Política

Isnaldo acredita que Alagoas não está na pauta de Bolsonaro


Fonte: Tribuna Independente / Carlos Victor Costa

10/10/2018 11h40

Dois dos três deputados estaduais eleitos para a Câmara Federal, Isnaldo Bulhões (MDB) e Sérgio Toledo (PR), estiveram na sessão de terça-feira (9) e falaram com a imprensa sobre o resultado das eleições e segundo turno da eleição presidencial.

“Primeiro lugar, eu tenho que dar total atenção onde eu tive 60% dos votos na bandeira de recuperar a vaga do Sertão em Brasília. Lógico que serei deputado de todo o estado, e tenho uma gratidão e tive uma grande votação na região da Zona da Mata. A gente tem que levar as problemáticas do sertanejo, temos uma grande responsabilidade de viabilizar o Canal do Sertão em continuar a obra. E segundo abrir o debate para estar vigilante e estudar as possíveis reformas que devem acontecer no Brasil, preservando o direito do trabalhador”, defendeu Bulhões.

Isnaldo defende a eleição de Fernando Haddad (PT), pois segundo ele, o Brasil tem que retomar mais uma vez a “revolução social” que houve há alguns anos atrás quando Lula esteve no cargo de presidente. “Eu não enxergo no Bolsonaro nenhuma forma de o Nordeste e principalmente um estado como Alagoas estar na pauta prioritária do governo”.

Já Sérgio Toledo (PR) destacou a mudança de cenário legislativo após 20 anos como deputado estadual. Ele afirmou que as suas bandeiras serão as mesmas que defendeu enquanto esteve na Assembleia Legislativa, trabalhando pelo fortalecimento de Alagoas. Sobre Haddad ou Bolsonaro, o parlamentar disse entender que o caminho da renovação é o capitão do exército.

O presidente da Assembleia Legislativa, Luiz Dantas (MDB) que a partir da próxima legislatura cede o espaço para o filho, Paulo Dantas (MDB), também se pronunciou sobre o resultado das eleições e parabenizou o fato de que, no próximo ano, a Casa contará com uma bancada de cinco mulheres e o Congresso Nacional terá quatro integrantes saídos do Poder Legislativo em Alagoas.

Dantas decidiu se aposentar da vida política no ano passado.



Compartilhe