Polícia

Sumiço de Allan Teófilo completa dois meses e polícia cogita latrocínio


Fonte: Gazetaweb

23/01/2018 13h32

Há dois meses, o comerciário e estudante Allan Teófilo Bandeira desapareceu, após sair de casa para jogar futebol no município de Satuba. Desde então, não se tem mais nenhuma notícia sobre o jovem. O caso segue envolto em mistério.

Desesperados, os familiares de Allan já fizeram uma varredura no local onde ele registrou seu último sinal de vida. A família chegou a fazer buscas com ajuda de drones, procuraram em tubulação de concreto que existe na área, mas nada encontraram.

A falta de informações, inclusive por parte da Polícia Civil, tem angustiado a família, que afirma já ter se exaurido das buscas e não ter mais um motivo lógico para imaginar o que aconteceu com o estudante.

Deize Teófilo, mãe do jovem, usa as redes sociais para externar toda a angústia que lhe acomete com o desaparecimento do filho. Em mensagem postada ontem, ela desabafa: "Preciso do meu filho para voltar a ser feliz. Te espero, Allan, te amo". Em outra mensagem, a mãe de Allan apela para a fé: "Deus, o meu filho está entregue em tuas mãos".

PAI SILENCIA

A reportagem da Gazeta de Alagoas tentou contato, na tarde de ontem, com o pai de Allan, Albério Teófilo, que preferiu não comentar o caso para, segundo ele, resguardar a família. Ele apenas informou que aguarda os resultados do inquérito policial, que se estende nesses dois meses.

"Eu estou só esperando, Não sei mais o que pensar", afirmou. O delegado Rodrigo Sarmento, que preside a comissão que investiga o caso, informou que pelo tempo em que ele está desaparecido, está perdendo força a linha de sequestro.

"Uma vertente que aparece mais forte, hoje, é de que Allan foi vítima de latrocínio, uma vez que ele trafegava por um local ermo, onde existe uma quadrilha formada por ladrões e assaltantes atuando", frisou. Ainda assim, não há paradeiro também do carro que Allan dirigia e que seria o alvo do roubo.



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