Política

Luiz lobo acusa diretor da chesf de falsidade ideológica


Carlo Bandeira e Roberto Baia
Fonte: Redação

08/06/2018 08h44

“Adriano Soares não passa de um aloprado”, diz Luiz Lôbo.

Falsidade ideológica também transita nas suposições textuais, enviadas ao Ministério Público, que segundo ele, concretizou-se em uma carta, escrita de próprio punho pelo renomado ex-juiz, e advogado Adriano Soares.

“Adriano Soares ainda mantém relações profissionais com a prefeitura de Arapiraca. Seus nomeados ainda continuam atuando e interferindo na Administração de Arapiraca”, Continua Lôbo.

Atualmente, exerce a função, em cargo de comissão, de diretor financeiro da CHESF, e trabalha diretamente no escritório central da companhia, em Recife.

“Mantive relação profissional com o Dr Adriano Soares desde a minha passagem pela Administração Pública de Palmeira dos Índios. Adriano foi meu advogado em diversos procedimentos, ao meu favor. Atuou em meu divórcio, na minha pré-candidatura à prefeitura de Palmeira. E posso garantir que não é um advogado que trabalhe com poucos recursos. Contudo, honrei o meu compromisso, efetuando os pagamentos, cobrados por ele, rigorosamente em dia”, externou o empresário Luiz Lôbo.

“Como o Advogado do porte, e renomado, Adriano Soares, devolve dinheiro por não ter atendido a contento um cliente. E ainda, quase dois anos após os serviços prestados”, complementou.

Luiz lobo, observa que o motivo da carta ter sido escrita, de próprio punho, é o caso do domínio das datas, que pode ser colocada em qualquer circunstância, sem que haja exatidão na sua aferição; carta datada em 12 de dezembro de 2017, oito meses após o início da auditoria.

“Meus advogados estão estudando a possibilidade de uma ação contra o Adrian oe os demais envolvidos nesta trama, pois todo esse imbróglio teve inicio com a minha vinda para Arapiraca, trazido por ele, onde me apresentou ao prefeito Rogério Teófilo, e depois de tudo acertado e minha subcontratação por uma OSCIP, iniciei os trabalhos em maio de 2017.

Nos dias atuais, onde as mais variadas maneiras de comunicação escrita não privilegiam um texto de próprio punho, ele, Adriano Soares, desenvolve, depois de quase dois anos, um bilhete em que pede ao secretário Lenine Pereira, repasse em favor de Luiz Lôbo, seu amigo, de R$ 60.000,00, de um crédito que tinha com o secretário de Gestão e Planejamento de Arapiraca, pelo serviço prestado à construtora em questão. Pois, Adriano fora contratado por Lenine para uma alteração na razão social daquela empresa, a Construtora Construir; onde cobraria um valor de R$ 100.000,00 para a atualização da Razão Social, com a retirada do seu nome, Lenine Pereira, do quadro de sócios.

“O que recebi da construtora do Secretário Lenine, foi parte do pagamento da auditoria, acertada entre eu, Adriano, Lenine e próprio Rogério Teófilo. Nunca acertei devolução de dinheiro com Adriano, em momento algum”, afirmou Lôbo.

Como resposta ao problema pela falte de pagamento à auditoria realizada, o prefeito Rogério Teófilo se pronunciou, afirmando que não houve prejuízo ao erário público.

Desde o primeiro momento, quando da entrega ao MP, ao ainda promotor Dr. Napoleão Amaral, transferido para o Tribunal do Júri, em Maceió, ele próprio revelou que as irregularidades não se limitam ao pagamento fora das premissas da Administração Pública.

A falta dos trâmites legais de contratação também se configura em improbidade administrativa e desleixo com a coisa pública, anunciou Napoleão, em entrevista dada a este semanário.

Luiz Lôbo encaminhou esta semana, nova documentação que sugere ao MPAL, falsidade ideológica dos envolvidos, e que cabe ao próprio MP, analisá-las e dar o devido prosseguimento ao inquérito.

Eles me acusam de incompetente e oportunista, por isso entro com ação contra essas inverdades que tenta me afastar da ética e responsabilidade com que trato o meu ofício.

Mais do que ninguém, agarro-me à lei para esclarecer quem de fato descumpre as regras’, Finalizou Lôbo.

 



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