataforma- que certamente ele irá dizer o quão perigoso é um despreparado portar uma arma de fogo. Já dizia aquele velho ditado, se a ocasião faz o ladrão, o “mito” vai produzir o matador.

Meu povo “inteligente”, nesse momento, o mais importante é votar consciente, principalmente aqui em Alagoas e esperar que o Estado faça a sua parte e evite que a arma chegue ao marginal.

Se isso fosse algo evidente nesta província medíocre em que vivemos, se o cidadão alagoano percebesse que a polícia está agindo para protegê-lo, se os políticos comprometidos com tudo menos com a gente, cumprissem suas promessas de campanha, certamente nós não precisaríamos de armas.



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CSA na série A, Alagoas em festa


Marcio Santana

07/12/2018 18h59

 

Para começo de conversa, todos sabem da minha “paixão” pelo CRB, é um sentimento que as vezes me deixa até com dúvidas à respeito do merecimento do mesmo, porém o que está acontecendo neste momento no futebol alagoano é algo simplesmente maravilhoso, motivo de orgulho para todos, independentemente de o fato ser consumado ou não, ou seja, mesmo que o Centro Sportivo Alagoano não consiga subir para a série A, essa campanha brilhante que vem realizando sem duvida alguma já pode ser considerada a mais clara definição de superação e organização já vista dentro do futebol alagoano.

Atual vice-líder do Brasileiro da Série B e vivendo um ótimo momento, o CSA é um dos principais destaques do futebol nacional nesse ano e elogiadíssimo pela imprensa brasileira. Depois de 20 anos de sofrimento, crises internas etc., o CSA voltou a participar de uma série B, foi campeão da série C, campeão alagoano após 10 anos, enfim, uma evolução que tem que ser respeitada e admirada ate mesmo pelos seus rivais alagoanos.

Lembro-me bem dos anos em que o time marujo passou por diversas dificuldades no campeonato alagoano, sendo rebaixado, sem patrocínio, muitos problemas jurídicos. Mesmo assim, graças a um desafio aceito pela atual diretoria que nunca mediu esforços para colocar o time no lugar que merece, o time teve uma evolução muito grande e hoje está colhendo os frutos de uma brilhante administração.

Parabéns a nação azulina, a sua diretoria, aos jogadores guerreiros que sempre se doaram totalmente ao projeto, fazendo com que o grande sonho enfim pudesse ser realizado. O CSA na série A é sinônimo de receita não só para o clube, mas também para o estado, que apesar de não incentivar o esporte (nem uma porra de um placar eletrônico se interessa em colocar no Estádio), vai poder arrecadar impostos, é a certeza de casa cheia como tem sido uma constante nos jogos com mando de campo, e ai, tem todo um comércio que precisa desse movimento no entorno e dentro do “Trapichão”..

Só um castigo muito grande, ou alguma “arrumação” dos cartolas, para o CSA não conseguir o acesso, vamos todos continuar com essa corrente de otimismo, repito sou regatiano, mas posso garantir que vou ficar bastante feliz de presenciar e participar deste momento de gloria azulina.

É uma pena que pelo andar da carruagem, e diante da péssima campanha que o CRB está fazendo, com certeza não irei assistir o meu Vasco jogar no ano que vem no “Trapichão”, pois tudo leva a crer que ambos serão rebaixados.

Nunca tive problema algum – diferentemente de muitos colegas - em manifestar o meu time de coração, porém, se acharem por bem me criticar que assim o façam, pois até mesmo o mais fanático repórter ou jornalista azulino jamais poderia imaginar estar vivendo momento tão exuberante e lindo, algo vivido por nós regatianos durante anos. 



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É chegada a hora


Marcio Santana

07/12/2018 18h56

 

Finalmente (graças a Deus), chegou a hora da famigerada e preocupante definição que consequentemente trás consigo o fim de toda essa palhaçada eleitoral, transvestida de honestidade e recheada de muita demagogia, mentiras, algumas verdades, muita safadeza, uma dosagem considerável de preconceito, apologia ao ódio e outras mazelas mais. 

