Pai, afasta de mim esse cálice


Márcio Santana

11/05/2017 21h43

Não consigo entender como uma corja de hipócritas e ignorantes, que costumam pregar tanto a liberdade de expressão, foi não foi se veem assustados diante de alguma picuinha relacionada à expressões, quando as mesmas simplesmente foram ridiculamente interpretadas de forma equivocada por este mesmo grupo de intelectuais abilolados que só costumam entender o que realmente lhes interessam. Como podemos traduzir, por exemplo, em palavras toda essa safadeza que esta assolando os representantes de nosso Estado, sem que, de maneira direta ou indiretamente atinja, ou mesmo “magoe” elementos desmoralizados, sem pudor nenhum, acusados dos mais diversos tipos de crimes, de maneira que não atinja os seus ridículos assessores (puxa-sacos). Acredito demais que a imprensa brasileira seja realmente uma das melhores do mundo, todavia, seria muito melhor se fosse em sua maioria “independente”, e não evidenciasse apenas o lado da situação, para levar alguma vantagem. Para mim, a maior prova de covardia que um bosta de um baba-ovo travestido de homem desses pode dar, é se utilizar de meios indiretos para, de maneira leviana e “escrota”, tentar mostrar ser coisa que nunca foi, e que com certeza nunca será, ou seja, um homem descente. Estes últimos acontecimentos de “censura”, que espero, não passem a ser algo comum na verdadeira imprensa alagoana, me leva a uma simples e preocupante análise quanto ao que imagino seja a tal da liberdade de expressão, ou você come, na feira, uma buchada de bode com uma caninha e sabe que ali tudo é sustança e está lhe dando prazer, ou então vai se contentar com uma porcaria de um pedaço de queijo cheio de mofo com um copo de vinho do porto, só para achar que está se saindo bem, daí então espio com os “oi” arregalados esta já comprometida liberdade, como sendo o que faltava para um “moi” de imbecis que se dizem formadores de opinião, saírem por aí colando um monte de calhau em suas colunas, sem se importar com algo de grande importância em todos os setores da vida; o velho respeito. Com certeza, amanhã em meio à tantos fatos relevantes que precisam realmente de uma ampla divulgação, um “copía e cola” desses que descrevi à cima vai estampar em sua coluna milionária que estou defendendo a censura. Ora me poupe meu amigo, nunca precisei deixar de falar o que quero por medo de ofender A ou B, mas, vocês precisam entender que na vida, para tudo existe uma consequência daí a necessidade de sempre medir o que se fala.


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