Polícia

Mãe de vereador assassinado diz que confia na polícia alagoana


Carlo Bandeira e Roberto Baia
Fonte: Redação

09/03/2018 09h15

, Dona Terezinha, acompanhada de dois filhos, recebeu a reportagem do Jornal de Arapiraca, em sua residência, e falou que nunca deu entrevistas, e nem iria se pronunciar sobre o inquérito que apura a morte do seu filho, antes do seu término. E que acima de tudo, ela e sua família confiam plenamente no trabalho de investigação da polícia alagoana. Isto porque, uma ligação telefônica para um programa de rádio de Arapiraca, muito escutado, na manhã de segunda feira(05/03), Alagoas escutou, por telefone, uma mulher que se apresentou como a mãe do vereador Tony Pretinho, assassinado, um mês após a morte de outro vereador, Neguinho Boiadeiro, os dois vereadores do município de Batalha. O motivo da ligação; a suposta mãe disse que faria de tudo para provar a inocência de Baixinho Boiadeiro, acusado de ser o autor do crime, pela polícia, enquanto o âncora, do referido programa, lia a matéria do Jornal de Arapiraca, que  explanava toda a situação, tanto a versão da defesa de Baixinho Boiadeiro como as declarações da polícia judiciária, que ao término do inquérito, sobre a morte de Tony Pretinho, apontava a autoria de Baixinho boiadeiro, no crime.

A reportagem do jornal de Arapiraca, avisada pela família e advogada de Baixinho Boiadeiro, sobre a pretensa entrevista, foi até a rádio e falou com a produção do programa que explicou que não teria sido uma entrevista no estúdio. Informou, ainda, que o programa fazia referência ao caso Tony Pretinho, quando houve essa ligação. A produção do programa confirmou que duas mulheres se dizendo mãe e irmã do vereador assassinado, Tony Pretinho, questionavam a veracidade do inquérito, e que fariam de tudo para provar a inocência de Baixinho Boiadeiro.

Procurada pela reportagem do Jornal de Arapiraca, Dona Terezinha, a mãe do vereador assassinado, em Batalha, Tony Pretinho, ainda sem saber o motivo do pedido da reportagem, atendeu a equipe deste semanário, e logo respondeu assustada; Eu e qualquer integrante da nossa família, jamais ligou pra programa de rádio nenhum, e nem declaramos nada sobre o assassinato do meu filho, com ninguém da imprensa.

Uma dessas manchetes, do Jornal de Arapiraca, dizia respeito ao assassinato do vereador Tony Pretinho, em Batalha. A matéria apresentava a polêmica sobre esse assassinato, aonde o Baixinho Boiadeiro, filho de Neguinho Boiadeiro, assassinado um mês antes, fora apontado no inquérito policial como o autor dos disparos contra o seu compadre, o vereador Tony Pretinho, que veio a falecer em virtude desse atentado.  

Dentre as provas materiais, uma cápsula de Projétil 9 mm, encontrada nas imediações do crime, e que seria da mesma arma que atingiu Emílio Dantas, filho do também falecido, Zé Miguel, que trocara tiros com o Baixinho Boiadeiro, quando este passava pela rua, a caminho do hospital, para ver o seu pai que tinha sido alvejado na saída de uma sessão  da Câmara de Vereadores.

Dona Terezinha, e seus dois filhos, afirmaram, também, que têm a proteção do Estado, ofereceu e mantêm, 24 horas por dia, proteção à sua família.

Não vamos nos manifestar enquanto o inquérito seja enviado para a justiça.

Agradecemos a proteção oferecida pela Secretária de Segurança Pública, e a única coisa que fazemos questão de afirmar, é que confiamos nas investigações da polícia, e só vamos nos pronunciarmos após a denúncia do Ministério Público. O meu filho deixou esposa e três filhos menores, que vão ter que conviver com a falta do pai.

O que resta desta história é tentar descobrir quem se passou pela mãe do vereador Tony Pretinho. Nós da família aguardamos a conclusão desse inquérito com a confiança que depositamos na polícia e na justiça de Alagoas, finalizou a matriarca da família do vereador

 



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