Finalmente é chegada a hora de colocarmos em evidencia a clareza das coisas, o raciocínio crucial dos verdadeiros especialistas, de respondermos com muita veemência toda essa safadeza desenfreada e anárquica que assola os nossos olhos e ouvidos. De entendermos que o continuísmo não nos levará a lugar algum senão o que já nos encontramos. 

Vamos acreditar na proposta decente, coerente, lógica, acreditável, e o mais importante, realizável. Basta de ilusões, basta de tapinha nas costas, basta de abraços falsos, no momento o que essa província necessita é de muita vergonha na cara desses “feudais” que devido à fragilidade financeira de muitos se aproveitam, exploram, iludem e no final das contas dão uma banana e fica por isso mesmo. Devemos - diante das desgraças que temos como opções - fazer uma triagem minuciosa e consciente, e aí sim, entender que é justamente a partir desse momento que uma verdadeira diferença poderá ser feita e cobrada. 

Não existe mais espaço para a roubalheira, safadeza, acordos bizarros, desrespeito à constituição, impunidades, conchavos ridículos, cinismo e outras qualificações apropriadas como definição do perfil atual da política brasileira, em especial a daqui de Alagoas. 

O escroto e medíocre voto de protesto que para muitos virou uma “válvula de escape”, certamente deverá mais uma vez ser destaque, principalmente para presidente. No meu entender essa é uma pratica covarde, bisonha e principalmente vergonhosa utilizada por verdadeiros “analfabetos políticos”, anarquistas e idiotas sem noção, que teimam em se esconder atrás de um protesto inimaginável que só serve para ajudar os poderosos.

 



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Desconfio


Marcio Santana

07/12/2018 18h54

 

Não era para ser assim, porém, e pelos fatos que rotineiramente acontecem em nossas vidas. Pelos exemplos que diariamente teimam em se expor na nossa rotina. Pela qualidade de “representantes” que temos na nossa política. Pelos constrangimentos que vivenciamos à toda hora, não poderia ser diferente. É muita sacanagem, roubalheira, desrespeito, violência, intolerância, cinismo enfim, muita falta de vergonha na já (sem verniz), cara de pau desses malandros. 

Desconfio do trabalho do frentista quando abasteço, do manobrista que arranha nosso carro, do feirante quando pesa um quilo de feijão verde, da qualidade da vacina da gripe, da honestidade do vendedor de peixe que muitas vezes vende carapitinga dizendo que é carapeba, do peso do pão francês e o pior de todos, de mim mesmo, por sempre acreditar que todos eles são dignos de minha confiança.

Quando imaginamos que esse fator confiança é uma necessidade em se tratando de vida, esperamos no mínimo que os exemplos nos permitam a acreditar que nem todos são “farinha do mesmo saco”.

Na minha vida toda nunca - até essa presente data – participei, conheci, presenciei e principalmente acreditei nas famigeradas pesquisas eleitorais e fico imaginando como pode um coordenador de uma campanha, ter a convicção de que determinada região seria o reduto de seu patrão, e ali, certamente os números serão favoráveis.

Faltando poucos dias para o primeiro turno, eu vi e o Brasil todo viu nas eleições passadas, lá na Paraíba, um candidato que se dizia imbatível – não pelo o que fez em prol dos paraibanos e sim pelo “curral” eleitoral que dizia possuir por lá – levar a maior lapada da história, para um “simples” ex-prefeito, que simplesmente conseguiu transformar João Pessoa em uma das capitais mais lindas e promissoras do Nordeste, refiro-me a Ricardo Coutinho que pra contrariar essas “pesquisas”, não só humilhou o imbatível como também se reelegeu.

