Política

"Nós teremos eleições em 2022, 2024 e 2026. O sistema é confiável", diz Lira


Fonte: Redação com Assessoria

28/07/2021 16h46

 "Nós teremos sempre eleição como forma de escolher nossos representantes no Brasil", afirmou o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (Progressistas-AL), em entrevista na manhã desta quarta-feira (28). Arthur Lira também declarou que o sistema de urna eletrônica é confiável e que "teremos eleições em 2022, 2024, 2026 e sempre".

O presidente da Câmara descartou a chance de ruptura política em caso de rejeição da proposta de Voto Auditável pelos deputados federais, mas ponderou que a aprovação da matéria traria uma resposta a uma parcela da população.

Arthur Lira também listou as prioridades para o segundo semestre de 2021 e confirmou que pretende pautar a Reforma do Imposto de Renda na primeira semana da volta do recesso. "Vamos analisar também a privatização dos Correios, além das reformas Política e Administrativa. Temos ainda que discutir a Reforma Eleitoral. A Câmara dos Deputados segue fazendo seu papel, que é aprovar modernização legislativa, sempre em discussão com a maioria dos líderes".

Questionado sobre o Orçamento, o presidente voltou a defender a desvinculação e desindexação da peça. "96% do Orçamento está vinculado a pastas como da Educação e Saúde e isso leva os prefeitos do Brasil todo ao engessamento da gestão. Se o Congresso quiser colocar uma emenda para o Meio Ambiente, uma política super importante, o prefeito não tem como fazer", comentou. Lira ainda esclareceu que o que chamam de orçamento secreto jamais foi secreto. "Trata-se do orçamento do relator-geral e é feito assim há muitas décadas, o que mudou é que hoje é pulverizado".

Arthur Lira ainda reforçou que vai discutir o semipresidencialismo para 2026. "Caso aprovado, o semipresidencialismo torna o Congresso corresponsável pela gestão. E (caso haja mudança no comando) sem instabilidade política".

Por fim, o presidente da Câmara avaliou que até o final do ano o Brasil será um dos países que mais vacinou no mundo, "porque 94% da população deseja".



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