A “esporada” do rei


Marcio Santana

18/08/2019 19h42

 

Dando continuidade a uma série de ataques descabidos, desnecessários, arrogantes e principalmente covardes aos profissionais da imprensa, eis que surge aqui, na capital das mentiras, das estatísticas falsas, dos despreparados “representantes” do povo, mais uma mostra da falta de respeito para com uma classe escolhida para ser a detentora das culpas de todas as safadezas e desmoralizações sociais por que passa o Brasil.

Meus amigos, quando um profissional do mais alto reconhecimento na sua área de atuação, é “humilhado” por alguém que diante do cargo que ocupa, deveria ao invés de se esconder dentro de uma redoma - que por sinal a muito já se encontra obscura - deveria apresentar para a população números concretos e exatos e não estatísticas “escrotas” e sem fundamentos, é que percebe-se o quão medonho e despreparado se encontra tal “inhô”, a ferir com suas esporas a dignidade humana.

Talvez, por se tratar de uma “linhagem” (raça), que está acostumada a receber críticas ferrenhas (chicotadas), de todos os tipos de ignorantes, o quadrúpede em questão, diante da ameaça descarada e ferrenha de sua majestade, tenha, nem que por um instante, sentido que o momento não fosse o propício para um “coice”.

É necessário que todos entendam – mesmo os que odiavam o PT – que a função do jornalista, na sua mais simples definição, é justamente levar a verdade para a população, mesmo que essa verdade, através de uma profunda pesquisa, venha a desagradar um ou outro imbecil, que prefere usar e abusar do autoritarismo, ao invés da humildade e reconhecimento de seus erros.

De incapacitados e incompetentes estamos cheios. O que precisamos, e com urgência, é de atitudes marcantes e concretas, que nos permitam o direito de ao menos tentar nos expressarmos diante de toda essa ditadura ridícula e sem cabimento que já se encontra em vigor nesse celeiro desarrumado e fedorento, onde, diante de tudo que estamos sendo testemunhos, podemos sim – se não tomarmos uma atitude - sermos tratados como verdadeiros asnos (indivíduos desprovidos de inteligência).  



Compartilhe
comentários