Justiça

Prefeitura de Traipu esclarece, em nota, matéria equivocada e veiculada pela TV Gazeta


Assessoria/Redação
Fonte: Assessoria/Arapiraca News

17/10/2017 18h01

 

A Prefeitura de Traipu esclarece, através desta nota, que os convênios de moradia realizados entre três comunidades quilombolas locais, a Caixa Econômica Federal (CEF), o Instituto Filhos de Davi – que tem sede no município de Santana do Ipanema - e o Instituto Morada, que tem sede no distrito de Mumbaça, neste município, contratos firmados pelos três entes referidos acima, em 2013 e 2014, não são, de forma alguma, de responsabilidade do Poder Público Municipal, ao contrário da matéria veiculada na TV Gazeta de Alagoas.
O prefeito Eduardo Tavares só tomou conhecimento do referido convênio, e de que havia supostas irregularidades envolvendo o trâmite do mesmo, através do material jornalístico citado. Com isso, imediatamente, convocou sua equipe e iniciou a apuração dos fatos.
A partir de então, descobriu que a atual secretária de Agricultura de Traipu, Priscilla Fabiana Palmeira, atuou, à época, ou seja nos anos de 2013 e de 2014, quando foram firmados os contratos em referência, como assistente social contratada pelo  Instituto Filhos de Davi, sem que, até hoje, tenha tido seus honorários ressarcidos.
Nessa quarta-feira, 18, o prefeito Eduardo Tavares se deslocará à sede da Polícia Federal de Alagoas, em Maceió, onde entregará uma representação, contendo tudo o que apurou nesses últimos dias, para que o órgão inicie uma investigação sobre o imbróglio, caso isso já não esteja sendo feito.
 “Não recai, sobre a municipalidade, nenhuma responsabilidade relacionada a esses citados convênios firmados entre as partes citadas. Para que a sociedade tenha ciência da isenção da Prefeitura Municipal, muito embora tudo tenha ocorrido durante a gestão passada, quem assinava a liberação de parte dos recursos mal versados, dentre outros indivíduos, era a pessoa conhecida como Josicleide, sobrinha da senhora Ana Lúcia Rosa dos Santos, residente no povoado Uruaçu, ambas membros de uma das comunidades e responsáveis por contratações de pedreiros e compra de matérias. Por outro lado, passado um pente fino em todos os departamentos da prefeitura, nada foi encontrado a respeito de referido assunto. Como cidadão, e indignado com a situação de absoluta irregularidade e impunidade, irei à Polícia Federal para que as supostas fraudes sejam apuradas e os eventuais culpados responsabilizados", explicou o prefeito Eduardo Tavares, acrescentando que a matéria veiculada pela TV Gazeta de Alagoas, não retratou o caso de forma totalmente correta e isenta.
"Tenho muito trabalho a realizar e isso é caso de polícia, que é quem deve tomar as providências iniciais", finalizou o prefeito eduado Tavares..


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