Política

2021; O novo normal!


Carlo Bandeira
Fonte: Redação

09/01/2021 14h58

Os desafios dos novos gestores municipais, alojam-se, em sua grande maioria, nas prerrogativas adquiridas pelas municipalidades, nesse período de pandemia.

As aquisições de equipamentos hospitalares, medicamentos, contratação de profissionais especializados, na médica, sem o devido procedimento administrativo  legal e usual, são fatores que fazem parte das prestações de contas de todos os executivos municipais não reeleitos ou que não conseguiram emplacar seus sucessores. Por conta disto, os novos prefeitos terão como dever de casa, logo no início dos seus mandatos, as mesmas prerrogativas liberatórias de concurso legal, para qualquer aquisição ou ação, continuam valendo para as atuais administrações.

Decidir entre permanência ou novas atitudes, no caso das regras editadas pelas autoridades sanitárias, para o enfrentamento da pandemia do coronavírus, já é o dilema desses administradores.

A auditagem, das contas realizadas no período anterior, é a garantia de qualquer novo gestor. Bem, estes aspectos envolvem apenas uma das partes do Interesse Público.

Contudo, as novas gestoras e gestores  terão que lidar com o maior dos problemas; as consequências pessoais e coletivas de suas populações.

Aula sem aluno na escola, merenda sem consumo, população estressada, opiniões a favor e contra, contágio aumentando, iniciativa privada reclamando, são alguns dos sintomas a serem enfrentadas pelas novas administrações.

A vacina tão esperada induz à dúvida, inseguranças exacerbadas.

Não sabemos onde e como vai terminar essa questão. Há, até quem diga, que essa realidade não vai ter fim. E o que viveremos, daqui por diante, é um novo normal. Ou seja, convívio social controlado, máscara será peça íntima no vestuário das pessoas. E o álcool gel, companheiro inseparável da humanidade.

Nada será mais como era antes. O normal das pessoas, dos governos, não existirá mais.

As novas exigências de convívio violam todos os princípios da vida que antes era o normal.

Às novas administrações municipais, recai o manto  da assistência social, cultural e econômica em tempos de guerra. Assim, está rotulado os atuais tempos.

Tudo isso será pano de fundo para as próximas eleições, fato que continua igual como dantes, sem modificação. A próxima eleição, sempre decide os fatos da eleição anterior.

Contudo, temos que encarar esse tal novo normal, estando vivo ou sucumbido pelo vírus, o novo normal é o fato atual.

Que venha 2021!



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