O medo, a liberdade e a esperança


Marcio Santana

24/11/2019 16h11

 

Não adianta querer negar, simplesmente esse medo descarado e covarde que paira por entre as mais idiotas e desqualificadas rodas de diálogos, tem sim um motivo, e esse não seria claro, se do outro lado da realidade não existisse um elemento qualificado e digno de todas as manifestações de apoio que não param de acontecer não só aqui no Brasil como também em todo o “universo”.

É impressionante, mágico, assombroso e gratificante, olhar, sonhar, acreditar, imaginar dias melhores – mesmo que esses sejam para um futuro bem próximo – e ver o quanto de imbecilizado foi aquele cidadão retrógrado, que acreditou, que torceu e até brigou, por uma situação no mínimo ridícula e inescrupulosa de uma possível ditadura ou golpe militar.

O que vemos no momento, além de uma clara e recalcada mostra de incompetência desses elementos radicais e ignorantes, é um temor muito grande, uma covardia sem limites, uma decepção já anunciada e ignorada.

É sempre assim: quando a luta é direcionada para uma política voltada para a minoria (elite), de uma nação, claro que, diante de uma realidade capitalista, essa luta será sempre a vencedora, mesmo que, entre os debatedores, existam verdadeiros lambe-botas, que se morressem hoje não teriam nem uma vala para apodrecer.

Agora é só uma questão de tempo, quando a esperança é o limite, ai sim, temos que acreditar e torcer para que ela aconteça. Porem, quando a anarquia, a ideologia cancerígena, o ódio e o preconceito teimam em ser evidentes, aí meu amigo, só a misericórdia de Deus.

Tremam os mais fracos, acreditem os merecedores, a justiça precisa ser feita e cabe ao futuro nos mostrar se realmente, apesar das promessas, a cultura do ódio e da arrogância realmente passaram despercebido diante da alegria e da simplicidade.

Não podemos tapar o sol com a peneira, a safadeza (comum em todos os governos), aconteceu, que paguem os culpados, mas daí, generalizar uma situação transformando-a em escancarado ódio de um partido ou de outro, isso realmente é o maior exemplo de covardia e ignorância política.

O que precisamos, apesar da dificuldade, é de pessoas honestas, sensatas, coerentes e acima de tudo, descomprometidas com conchavos e grupos de extermínio.

O medo, a liberdade e a esperança são fatores de extrema importância em nossas vidas, e cada um tem um monte de reflexos em nossas atitudes.

 



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