Por tanto, devido a não confiar nessa galera que todos os anos enchem o rabo de dinheiro (nosso dinheiro), volto a dizer, não será surpresa nenhuma para mim se tivermos uma “brilhante” definição ainda no primeiro turno.    

 



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E agora José...


Marcio Santana

07/12/2018 18h51

 

Passados todas as aberrações, mentiras, denuncias, promessas insólitas e o pior de tudo o “terror” evidenciado no primeiro turno, agora as atenções se voltam para o clima que pode predominar no segundo. De um lado um modelo vermelho que todos viram que, se bem administrado e coerente, certamente poderá trazer a tão sonhada e já experimentada boa condição de vida. Do outro o verde de uma certa esperança, que realmente encheu a cabeça de uma grande parcela da população que já não aguenta mais tanta safadeza, insegurança e descrédito na velha província.

Diferentemente de outras ocasiões pós eleição, nesse momento o mais importante é pesar todas as possibilidades possíveis e imagináveis numa balança de precisão e daí tentar, diante de um resultado “positivo” acatar a melhor proposta.

Certamente iremos ser testemunhos de um verdadeiro massacre na já sofrida democracia, principalmente no que diz respeito ao princípio primordial do diálogo e entendimento entre o que é certo ou errado. Teremos que escolher o próximo candidato através do método “por eliminação”, ou seja, primeiro vamos descartando as qualidades boas (se é que possuem), de ambos, depois as evidentes (as de sempre), e por último, sendo considerada a mais importante, a que menos comprometa o futuro da nossa sofrida província. 

De um lado um candidato que conseguiu - graças a uma atual situação de calamidade e falta de segurança – fazer com que muitos imbecis acreditem na possibilidade de ter acesso a uma arma e daí, sair pelo meio do mundo resolvendo as coisas na base da bala, pois programa de governo que é bom não apresentou nenhum, e nas entrevistas não conseguiu responder a nenhuma contestação além de se esconder dos debates.

Do outro, um cidadão com um currículo bastante invejável, mas que na hora de se pronunciar mais parece uma sopa de ximbra (bola de gude), até agora simplesmente não disse para que veio, nem tão pouco para onde pretende ir, bastante comedido, viu o trem disparar da estação e nem sequer levantou o braço pedindo para o maquinista (o outro), esperar.

De um lado um eleitorado fascista de pensamento miúdo, onde em sua maioria constitui-se de empresários, médicos, advogados além de um monte de pé rapado que não tem em casa nem um pinico para depositar o "voto", mas que se acham “ricos” e por tanto enchem o peito para defender uma determinada causa que com certeza nem sabem onde a mesma se encontra ou começou.

Do outro, uma lacuna da “sociedade” que, por ter hoje, o que nunca imaginaram um dia, acreditam e torcem por dias melhores, mesmo sem ter a mínima ideia de como o próximo presidente vai conseguir em 4 anos, pelo menos amenizar tão grave situação, ou seja, fazem uma fé muito grande em alguém totalmente diferente daquele que fez o mundo baixar a cabeça para o Brasil mas que apesar de toda a experiencia – assim como muitos - se deixou envolver pelo vírus da safadeza e agora “tá lascado” enquanto os outros estão todos por aí, literalmente “gozando” às nossas custas.

Portanto meus queridos e “pacientes” leitores, vamos aguardar pelas propostas que serão apresentadas nesses dias que antecedem o segundo turno e torcer para que agora, passados todo o período de recuperação do “atentado”, tenhamos enfim, um debate construtivo e proveitoso, e a partir daí sim,  ter a certeza de que iremos votar por convicção, deixando inclusive as babaquices e fanatismos (familiares e amigos), de lado e acreditar que para tudo existe conserto, menos para o imbecil visto como o pior tipo dos cegos, e essa qualidade é a que mais encontramos principalmente nos grupos do "Zap-Zap".

E para finalizar - sem querer induzir ninguém à essa prática contagiante, mas que realmente é algo extraordinário – “vou ali tomar uma”, vamos?

 



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