Que “medo” da peste é esse, libertem o cara e tudo será resolvido


Marcio Santana

03/09/2018 21h29

 

Mais uma vez uma demonstração de medo dos golpistas de que ele volte.

Mais uma vez uma pesquisa (não manipulada), mostra uma verdade.

Mais uma vez uma certeza de que algo muito estranho está acontecendo.

Mais uma vez uma realidade que ninguém quer aceitar.

Mais uma vez uma manifestação mundial de apoio à LULA.

Mais uma vez uma pergunta sem resposta.

Mais uma vez uma resposta descabida de uma corja de manipuladores.

Mais uma vez uma verdade negada por perguntas mentirosas.

Mais uma vez uma nação perplexa com tanta safadeza e sem nada a fazer.

Mais uma vez uma sacanagem predeterminada.

Mais uma vez, uma vez, uma vez, uma vez e uma vez....

Esse medo que todos têm é o medo de:

Verem mais uma vez uma humilhante derrota nas próximas eleições.

Verem mais uma vez o mundo respeitando o Brasil.

Verem mais uma vez o FMI pedindo dinheiro emprestado ao Brasil.

Verem mais uma vez a inflação controlada.

Verem mais uma vez as universidades sendo valorizadas.

Verem mais uma vez o pobre com comida na mesa.

Verem mais uma vez o Brasil do desenvolvimento.

Verem mais uma vez um homem do campo na poltrona ao lado no avião.

Verem mais uma vez o preço dos combustíveis estacionados.

Verem mais uma vez, mais uma vez, mais uma vez e mais uma vez....

A verdade é que Lula virou o cão chupando manga para a classe política golpista - comandada por uma mídia corrupta e totalmente comprometida com a mentira e a safadeza – não só pelo que ele representa e nem tampouco por tê-los derrotado três vezes sucessivas nas eleições presidenciais, mas principalmente por se manter como o maior líder popular na história dessa sofredora província sem dono, mesmo estando preso. 

O medo que os poderosos têm de Lula não é de agora e sim desde a época quando surgiu como líder operário, que trazia para a luta política os explorados e lascados trabalhadores, tanto pela ditadura militar como por um empresariado já acostumado ao arrocho salarial e à eterna e covarde ma



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