Aí eu pergunto: O que (quem), é o verdadeiro “Parasita”.


Márcio Santana

11/09/2017 20h55

 

 
Levando-se em consideração que apesar de todas as evidencias, claras, descaradas, gritantes, registradas, filmadas, denunciadas e mesmo assim tidas como infundadas pela justiça brasileira, tive a curiosidade de pesquisar na grande internet, o verdadeiro significado de “Parasita”.
 
E as coincidências com uma certa classe de “trabalhadores” brasileira, são muitas. Vamos lá, do latim paras?tus (embora com origem mais remota num vocábulo grego que significa “comedor”), um parasita é um organismo que vive às custas de outra espécie - é impressionante a semelhança - que pode ser animal ou vegetal, alimenta-se do outro organismo, lascando até a tampa, tirando tudo o que ele tem, debilitando-o mas sem chegar necessariamente a matá-lo.
 
As sequelas que esses infelizes provocam em nosso organismo recebem o nome de parasitismo (ou seria roubalheira, pouca vergonha, certeza de impunidade). A espécie que aloja o parasita é o hospedeiro (qual seria hoje aqui no Brasil esse órgão?), que faz parte da mesma corriola, que além de participar de todo o esquema ainda consegue sair impune diante de tantas evidencias.
Portanto, podemos afirmar que apesar de tantas investigações, processos, divulgação na mídia marrom e interesseira Glopista, os parasitas se beneficiam do “esquema” que estabelecem uns com os outros.
 
O mais impressionante de tudo é que em alguns casos, os próprios parasitas podem se transformar em hospedeiro de uma terceira espécie (por exemplo: os frigoríficos da vida), que se conhece como hiperparasita. Assim sendo, cria-se uma rede de corrupção onde o hiperparasita vive às custas do parasita, ou seja, um morde e o outro assopra.
 
Quando um miserável desses – e aqui em Alagoas tem muito - encontra um organismo debilitado, aí meu amigo, é caixão e vela preta e é justamente aí onde estão incluídos milhões de pessoas que passam fome, que dormem nas filas do SUS, que moram nas ruas, praças, além de outros tantos milhões que ganham menos de meio salário mínimo para realizarem o milagre da sobrevivência. A partir desse momento esta “legião de condenados” passa a fazer parte desse sistema nojento e inescrupuloso que vive única e exclusivamente da manipulação ou da exploração desses “eleitores parasitas” através da compra de votos, da distribuição de favores durante os períodos eleitorais e outras práticas já conhecidas.

 



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