Dupla cidadania, sempre me acharam um galeguinho dos “ói” azul, fui.....


Márcio Santana

15/05/2017 16h49

Um sonho que muitos brasileiros tiveram durante muito tempo, agora parece que está mais fácil de ser realizado, é a famosa e cobiçada dupla cidadania. Simplesmente o fato de você poder ir embora dessa coisa chamada Brasil e nunca mais voltar é sem duvida alguma algo que vem muito bem a “calhar”. Tentar um Trabalho ou estudar no exterior há muito tempo faz parte dos planos de muito brasileiro que assim como eu já não aguentam mais viver em um pais tão desmoralizado. Certamente será necessária uma boa dose de pesquisa e disposição para enfrentar a burocracia. E esse é o meticuloso caminho a ser percorrido para se obter a dupla cidadania, um procedimento através do qual brasileiros com ascendência de outra nacionalidade podem obter o direito de serem cidadãos de outros paí­ses. O primeiro passo é pesquisar suas origens. Os critérios variam conforme a nacionalidade. Geralmente para os países europeus, o direito é assegurado a filhos, netos, bisnetos e trinetos, desde que possuam a linhagem paterna, porem, alguns reservam algumas restrições. Na Espanha, por exemplo, os bisnetos precisam residir pelo menos um ano no país, enquanto que em Portugal a exigência é que o avô esteja vivo para transmitir a descendência. Muita gente não pensa em deixar o Brasil por causa da família, por imaginar que não vai se acostumar em outro lugar, por causa do clima, não vai arrumar emprego, ou até mesmo pelo fato de já ter morado em outros países e tenha chegado a conclusão que o Brasil é seu lugar, nesse caso amigo, você realmente merece estar onde estar. Depois da facilidade que foi criada para conhecer outros países na época do governo Lula, você certamente já conheceu alguém que morou fora e fala que só voltou por que não poderia passar mais tempo por lá. Então agora é cair em campo, pesquisar por onde meus antepassados moraram, por enquanto, o mais distante que encontrei morou em Palmeira de Fora, bem pertinho de Palmeira dos Índios, mas vou continuar na luta e se não der certo com certeza irei começar o curso de escalador de “muro” e tentar, tentar, tentar, tentar.....


Compartilhe
comentários